Pentecoste,

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Posted by: | Posted on: maio 18, 2013

Celebração de PENTECOSTES

19 de maio de 2013

“O Dom do Espírito nos faz um só corpo em Cristo Senhor”

Espirito santoLeituras: Atos 2, 1-11; Salmo 103 (104), 1ab e 24ac.29bc-30.31 e 34 (r/30); Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 12, 3b-7.12-13; João 20, 19-23

(O Diretório Litúrgico da CNBB dá a opção de, nesta celebração, escolher as alternativas de Rm 8, 8-17 para a segunda Leitura e Jo 14, 15-16.23b-26 para o evangelho).

COR LITÚRGICA: VERMELHA

Animador: Pentecostes, para o povo de Israel, era inicialmente a festa ligada às colheitas, e mais tarde, celebração da Aliança, feita no Sinai, que acontecia cinqüenta dias depois da Páscoa. Nos primeiros séculos do cristianismo, Pentecostes não era apenas um dia, mas os cinqüenta dias do tempo pascal, que tinha no último dia o seu encerramento. Havia, portanto, grande unidade entre Páscoa e Pentecostes. Hoje, lembramos o dia em que, o mistério pascal atingiu a sua plena realização no dom do Espírito Santo derramado sobre a Igreja.

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Posted by: | Posted on: maio 17, 2013

Como o pai me enviou, eu envio vocês! (Jo 20,19-31)

comunhao_dos_apostolosA MISSÃO DA COMUNIDADE

“A PAZ ESTEJA COM VOCÊS!”

João 20,19-22

Texto extraído do livro RAIO-X DA VIDA: Círculos Bíblicos do Evangelho de João. Coleção A Palavra na Vida 147/148. Autoria de Carlos Mesters, Mercedes Lopes e Francisco Orofino. Publicação: Centro de Estudos Bíblicos (CEBI). Saiba mais  em www.cebi.com.br

OLHAR DE PERTO AS COISAS DA NOSSA VIDA

No texto de hoje, vamos meditar sobre a aparição de Jesus aos discípulos e a missão que eles receberam. Eles estavam reunidos com as portas fechadas porque tinham medo dos judeus. De repente, Jesus se coloca no meio deles e diz: “A paz esteja com vocês!” Depois de mostrar as mãos e o lado, ele diz novamente: “A paz esteja com vocês! Como o pai me enviou, eu envio vocês!” Em seguida, lhes dá o Espírito para que possam perdoar e reconciliar. A paz! Reconciliar e construir a paz! Esta é a missão que recebem.

Hoje, o que mais falta é a paz: refazer os pedaços da vida, reconstruir as relações quebradas entre as pessoas. Relações quebradas por causa da injustiça e por tantos outros motivos. Jesus insiste na paz. Repete várias vezes! As pessoas que lutam pela paz são declaradas felizes e são chamadas filhos e filhas de Deus (Mt 5,9)! Vamos conversar mais sobre isso…

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Posted by: | Posted on: maio 25, 2012

CELEBRAÇÃO DA FESTA DE PENTECOSTES

Os mensageiros de Jesus Cristo são, antes de tudo, testemunhas daquilo que viram, encontraram e experimentaram. Este fato implica irradiar a presença de Deus, de Jesus Cristo. Deus-conosco, e, na força do Espírito Santo, proclamar com a Palavra e com a vida que Cristo está vivo entre nós” (CNBB DGAE. DOC 94, n.76).

Leituras: Atos 2,1-11; Salmos 103 (104), 1ab.24ac.29bc-30.31.34 (R/30; Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 12, 3b-7.12-13; João 20, 19-23.

COR LITÚRGICA: Vermelho

Com a festa de hoje, estamos chegando ao fim do Tempo Pascal, tempo celebrado com alegria e exultação, um só dia de festa que durou cinqüenta dias, “um só grande domingo”, tempo marcado pelo canto e pelo sentimento do “Aleluia”. O importante é celebrarmos a festa de hoje intimamente ligada à Páscoa e a todo Tempo Pascal. O Pentecostes cristão não é a festa do Espírito Santo em si. A vinda do Espírito Santo, em Pentecostes, é um acontecimento de salvação. Representa o cume do mistério da morte e ressurreição de Cristo. É a festa que dá coroamento à Páscoa de Cristo.

1. Situando-nos brevemente

Hoje, na celebração de Pentecostes, fazemos memória do dia em que o mistério pascal atingiu sua plenitude no dom do Espírito Santo, derramado sobre a Igreja nascente. “Para levar à plenitude os mistérios da páscoa, o Senhor derramou, hoje, o Espírito Santo prometido, em favor de seus filhos e filhas” (prefácio da missa do dia).

O Espírito do Ressuscitado, prometido pelo Senhor, concedido à comunidade dos discípulos e discípulas, reunida no cenáculo em Jerusalém, renova, transforma, edifica o Corpo de Cristo, fortalece a missão e cria o ser humano novo, pois “todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8,14).

Concluindo a caminhada dos cinqüenta dias de Páscoa, agradeçamos ao Pai, porque o Espírito Santo revelou a todos os povos, raças e nações o mistério escondido desde toda a eternidade. Este espírito acende, nos corações, a fé, a esperança e o amor. Ao mesmo tempo em que nos abre para a comunhão com Deus, ele nos conduz ao próximo com sentimentos de encontros, reconciliação, testemunho, desejo de justiça e de paz, renovação da mentalidade, verdadeiro progresso social e impulso missionário (cf. Ad Gents, n.4; Gaudium et Spes, n.26).

2. Recordando a Palavra

Para o autor do quarto Evangelho, a ressurreição e a descida do Espírito Santo são parte do mesmo acontecimento. O Espírito Santo é um dom que procede diretamente de Cristo ressuscitado, representa o sopro de vida.

João inicia a narrativa revelando o dia e a situação da comunidade: “Ao anoitecer do primeiro dia da semana, estando trancadas as portas do lugar onde se encontravam os discípulos …”. Realça a situação de insegurança própria de quem perde as referências e que não sabe mais a quem recorrer. É a comunidade que ainda não fez a experiência do encontro com o Ressuscitado e nem tem consciência do que significa a ressurreição.

É uma comunidade fechada e com medo, desamparada num ambiente hostil. Necessita fazer a experiência do Espírito. Só a partir desta experiência, estará apta para missão no mundo. Subitamente, “Jesus aparece e se coloca no meio deles”. Todos ficaram contentes por verem o Senhor, de tal forma que recuperaram a confiança e a serenidade ao ouvirem a saudação: “A paz esteja convosco!”.

Nos sinais das mãos e dos pés, que evocam a entrega total, os discípulos reconhecem o Senhor. “Soprou sobre eles e falou: Recebei o Espírito Santo”. Gesto que evoca o “sopro vivificante de Deus na criação do ser humano” (Gn 2,7). Ao soprar sobre eles, o Ressuscitado lhes infunde o hálito da nova vida e faz nascer o ser humano novo. Animada pelo Espírito, a comunidade se transforma em missionária do perdão, que gera relações reconciliadas e reconciliadoras, comunidade de Cristo ressuscitado no mundo, sob a ação Espírito (Evangelho).

