Magníficat,

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Posted by: | Posted on: maio 15, 2012

Encontro de Oração do dia 17 de Maio –

Sua misericórdia se estende de geração em geração.

Acolhida

  • Acolher com muita alegria as pessoas que chegam ao lugar  marcado para o encontro.
  • Criar um bom ambiente e dar as boas-vindas a todos.
  • Preparar uma imagem de Nossa Senhora, a Bíblia, flores e uma vela
  • Motivar o encontro

Maria então disse: “Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem” (Lc 1,50)

Na primeira parte do Magnificat, Maria louvou o Senhor pelo que tinha realizado com a sua humilde serva. Agora, como Filha de Sião, o louva em nome de seu povo. Começa destacando a misericórdia de Deus sobre aqueles que o temem. É próprio do Senhor ser misericordioso para com suas criaturas. Com carinho imenso olha para os que dele necessitam e a ele acorrem. Mas seu amor é impaciente: mais do que esperar seus filhos, vai ao encontro deles, para socorrê-los em suas necessidades.

Para manifestar sua misericórdia, Deus não se dirige a grupos anônimos, mas a pessoas concretas: dirige-se a Abraão, a Moisés, a Davi, a Salomão, a Isaías, aos nossos pais. Antes, não se via o rosto de Deus. Ele se manifestava numa sarça ardente, numa nuvem ou numa coluna de fogo. Na plenitude dos tempos, isso mudou: “nestes dias, que são os últimos, falou-nos por meio do Filho”. Em breve Maria iria descobrir que, em seu Filho, Deus tem um rosto que sorri, uma mão que acaricia, um olhar que envolve, e braços que se estendem. Ou, numa linguagem mais teológica: “Jesus trabalhou com mãos humanas, pensou com inteligência humana, agiu com vontade humana e amou com coração humano”.

Seguindo a pedagogia do Antigo Testamento, quando abria a boca e ensinava, Jesus se dirigia a pessoas concretas, com nome, história, problemas etc. Pessoas muitas vezes machucadas e tristes, abatidas e preocupadas. E era o rosto de seu Pai que via nelas. Por isso, ao lhes falar de sua misericórdia, contava parábolas ou dava exemplos que cada um de seus ouvintes entendia. A parábola do Filho Pródigo, nesse sentido, é inigualável.

O relacionamento misericordioso que tinha com os homens e as mulheres, as crianças e os jovens de seu tempo, Jesus quer ter hoje com todos — com você, particularmente. Ao desejar manter um relacionamento pessoal com cada irmão ou irmã que conquistou com seu sangue, quer que todos passem pela experiência vivida por Paulo, assim sintetizada: “Ele me amou e se entregou por mim”.

“Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem”. Maria tinha razão. Pertencemos a uma geração que, sob inúmeras formas, faz experiências renovadas da misericórdia de Deus. Temos até um domingo — o segundo da Páscoa — para nos debruçar especificamente sobre o rosto misericordioso de Deus. Não será esse um sinal de que Deus nos quer ver, imitando Maria, isto é, proclamando ao mundo sua misericórdia? Não é justamente de misericórdia que nosso mundo mais precisa?

Oração

Mãe de Jesus e minha Mãe! Eis-me aqui. Como sabes, sou pecador, sou limitado. Suplico-te, filha predileta do Pai, que, durante o dia de hoje, me ensines a caminhar na santidade. Unido a meus irmãos e irmãs, devo trabalhar para construir uma Igreja santa, que viva de acordo com a vontade de Deus. Tu, desde o primeiro momento de tua existência, foste preservada do pecado original, em virtude dos méritos de Jesus, de quem deverias tornar-te Mãe. Sobre ti o pecado e a morte não tiveram poder. Intercede por mim, intercede por meus irmãos e irmãs, Mãe querida, para que sejamos santos, como Deus é Santo. Amém.

Compromisso para o dia de hoje

Tomar consciência das manifestações da misericórdia do Senhor em sua vida nas últimas semanas e praticar essa virtude (a da misericórdia) pelo olhar, pelas palavras, pelas atitudes.

Posted by: | Posted on: maio 14, 2012

Encontro de Oração para o dia 16 de Maio

“O seu Nome é Santo!”

Acolhida

  • Acolher com muita alegria as pessoas que chegam ao lugar  marcado para o encontro.
  • Criar um bom ambiente e dar as boas-vindas a todos.
  • Preparar uma imagem de Nossa Senhora, a Bíblia, flores e uma vela
  • Motivar o encontro

 Maria então disse:“O seu nome é Santo” (Lc 1,49).

 O nome de Deus, segundo o Antigo Testamento, confunde-se com ele mesmo. Seu nome é sua própria realidade, é sua “essência”. Por isso, foi revelado a Moisés: “Não pronunciarás o nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não deixará sem castigo quem pronunciar seu nome em vão”.

Santo é o termo bíblico que melhor expressa a transcendência de Deus, porque Deus é Santo, é o Santo, é “três vezes Santo”. Somente ele é Santo. Procurando demonstrar seu infinito amor por seu povo, apesar das