A leitura de hoje, tirada do livro dos Atos dos Apóstolos, sem pretender ser um ‘furo de reportagem’ jornalística sobre a vinda do Espírito Santo, apresenta a Igreja como a comunidade que nasce do Ressuscitado e, assistida pelo Espírito Santo, é chamada a testemunhar aos seres humanos o projeto do Pai.

A festa de Pentecostes era uma comemoração judaica, celebrada cinqüenta dias após a Páscoa. Era conhecida como uma festa agrícola, na qual se agradecia a Deus pela colheita da cevada e do trigo. Mais tarde, a entrega da Lei no monte Sinai e a constituição do povo de Deus (cf. A. ADAM. O Ano Litúrgico. São Paulo: Ed. Paulinas, 1982. PP.85s). Ao situar o dom do Espírito nesta festa, o autor dos Atos dos Apóstolos sugere que o Espírito é a Lei da nova Aliança e que, por ele, constitui-se a nova comunidade do povo de Deus. Pentecostes evoca o nascimento da Igreja.

O Salmista reconhece que, quando Deus derrama seu Espírito, o universo se renova e exultam de alegria todas as suas criaturas: “Quando tu, Senhor, teu Espírito envias, todo mundo renasce, é grande a alegria!” (Sl 104/103).

O Apóstolo Paulo escreve para a comunidade cristã de Corinto, mergulhada num clima de divisão. Ele alerta seus membros de que os conflitos e as rivalidades perturbam a comunhão e se constituem em contra testemunho. O Apóstolo compara a comunidade a um corpo com muitos membros. Apesar da diversidade de membros e de funções, o corpo é um só. Na comunidade (corpo) formada de muitos membros circula a mesma seiva vital, pois todos foram batizados num só Espírito e bebem num único Espírito (2ª Leitura).

3. Atualizando a Palavra

Na celebração do Pentecostes, realizam-se as promessas de Jesus aos discípulos: “O Espírito Santo que o Pai vai enviar em meu nome, ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem tudo o que lhes disse” (Jo 14,17; cf. Lc 12,12). “Vos enviarei,da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim” (Jo 15,26; cf. 16,13).

A festa de Pentecostes, culminância da festa pascal, vivifica a Igreja. Por esta razão as comunidades cantam: “vem, vem, vem! Vem Espírito Santo de amor, vem a nós, traz à Igreja um novo vigor!”. A Igreja renovada pelo Espírito é o Corpo Místico de Cristo, o Povo de Deus (cf. Lumem Gentium, n.7), enviada pelo Senhor para dar continuidade à sua missão redentora. “A Igreja, enquanto marcada e selada com o Espírito, continua a obra do Messias, abrindo para o crente as portas da salvação” (DAp, n.151).

A Igreja nasce do evento de Pentecostes, isto é, do Espírito do Senhor ressuscitado. A Igreja nasce missionária, porque nasce do Pai que enviou Cristo ao mundo; nasce do Filho que, morto e ressuscitado, enviou os apóstolos a todas as nações; nasce do Espírito Santo, que infunde neles a luz e a força necessárias para levar a termo esta missão. “A Igreja nasce da missão e existe para a missão. Existe para os outros e precisa ir a todos”.

“Os membros da Igreja, ‘mensageiros de Jesus Cristo’ são, antes de tudo, testemunhas daquilo que viram, encontraram e experimentaram. Este fato implica irradiar a presença de Deus, de Jesus Cristo, Deus-Conosco, e, na força do Espírito Santo, proclamar com a palavra e com a vida que Cristo está vivo entre nós” (CNBB. DGAE. Doc. 94, nº 76).

Todavia, a Igreja missionária tem consciência de que, “no anúncio da Boa Nova, antes do missionário, sempre chega o Espírito Santo, protagonista da evangelização. É ele quem move o coração para o encontro pessoal com Jesus Cristo, embora se trate de um encontro sempre mediado por pessoas“ (CNBB.DGAE. doc. 94, n.89).

No acontecimento de Pentecostes em Jerusalém, Lucas evidencia a universalidade da Boa Nova de Jesus e o milagre do entendimento, na diversidade das línguas, raças e povo. Qual seria ou seriam os milagres do Pentecostes, em 2012? Sem dúvidas, muita gente deseja que “seja Pentecostes novamente na Igreja!” Que se renove o Pentecostes do Vaticano II, neste ano que se celebra o cinquentenário de sua abertura. Que a festa de Pentecostes reavive a caminhada evangelizadora da Igreja e o testemunho de fé de cada irmão e irmã.

Recebamos o Espírito como força amorosa do Pai e do Filho ressuscitado que reanima os nossos corações e nos confirma na missão, em comunhão com todos os que se empenham na edificação de uma sociedade reconciliadora, em tempo de mudanças.

4. Ligando a Palavra com ação litúrgica

Assim como no cenáculo em Jerusalém, hoje, o Espírito Santo, guia da fé do povo de Deus, congrega os discípulos e missionários para a atualização do memorial da Páscoa do Senhor e para que, na unidade das vozes e dos corações, entoem hinos de ação de graças ao Pai.

O Espírito Santo suscita a oração de louvor e de ação de graças. Depois do primeiro Pentecostes, a Igreja nunca deixou de se reunir para celebrar o mistério pascal em Jesus Cristo pela força do Espírito Santo (cf. Sacrosanctum Concilium, n.6). Enfim, a comunidade se reúne na fé, em nome de Cristo, conduzida pelo Espírito Santo para o encontro como Senhor.

A ação litúrgica resulta da cooperação que existe entre a nossa resposta de fé e a ação do Espírito. Na liturgia, ele é o “pedagogo” da fé do Povo de Deus, o artífice das “obras primas de Deus”, que são os sacramentos da nova aliança. O desejo e a obra do Espírito Santo, no coração da Igreja, é que vivamos da vida de Cristo ressuscitado.

Quando Cristo encontra em nós a resposta de fé, que ele mesmo suscitou, realiza-se uma verdadeira cooperação. Através dela, a liturgia torna-se a obra comum do Espírito Santo e da Igreja. O mesmo Espírito que é a alma da evangelização, o é também da ação litúrgica. Sem ele não há celebração do memorial da salvação.

A graça do Espírito Santo desperta em nós a fé, a conversão do coração, a adesão à vontade do Pai. Desta forma, a assembléia litúrgica é participação e comunhão na fé, à qual o Espírito Santo recorda o sentido do evento da salvação, dando vida à Palavra de Deus, anunciada para ser acolhida e vivida.

É ele que concede aos leitores e aos ouvintes, segundo as disposições de seus corações, a compreensão espiritual da Palavra de Deus. É ele que estabelece uma relação viva com Cristo, Palavra viva do Pai, para que os fiéis e ministros vivam, no cotidiano, o que na celebração ouviram, contemplaram e experimentaram.

Unindo-nos no encontro com o Cristo Ressuscitado, participemos do mistério de Pentecostes e recebamos o Espírito que reúne todas as línguas na profissão de uma única fé (prefácio). Neste dia, suplicamos; “a nossa mente iluminai, os corações enchei de amor, nossas fraquezas encorajai, qual força eterna ao protetor”.

Enviado por D. Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira

Posted by: | Posted on: maio 23, 2012

PARA CELEBRAR E VIVER O PENTECOSTES

por http://www.pime.org.br/missaojovem/mjteologiapente.htm

A presença do Espírito Santo nas pessoas e na comunidade eclesial se torna perceptível principalmente através de seus dons e carismas, concedidos a todos e a cada um para a unidade da Igreja (Ef 4,1-7). Essa variedade de dons é resumida pela Igreja na doutrina dos sete dons: sabedoria, entendimento, ciência, conselho, piedade, fortaleza e temor de Deus. É bom que reflitamos brevemente sobre cada um deles.

O dom da sabedoria fortalece nossa caridade e preparando-nos, desde já, para a visão plena de Deus, conferindo-lhe um conhecimento eminente. O sábio, segundo Deus, não é aquele que sabe coisas sobre Deus, mas que vive Deus. Não é o que simplesmente fala de Deus, mas quem o contempla. A sabedoria traz o gosto de Deus e de sua Palavra, permitindo-nos avaliar corretamente as realidades terrenas.

O dom do entendimento torna a nossa fé luz segura e sólida para o nosso caminho. Mediante este dom, o Espírito Santo nos permite perscrutar as profundezas de Deus, comunicando ao nosso coração uma particular participação no conhecimento divino, nos segredos do mundo e na intimidade do próprio Deus.

O dom da ciência nos permite um juízo reto sobre as criaturas, não colocando nelas a felicidade perfeita, nem o fim absoluto de tudo o que somos e temos. Faz com que o ser humano entenda que a aparência deste mundo é passageira (1Cor 7,31). O dom da ciência orienta-nos para Deus, desapegando-nos das criaturas.

O dom do conselho nos é dado para sanar a nossa natural precipitação ao dar uma resposta a um problema concreto que nos angustia, a uma escolha que devemos fazer. Quem acolhe este “conselho” sente-se em paz, sereno, readquire força e esperança. Também compreende que todos temos fraquezas e, portanto, devemos olhar-nos com olhos de compaixão.

O dom da piedade nasce de um Deus piedoso, bondoso e cheio de misericórdia para com os que erram. Nosso Deus é Deus da aliança e do perdão. Se Deus vive a sua aliança com o homem de maneira tão envolvente, o homem, por sua vez, sente-se também convidado a ser piedoso com todos.

O dom da fortaleza nos torna corajosos para enfrentar as dificuldades da vida cristã. Torna forte e heróica a fé. Lembremos a coragem dos mártires. Dá-nos perseverança e firmeza nas decisões.

A fortaleza manifesta-se também na esperança. Afirma o profeta Isaías: “Os que esperam em Jahweh renovam suas forças, criam asas como águias, correm e não se fadigam, andam e não se cansam” (Is 40,31). Todos nós precisamos da força do Espírito Santo!

O dom do temor de Deus, tratando-se de um dom do Espírito Santo, não deve confundir-se com o medo de Deus. Também não significa uma atitude servil diante de Deus. Este dom nos mantém no devido respeito diante de Deus e na submissão à sua vontade, afastando-nos de tudo o que lhe possa desagradar.

A confiança no Senhor constitui a terceira característica do temor de Deus. Diz o livro do Sirácida: O temor do Senhor é glória e honra, alegria e coroa de júbilo. Alegra o coração, dá contentamento, gozo e vida longa. A raiz da sabedoria é o temor do Senhor; e seus ramos são vida longa (Sir 1,11-12).

Fonte: CEBI – www.cebi.org.br

Posted by: | Posted on: maio 22, 2012

Pentecostes

Festa da comunicação, da presença do Comunicador de Deus, presente no Espírito Santo. Com Ele, a Palavra de Deus tem dimensão globalizada. Palavra que atinge o mundo com força transformadora, provocando mudanças de atitudes. É como o caminho virtual da nova comunicação, passando pelas fibras óticas, chegando instantaneamente nos quatro cantos do mundo.

Pentecostes tem dimensão de solidariedade, cultura de paz, aglutinador, reunindo nele todos os povos para vivenciar a Páscoa do Filho de Deus. Aí está a fonte da salvação e da vida plena para todos. É a plenitude da comunicação do divino com o humano, possibilitando vida mais digna, fraterna e feliz.

Em Pentecostes se celebra a vinda do Espírito Santo, fato este narrado pela bíblia, quase como uma releitura do acontecido no Monte Sinai, quando Moisés recebe de Deus as Tábuas da Lei. Agora é um novo Sinai que acontece, é Deus vindo comunicar-se com seu povo para confirmá-lo na missão.

Falamos aqui sobre o início da ação da Igreja como evangelizadora e instrumento de vida para os que creem. Para isto ela usa a linguagem da comunicação apresentando as propostas do Reino de Deus. A presença do Espírito Santo é a força inspiradora dessa linguagem que atinge os corações.

A paz, o shalom em hebraico, tem o sentido de completar o valor justo, o vazio deixado pelo objeto tirado. Assim entendemos que ela, trazida pelo Espírito Santo, é a eterna harmonia com Deus, com as pessoas e com o universo. Isto deve ser o sonho de todas as pessoas que têm a marca da esperança de um mundo melhor.

Deus, em nossa vida, é a presença da paz e da esperança. Toda comunidade pascal é portadora de paz, sinal da ação do Espírito que faz passar da morte para a vida todo o universo. É uma mensagem que deve combater as forças do mal que fragilizam a dignidade humana. Para isto, o Espírito Santo vem ser a marca unificadora da diversidade na unidade, abrindo portas de vida nova para o mundo.

Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo de Uberaba.

Posted by: | Posted on: maio 18, 2012

9º Encontro da Novena de Pentecoste

Fomos batizados num só Espírito para formarmos um só corpo (1Cor 12,13)

(Para o dia 26 de Maio – Sábado)

Acolhida e oração inicial: (Depois de acolher os participantes da novena, pode-se iniciar com um cântico).

A – Vamos iniciar esta novena invocando a Santíssima Trindade. Que nossos pensamentos sejam como os pensamentos de Deus Pai. Que nossos sentimentos sejam como os sentimentos de Jesus e que o nosso agir seja guiado pelo Espírito Santo:

T – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

A – Nesta preparação para a festa de Pentecostes, queremos, em oração, ficar bem unidos com Nosso Senhor Jesus Cristo. Que o Espírito Santo nos dê a conhecer o rosto de Deus, fonte do amor e da bondade.

T – Vinde, Espírito Santo! Ensinai-nos a reconhecer a face de Cristo em nossos irmãos e irmãs. Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons, luz dos corações. Fazei com que nossa oração nos aproxime mais do vosso mistério de amor.

Deus nos convida

A – Prezados irmãos e irmãs, revestidos da força do Alto, queremos hoje celebrar a ação de graças pelo infinito amor que Deus tem por nós.

T – Com amor de Pai e de Mãe, Deus tudo faz para que vivamos unidos como família.

A – O Espírito Santo, força de amor que gera a unidade e santifica a Igreja, age em todos os seguidores de Jesus, em todos os que o buscam com sinceridade de coração.

T – Cada pessoa, com suas qualidades e limitações, é convidada a servir a Deus e aos irmãos.

A – Entre os cristãos há diversidade de dons. Há quem se dedica mais à oração, outros mais às obras de caridade fraterna. Uns participam mais da comunidade, outros menos. Todos, porém, devem louvar o Senhor e fazer as obras de Deus.

T – Dai-nos, Senhor, os dons da unidade e da paz.

A Palavra nos orienta

A – Pentecostes é a festa da unidade da Igreja. Unidade criada pelo Espírito Santo que anima e orienta a família de Deus.

T – “Fomos batizados num só Espírito para formarmos um só corpo”.

Cântico de Invocação ao Espírito Santo

Leitura da primeira carta de São Paulo aos Coríntios (1Cor 12,12-20)

Reflexão

A – Ao receber o batismo nós passamos a fazer parte do corpo de Cristo, a Igreja. Cada pessoa tem suas qualidades e suas limitações, mas deve trabalhar pela unidade, como membro de um corpo vivo e saudável.

T – “Há diferentes tipos de dons espirituais, mas é o mesmo Espírito quem dá esses dons”.

L1 – Cristo reza ao Pai suplicando pela unidade dos que nele crêem. Unidade que existe no céu e que deve acontecer na terra.

T – “Como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti, que também eles estejam em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17,21).

L2 – São João, ao relatar a paixão, diz que os soldados repartiram entre si as vestes de Jesus.

T – Mas a túnica, uma peça sem costura, tecida de alto a baixo, não foi repartida, lançaram sorte para ver quem ficava com ela.

L3 – Tanto a frase colocada no alto da cruz, escrita em várias línguas, como o destino das vestes de Jesus, representam a universalidade do amor de Cristo.

T – A herança de Jesus será levada ao mundo inteiro, como as vestes repartidas.

L4 – Em cada canto do mundo a Igreja pode ter um rosto diferente, diferentes formas de celebrar, de cantar, como o manto que foi repartido.

T – Mas em todos os lugares a Igreja deve conservar uma mesma identidade.

L1 – Apesar da diversidade de raças e culturas, permanece um elemento indivisível; a túnica, símbolo da unidade criada pelo Espírito Santo; uma peça só, que tem sua origem no “alto” tecida de alto a baixo.

T – A unidade da Igreja é obra do amor de Deus, revelado pelo seu Santo Espírito.

A – O mundo inteiro reconhecerá os discípulos como herdeiros do Crucificado que revelam a unidade com Cristo pela prática do amor.

T – “Quem me ama fará as obras que faço, e fará obras ainda maiores”.

A partilha nos enriquece

1 – Existe uma grande preocupação dos pais em batizar seus filhos.

Será que existe a mesma preocupação em viver o compromisso batismal?

2 – Estamos encerrando esta novena. O que de mais importante cada um de nós aprendeu aqui e levará para a vida?

Canto

A oração nos fortalece

A – Em Pentecostes, o Espírito Santo infundiu o amor no coração dos discípulos e dali eles saíram cheios de coragem para anunciar a Boa Nova a todos os povos. Roguemos a Deus que renove em nós essa graça santificante que já recebemos no batismo.

L1 – Para que tenhamos ouvidos atentos e coração aberto para acolher a

Palavra de Deus que pode nos despertar para viver e anunciar o amor de Cristo, rezemos:

T – Vinde, Espírito Santo, aumentai nossa capacidade de amar e servir.

L2 – Por todas as pessoas que vivem longe da Igreja, para que se sintam atraídas a retornar e sejam acolhidas pelo amor de Cristo vivido pelos membros da comunidade, rezemos.

L3 – Por todas as pessoas que foram batizadas, para que perseverem na fé e busquem, através dos sacramentos, a renovação da graça de Deus em suas vidas, rezemos:

L4 – Por todos os nossos parentes e amigos que já parhram para a eternidade, para que tenham, junto a Deus, a paz e o descanso eterno, rezemos:

(Outras preces da comunidade)

A – Milhares de pessoas estão rezando também esta novena. Vamos rezar por elas, do mesmo jeito que elas também estão rezando por nós. Que a graça de Deus esteja sempre em nossos corações para que possamos viver e crescer com Cristo, em família, em comunidade. Rezemos:

T – Pai nosso que estais nos céus…

Maria caminha conosco

A – Maria foi a primeira discípula de Cristo. Hoje, como Mãe da Igreja, ela continua caminhando conosco e pode nos ensinar o caminho. Nosso coração parece ouvir o que um dia ela disse nas bodas de Caná:

T – “Fazei tudo o que meu Filho vos disser”!

L1 – Como Mãe de Cristo e Mãe da Igreja, Maria nunca se distanciou da comunidade. Do mesmo jeito que esteve presente em Pentecostes, está presente hoje, em cada comunidade, em cada família.

T – Como Mãe educadora da fé, ela se faz presente para gerar Cristo no coração de todos os batizados.

A – Ela está presente entre nós para animar a fé nos corações vacilantes, chamar de volta os filhos de Deus que se dispersaram, socorrer os mais necessitados, promover a unidade de toda a família de Deus, a Igreja!

T – E enquanto o mundo girar, enquanto houver uma tarde e uma manhã, a missão de Maria não terá terminado.

A – Maria, Mãe da perseverança,

T – Conservai-nos em comunhão com vosso Filho. Amém!

Oração final

A – Nós vos agradecemos, Senhor nosso Deus, porque em vossa infinita bondade nos dais a graça de viver tão perto de vosso coração.

TFicai conosco, Senhor, pois longe de vós, nada poderemos fazer.

A – Queremos ser como Jesus, reparador dos estragos provocados pelos pecados.

TQueremos ser sol e chuva para todos, sem perguntar se merecem, mas unicamente se precisam.

A – Fazei com que nosso coração seja um novo Sacrário, morada de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que nosso corpo seja um templo do Espírito Santo.

T Guardai-nos de todo o mal, Senhor, e acompanhai nossos passos pelos caminhos que nos levam à feliz eternidade.

Ave Maria…, Glória ao Pai…

(Confirmar sempre o local e o horário da próxima novena).

Posted by: | Posted on: maio 18, 2012

8º Encontro da Novena de Pentecoste

Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal

(Para o dia 25 de Maio – Sexta-feira)

Acolhida e oração inicial

(Depois de acolher os participantes da novena, pode-se iniciar com um cântico).

A – Vamos iniciar esta novena invocando a Santíssima Trindade. Que nossos pensamentos sejam como os pensamentos de Deus Pai. Que nossos sentimentos sejam como os sentimentos de Jesus e que o nosso agir seja guiado pelo Espírito Santo:

T – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

A – Nesta preparação para a festa de Pentecostes, queremos, em oração, ficar bem unidos com Nosso Senhor Jesus Cristo. Que o Espírito Santo nos dê a conhecer o rosto de Deus, fonte do amor e da bondade.

T – Vinde, Espírito Santo! Ensinai-nos a reconhecer a face de Cristo em nossos irmãos e irmãs. Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons, luz dos corações. Fazei com que nossa oração nos aproxime mais do vosso  mistério de amor.

Deus nos convida

A – Aproxima-se a festa de Pentecostes. Todos nós somos chama dos a rezar pela unidade da Igreja, pois, é pelo testemunho de amor fraterno que revelaremos a presença de Cristo entre nós.

T – Vinde, Espírito Santo! Dai-nos os dons da unidade e da paz.

A – Hoje rezamos, com Jesus, pedindo a Deus que não nos deixe cair nas tentações. Vivemos no mundo, temos que conviver com todos os riscos, mas sem nos desviarmos do caminho da salvação.

T – “Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.

A – Jesus nos ensina a pedir a Deus a prudência para conviver com todas as situações, com todas as pessoas, mas sem perder a confiança em Deus.

T – Temos que conviver com as tentações, sem cair nelas. Pois, nunca podemos nos deixar envolver pelo mal.

A – Quem é de Deus não pode se permitir fazer maldade e nem compactuar com os maus.

T – Com muita firmeza pedimos: “Livrai-nos do mal”.

A Palavra nos orienta

A – Jesus reza pelos seus discípulos e por todas as pessoas que irão acreditar nele por causa do anúncio e do testemunho dos seus seguidores.

T – “Não vos peço que os tireis do mundo, mas que os livreis do maligno.”

Cântico de aclamação ao Evangelho

Proclamação do Evangelho (Jo 17, 6-21)

Reflexão

A – Nesse Evangelho, Jesus pede ao Pai pela unidade da Igreja. Jesus pede pelos discípulos e por todas as pessoas que começarão a acreditar a

partir da pregação desta Boa Nova. Jesus pede que os cristãos vivam unidos entre si e unidos com Deus.

T – “Que todos sejam um, como eu e vós, ó Pai, somos um”.

L1 – Os cristãos vivem no meio do mundo, convivendo com todas as realidades, mas com uma postura diferente.

T – Devemos viver com os pés no mundo, mas com o coração em Deus.

L2 – Quem tem uma fé segura não se deixará enganar pelas tentações; tentação do poder, da posse e do prazer.

T – Tentação de fazer a própria vontade e deixar de lado a vontade de Deus.

L3 – Uma das tentações que mais estragam a vida das comunidades é a tentação de julgar e criticar as outras pessoas.

T – Jesus ensinou: “Não julgueis e não sereis julgados. Não condeneis e não sereis condenados.”

L4 – E melhor caminhar mais devagar, mas com a comunidade unida, do que caminhar depressa deixando para trás os irmãos e irmãs mais fracos na fé. Jesus mostrou esse amor e esse cuidado com a sua comunidade:

T – “Tomei conta deles e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição”.

L1 – Quando alguém escolhe de fato o caminho da perdição, não temos mais o que fazer a não ser rezar pela sua conversão. Mas, como comunidade de Jesus, guiada pelo Espírito Santo, devemos buscar a fidelidade ao amor do Pai.

T – A comunhão com os irmãos nos ajuda a fugir das tentações. A comunhão com Deus nos livra do maligno.

A – E pela oração, pela prática da caridade e a freqüência aos sacramentos que nós nos tornamos fortes para fugir das tentações.

T – “Vigiai e orai para não cairdes em tentação, pois o espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mt 26, 41).

A partilha nos enriquece

1 – Quais são os maiores desafios que encontramos para a vivência da comunhão com Deus e com os irmãos?

2 – Nesse tempo de oração pela unidade da Igreja, o que podemos fazer para gerar mais união em nossas famílias e nossas comunidades?

Canto

A oração nos fortalece

A – A vida de união e fraternidade é dom de Deus, é fruto da ação do Espírito Santo entre nós. Rezemos suplicando a Deus essa graça, para que possamos viver em comunhão com Cristo e com os irmãos.

L1 – Por todas as pessoas que receberam o Sacramento do Batismo, para que perseverem na fé e sejam membros ativos da Comunidade-Igreja, rezemos:

T – Renovai e santificai a vossa Igreja, Senhor!

L2 – Para que o Cristo ressuscitado traga paz às nossas famílias, dando a cada um de nós força para não cair nas tentações e muita perseverança na fé, rezemos:

L3 – Por todas as comunidades que estão rezando, assim como nós estamos aqui, buscando acolher o Espírito Santo que nos ajuda a viver melhor a comunhão com Cristo, rezemos:

L4 – Para que a Campanha da Fraternidade deste ano continue a motivar todos os cristãos para que sejam atentos a todos os que sofrem por causa das doenças e juntos se encontrem formas de saúde para todos, rezemos.

(Outras preces da comunidade)

A – Acolhei, Senhor, as nossas preces; amparai-nos em nossas fraquezas, livrai-nos de todo o mal, aumentai a nossa fé e conservai-nos no caminho da salvação. De mãos dadas, em sinal da nossa unidade, rezemos:

T – Pai nosso que estais nos céus…

Maria caminha conosco

A – Com Maria aprendemos a viver em comunhão com Deus e com os irmãos. A oração da Mãe de Jesus é também modelo da oração do cristão que, seguindo o Pai-Nosso, começa erguendo o espírito a Deus:

T – “Minha alma exalta o Senhor e meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador” (Lc 1,46-47).

L1 – Depois de manifestar a alegria de sentir Deus presente em sua vida, Maria volta-se para as necessidades do povo e proclama a ação de Deus em favor dos mais necessitados:

T – Ele mostra a sua bondade a todos os que o respeitam… Ele sacia de bens os que têm fome e despede os orgulhosos de mãos vazias.

A – Ó Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, voltai para nós o vosso olhar de amor.

T – Ensinai-nos a acolher Cristo em nossas vidas e nunca mais nos distanciarmos dele.

Oração final 

A – Nós vos agradecemos, Senhor nosso Deus, porque em vossa infinita bondade nos dais a graça de viver tão perto de vosso coração.

T – Ficai conosco, Senhor, pois longe de vós, nada poderemos fazer.

A – Queremos ser como Jesus, reparador dos estragos provocados pelos pecados.

T – Queremos ser sol e chuva para todos, sem perguntar se merecem, mas unicamente se precisam.

A – Fazei com que nosso coração seja um novo Sacrário, morada de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que nosso corpo seja um templo do Espírito Santo.

T – Guardai-nos de todo o mal, Senhor, e acompanhai nossos passos pelos caminhos que nos levam à feliz eternidade.

Ave Maria…, Glória ao Pai…

(Confirmar sempre o local e o horário da próxima novena).

 

Posted by: | Posted on: maio 18, 2012

7º Encontro da Novena de Pentecoste

Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.

(Para o dia 24 de Maio – Quinta-feira)

Oração inicial:

(Depois de acolher os participantes da novena, pode-se iniciar com um cântico).

A – Vamos iniciar esta novena invocando a Santíssima Trindade. Que nossos pensamentos sejam como os pensamentos de Deus Pai. Que nossos sentimentos sejam como os sentimentos de Jesus e que o nosso agir seja guiado pelo Espírito Santo:

T – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

A – Nesta preparação para a festa de Pentecostes, queremos, em oração, ficar bem unidos com Nosso Senhor Jesus Cristo. Que o Espírito Santo nos dê a conhecer o rosto de Deus, fonte do amor e da bondade.

T – Vinde, Espírito Santo! Ensinai-nos a reconhecer a face de Cristo em nossos irmãos e irmãs. Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons, luz dos corações. Fazei com que nossa oração nos aproxime mais do vosso mistério de amor.

Deus nos convida

A – Ao refletirmos, hoje, sobre esse pedido de perdão, precisamos aprender com Jesus a recompor a unidade através da reconciliação.

T – É preciso ser como Jesus, força que reúne o que está disperso, dividido por discórdias e falta de amor.

A – Jesus nos ensina a cuidar da vida com dedicação, do jeito que Deus-Pai cuida de cada um de nós e nos mostra o exemplo a ser seguido:

T – “Sede santos como o vosso Pai celeste é santo”.

A – Uma das exigências da fraternidade é o perdão. Devemos perdoar não só a quem merece o perdão, mas a quem dele precisa para ser libertado do peso das culpas e do isolamento.

T – “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”.

A – Queremos, no encontro de hoje, entender essas palavras de Jesus, pois, mais do que uma condição para o perdão elas nos exortam a viver a misericórdia, o amor que liberta e salva.

T – Queremos aprender sobre o amor, na escola de Jesus.

A Palavra nos orienta

A – Perdoar é curar feridas geradas pela falta de amor.

T – O perdão traz de novo a paz tanto para quem perdoa como para quem é perdoado.

Cântico de aclamação ao Evangelho

Proclamação do Evangelho (Lc 6, 37-42)

Reflexão

A – Ouvimos no Evangelho: “Não julgueis os outros e Deus não vos julgará; não condeneis e Deus não vos condenará”. Noutra passagem Jesus diz:

T – “Com a mesma medida com que medirdes, vós sereis medidos” (Mt 7, 2).

L1 – Jesus vincula o perdão do Pai ao esforço que devemos fazer para perdoar também a quem nos tem ofendido. Só recebe o perdão quem entra na dinâmica do amor, quem pelo menos se esforça para perdoar.

T – Isso não é ameaça, é um convite a entrar na dinâmica do amor.

L2 – No tempo de Jesus havia um costume de celebrar o ano do perdão. De sete em sete anos, todas as dívidas deveriam ser perdoadas.

T – E claro que não havia o mau costume de dar prejuízo aos outros.

L3 – Vejamos bem; quem toma dinheiro emprestado, contrai uma dívida e deve se esforçar para pagá-la. Quem ofende o outro, contrai uma dívida de amor e deve se esforçar para reparar a ofensa, ou seja, pagar a dívida de amor que contraiu.

T – Jesus parte desse costume do povo para ensinar sobre a reconciliação.

L4 – Naquele tempo, quem, mesmo se esforçando não conseguia pagar suas dívidas, recebia o perdão no ano do perdão, para recompor a fraternidade do povo.

T – Quem não conseguia pagar, mesmo tendo se esforçado para isso, alcançava o perdão.

A – Portanto, quando nos esforçamos para perdoar a quem nos ofendeu, se não conseguimos por nossos esforços, aí entra a misericórdia de Deus que nos dá o perdão, como lá acontecia no “ano do perdão”.

T – Só fica fora dessa dinâmica do amor quem se fecha com ódio no coração. Não perdoa e não se abre para ser perdoado.

A partilha nos enriquece

1 – Entendemos melhor o que significa “Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”?

2 – Quais as maiores alegrias que o perdão, dado ou recebido, traz para nosso coração?

Canto

A oração nos fortalece

A – Hoje aprendemos que o verdadeiro perdão é fruto da graça de Deus. Sozinhos nós somos fracos. Unidos com Deus nos tornamos fortes. Apresentemos nossas preces, confiantes na graça de Deus que pode transformar nossa vida:

L1 – Pela Igreja, sacramento de salvação, para que seja conduzida pelo Espírito Santo e anuncie o Evangelho não só com palavras, mas com atitudes de verdadeiro amor, rezemos:

T – Senhor, perdoai nossos pecados e ensinai-nos a perdoar.

L2 – Por todas as pessoas que carregam o coração ferido, cheio de mágoa e ressentimentos, para que se deixem curar pela graça santificadora de Deus, rezemos:

L3 – Pelos casais que sofrem por causa de incompreensões e até mesmo por infidelidades, para que encontrem, através do perdão, o caminho para recompor a paz na família, rezemos:

L4 – Por todas as pessoas que têm dificuldade para perdoar, para que confiem na misericórdia de Deus e busquem junto à cruz de Jesus a consolação de Deus-Pai, rezemos:

(Outras preces da comunidade)

A – Renovando nosso propósito de perdoar e buscar o perdão, recompondo a paz no coração e construindo a fraternidade no mundo, rezemos:

T – Pai nosso que estais nos céus…

Maria caminha conosco

A – Quando contemplamos Maria, a Senhora das dores, compreendemos a grandeza do seu amor e da sua confiança em Deus.

T – Ela soube confiar em Deus e por isso nunca perdeu a sua paz.

LI – Seus braços foram os primeiros a receber o corpo de Cristo na noite de Natal. Foram estes mesmos braços que, aos pés da cruz, receberam o corpo chagado e morto do Homem Deus.

T – No coração de Maria só reinava o amor.

A – Maria continuou serena e confiante mesmo quando parecia que Deus havia esquecido suas promessas de que Jesus seria grande, seria o Filho do Altíssimo e reinaria eternamente.

T – Ó Maria, Mãe das dores, curai os nossos corações machucados pelas ofensas. Ensinai-nos a grandeza de amar e perdoar.

Oração final

A – Nós vos agradecemos, Senhor nosso Deus, porque em vossa infinita bondade nos dais a graça de viver tão perto de vosso coração.

TFicai conosco, Senhor, pois longe de vós, nada poderemos fazer.

A – Queremos ser como Jesus, reparador dos estragos provocados pelos pecados.

TQueremos ser sol e chuva para todos, sem perguntar se merecem, mas unicamente se precisam.

A – Fazei com que nosso coração seja um novo Sacrário, morada de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que nosso corpo seja um templo do Espírito Santo.

T Guardai-nos de todo o mal, Senhor, e acompanhai nossos passos pelos caminhos que nos levam à feliz eternidade.

Ave Maria…, Glória ao Pai…

(Confirmar sempre o local e o horário da próxima novena).

Posted by: | Posted on: maio 17, 2012

6º Encontro da Novena de Pentecoste

Pai nosso que estais nos céus

(Para o dia 23 de Maio – Quarta-feira)

Acolhida e oração inicial

(Depois de acolher os participantes da novena, pode-se iniciar com um cântico).

A – Vamos iniciar esta novena invocando a Santíssima Trindade. Que nossos pensamentos sejam como os pensamentos de Deus Pai. Que nossos sentimentos sejam como os sentimentos de Jesus e que o nosso agir seja guiado pelo Espírito Santo:

T – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

A – Nesta preparação para a festa de Pentecostes, queremos, em oração, ficar bem unidos com Nosso Senhor Jesus Cristo. Que o Espírito Santo nos dê a conhecer o rosto de Deus, fonte do amor e da bondade.

T – Vinde, Espírito Santo! Ensinai-nos a reconhecer a face de Cristo em nossos irmãos e irmãs. Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons, luz dos corações. Fazei com que nossa oração nos aproxime mais do vosso mistério de amor.

 Deus nos convida

A – Prezados irmãos e irmãs, a Sagrada Escritura sempre nos lembra o convite amoroso que Deus nos faz para vivermos juntos como família. É freqüente a imagem do banquete, momento mais sagrado da partilha do pão e da amizade.

T – Deus nos convida para uma refeição em família. Quem partilha o pão partilha a vida.

A – Sentar-se à mesa e participar de uma refeição, é sinal de amizade e compromisso, de respeito e fidelidade. E por isso que nos Salmos encontramos o lamento de alguém que se sentiu traído e diz:

T – “Até aqueles que partilharam o pão em minha casa agora estão se voltando contra mim”.

A – Portanto, o que pedimos na oração do Pai-Nosso, “O pão nosso de cada dia nos dai hoje”, é ao mesmo tempo um pedido para que Deus nos dê o necessário para viver, mas é também um compromisso que estamos dispostos a assumir:

T – Quem recebe de Deus o pão de cada dia, deve corresponder a essa atitude de amor com gratidão e fidelidade.

A – Na Eucaristia, o banquete da vida, Jesus mesmo se fez Pão para sustentar a graça de Deus em nossos corações. Ele nos diz:

T – “Quem comer desse Pão viverá eternamente”.

A Palavra nos orienta

A – Pão é alimento, é fonte de vida. Na Eucaristia Cristo se faz alimento para nossa vida e vida eterna.

T – Em cada sacramento que celebramos, renovamos nossa comunhão com Cristo e nossa pertença à Comunidade-Igreja.

Cântico de aclamação ao Evangelho

Proclamação do Evangelho (Mc 14, 12-25)

 Reflexão

A – A Eucaristia, fonte e ponto alto da vida cristã, faz com que nossas paróquias sejam sempre comunidades eucarísticas que vivem sacramentalmente o encontro com o Cristo Salvador.

T – Em cada sacramento, celebramos uma etapa de nossa vida.

L1 – No Batismo celebramos a incorporação de um novo membro a Cristo e a seu corpo que é a Igreja.

T – Na Confirmação ou Crisma, o que celebramos?

L2 – Celebramos a confirmação do compromisso batismal e escolhemos pertencer de fato à Comunidade-Igreja.

T – E quando nos distanciamos da graça de Deus, como podemos buscar o perdão?

L3 – Na Penitência ou Reconciliação, celebramos a conversão que todos necessitamos para combater o pecado, que nos faz incoerentes com os compromissos batismais.

T – Quando experimentamos a fragilidade física, temos a Unção dos Enfermos.

L4 – Na Unção dos Enfermos celebramos nossa entrega nas mãos de Deus e o significado mais profundo de nossa pertença à comunidade de salvação.

T – Quem escolhe ser padre, recebe o Sacramento da Ordem.

L – No Sacramento da Ordem celebramos o dom do ministério apostólico que continua sendo exercido na Igreja para o serviço pastoral de todos os fiéis.

T – E para constituir famílias, dando continuidade à obra da criação, temos o Sacramento do Matrimônio.

A – No Matrimônio celebramos o amor entre o casal que, como graça de Deus, germina e cresce até a maturidade, atualizando a aliança de amor que fizeram ao se casar.

A partilha nos enriquece

1 – Nós temos valorizado os sacramentos como momentos de renovação da graça de Deus em nossas vidas?

2 – O que temos feito para que nunca falte o pão de cada dia na mesa dos pobres de nossa comunidade?

Cântico

A oração nos fortalece

A – Jesus nos ensina a buscar os dons de Deus e a zelar também pela vida de nossos irmãos e irmãs mais necessitados. Confiantes na bondade de Deus que sempre nos ampara em nossas fraquezas, apresentemos nossas preces:

L1 – Pela Igreja, para que saiba motivar todos os cristãos a viverem de maneira concreta a Eucaristia, partilhando o pão e a vida, rezemos:

T – Senhor Jesus, fazei nosso coração semelhante ao vosso.

L2 – Por todas as pessoas que dedicam a vida a serviço de Deus e dos irmãos, para que não se desanimem diante das incompreensões e até das calúnias, mas saibam confiar na graça de Deus que conduz as suas vidas, rezemos:

L3 – Por todas as pessoas que sofreram alguma decepção na comunidade, para que saibam reconhecer que as pessoas podem falhar, mas que Deus nunca falha em seu amor por nós, rezemos:

L4 – Pelo sacerdote que atende nossa comunidade e por todos os sacerdotes, para que sejam sempre iluminados pelo Espírito Santo e encontrem em nossa comunidade e em nossas famílias o acolhimento fraterno, rezemos:

(Outras preces da comunidade)

A – Rezando com Jesus queremos aprender com ele a buscar, junto com nossos irmãos, o pão de cada dia, valorizando a Eucaristia, o verdadeiro Pão da Vida, alimento que pode saciar de fato a fome da humanidade.

Rezemos:

T – Pai nosso que estais nos céus…

Maria caminha conosco

A – Quando Jesus, na cruz, disse a João “Eis aí tua Mãe” (Jo 19,27), não foi só a esse discípulo que a deixou. Logo após encontramos Maria orando com os apóstolos no cenáculo, à espera do Espírito Santo. Durante toda a história do cristianismo, Maria foi sempre a presença materna na família cristã.

T – Olhai por nós, ó Mãe querida. Abençoai e protegei nossas famílias.

L1 – Com o vosso carinho materno, ensinai-nos a olhar pelos irmãos e irmãs empobrecidos.

T – Ensinai-nos a partilhar o pão de cada dia. Pão que alimenta, pão da alegria, pão da fraternidade.

A – Intercedei a Deus por nós. Concedei-nos a graça de viver e crescer sempre em comunhão com Cristo e com os irmãos.

T – Rogai por nós Santa Mãe de Deus, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração final

A – Nós vos agradecemos, Senhor nosso Deus, porque em vossa infinita bondade nos dais a graça de viver tão perto de vosso coração.

T – Ficai conosco, Senhor, pois longe de vós, nada poderemos fazer.

A – Queremos ser como Jesus, reparador dos estragos provocados pelos pecados.

T – Queremos ser sol e chuva para todos, sem perguntar se merecem, mas unicamente se precisam.

A – Fazei com que nosso coração seja um novo Sacrário, morada de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que nosso corpo seja um templo do Espírito Santo.

T Guardai-nos de todo o mal, Senhor, e acompanhai nossos passos pelos caminhos que nos levam à feliz eternidade.

Ave Maria…, Glória ao Pai…

(Confirmar sempre o local e o horário da próxima novena).

Posted by: | Posted on: maio 17, 2012

5º Encontro da Novena de Pentecoste

(Para a terça-feira, dia 22 de maio)

Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu

Acolhida e oração inicial

(Depois de acolher os participantes da novena, pode-se iniciar com um cântico).

A – Vamos iniciar esta novena invocando a Santíssima Trindade. Que nossos pensamentos sejam como os pensamentos de Deus Pai. Que nossos sentimentos sejam como os sentimentos de Jesus e que o nosso agir seja guiado pelo Espírito Santo:

T – Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

A – Nesta preparação para a festa de Pentecostes, queremos, em oração, ficar bem unidos com Nosso Senhor Jesus Cristo. Que o Espírito Santo nos dê a conhecer o rosto de Deus, fonte do amor e da bondade.

T – Vinde, Espírito Santo! Ensinai-nos a reconhecer a face de Cristo em nossos irmãos e irmãs. Vinde, Pai dos pobres, doador dos dons, luz dos corações. Fazei com que nossa oração nos aproxime mais do vosso  mistério de amor.

Deus nos convida

A – Ao celebrar este quinto dia da novena, chegamos ao meio da nossa caminhada para a festa de Pentecostes. Queremos estar como os apóstolos, em oração, para que venha também sobre nós o Espírito Santo.

T – Vinde, Espírito Santo, fortalecei a unidade da Igreja, família de Deus.

A – Como comunidade cristã, somos chamados a continuar as obras de Jesus, para que o mundo seja do jeito que o Pai planejou. O que garante a nossa união com Deus não são só as palavras, mas também as obras de amor.

T – “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”.

A – Pertencer à família de Deus é colocar em prática o que pedimos na oração do Pai-Nosso:

T – “Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu”.

A – E Jesus mesmo nos diz: “Todo aquele que fizer a vontade de meu Pai, esse é meu irmão, é minha irmã, é minha mãe”.

T – Concedei-nos, Senhor, a graça de pertencer à vossa família.

A Palavra nos orienta

A – O convite de Deus é feito a cada um de nós, mas a resposta depende da nossa capacidade de corresponder à vocação que recebemos.

T – Que nossos ouvidos estejam atentos e que nosso coração acolha a Palavra de Deus.

Cântico de aclamação ao Evangelho

Proclamação do Evangelho (Mt 21, 28-32)

Reflexão

A – Para fazer a vontade de Deus, ou seja, para perseverar no caminho do bem, ninguém pode considerar-se forte pelas suas próprias forças, mas somente pela bondade e pela misericórdia de Deus.

T – Só quem experimenta o amor de Deus é capaz de amar como Jesus nos ama.

L1 – Não é vergonhoso conviver com as fraquezas. Jesus mesmo experimentou a fragilidade humana diante do sofrimento. Ele chegou a pedir ao Pai:

T – “Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice” (Mt 26, 39)

L2 – E para dar exemplo aos seus discípulos, para que eles não buscassem fazer a sua própria vontade, e sim a de Deus, Jesus acrescenta em seguida:

T – “Não se faça, porém, o que eu quero, mas o que tu queres”.

L3 – Noutra passagem Jesus diz: “Não desci do céu para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou” (Jo 6, 38).

T – Senhor, ajudai-nos a descobrir a grandeza do vosso amor e fazer sempre a vossa vontade.

L4 – Jesus sabe que fazer a vontade do Pai é agir em favor de cada um de nós, por isso ele diz: “E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que não se perca nenhum de todos aqueles que o Pai me entregou, mas que o ressuscite no último dia”.

T – Mesmo que nossas palavras sejam vacilantes, dai-nos, Senhor, firmeza para fazer a vossa vontade.

A – A vida de harmonia, fruto da vontade de Deus realizada no céu, inspira nosso esforço para construir, na terra, uma sociedade de Justiça e de Paz.

A partilha nos enriquece

1 – Em nosso agir, nós nos identificamos com qual dos filhos citados no Evangelho de hoje?

2 – O que consideramos mais importante para que a Igreja faça acontecer na terra a vontade de Deus?

Canto

A oração nos fortalece

A – Sabemos que a vontade de Deus é o que Cristo fez e ensinou: humildade na conduta, firmeza na fé, moderação nas palavras, retidão nas ações, misericórdia no relacionamento com as pessoas. Em oração, apresentemos a Deus nossas necessidades:

L1 – Para que sejamos mais abertos à ação do Espírito Santo e assim possamos trabalhar com humildade e alegria na obra de Deus, rezemos:

T – Ensinai-nos, Senhor, a fazer a vossa vontade.

2 – Por todas as pessoas que trabalham para promover a Justiça e a Paz, para que sejam sustentadas pela graça de Deus e possam contar com o apoio e a colaboração de toda a comunidade, rezemos:

L3 – Por todos os nossos parentes e amigos que já partiram para a eternidade, para que, tendo procurado fazer a vontade de Deus aqui na terra, participem com Cristo da glória eterna no céu, rezemos:

L4 – Por todas as pessoas que se dedicam a promover e defender a vida, ajudando os pobres, visitando os doentes e lutando pela justiça, para que sejam firmes na fé e perseverantes nas obras de caridade fraterna, rezemos:

(Outras preces da comunidade)

A – Dai-nos, Senhor, a graça de um coração aberto e acolhedor para fazer sempre a vossa vontade. Fazei-nos viver unidos com Jesus, em atitude de oração, com o coração voltado para a fonte do amor que é a Santíssima Trindade. Rezemos:

T – Pai nosso que estais nos céus…

Maria caminha conosco

A – No coração de Maria não havia lugar para mais nenhum desejo a não ser fazer a vontade de Deus, conforme ele lhe manifestava. Maria encontrou sua alegria em corresponder ao amor do Pai acolhendo com carinho o Filho que lhe foi confiado.

T – “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa vontade”.

L1 – Maria canta a beleza de poder colaborar com Deus na obra de salvação de toda a humanidade. Ela sabe que o amor que Deus manifestou a ela será lembrado de geração a geração.

T – “Todas as gerações me chamarão de bem-aventurada”.

A – Assim como Maria esteve firme ao pé da cruz, assim como permaneceu em oração com os apóstolos, assim como viveu a alegria de Pentecostes, que Maria permaneça conosco, todos os dias de nossas vidas.

T – Guardai-nos, ó Mãe querida, sob a vossa maternal proteção.

Oração final:

A – Nós vos agradecemos, Senhor nosso Deus, porque em vossa infinita bondade nos dais a graça de viver tão perto de vosso coração.

TFicai conosco, Senhor, pois longe de vós, nada poderemos fazer.

A – Queremos ser como Jesus, reparador dos estragos provocados pelos pecados.

TQueremos ser sol e chuva para todos, sem perguntar se merecem, mas unicamente se precisam.

A – Fazei com que nosso coração seja um novo Sacrário, morada de Nosso Senhor Jesus Cristo, e que nosso corpo seja um templo do Espírito Santo.

T Guardai-nos de todo o mal, Senhor, e acompanhai nossos passos pelos caminhos que nos levam à feliz eternidade.

Ave Maria…, Glória ao Pai…

(Confirmar sempre o local e o horário da próxima novena).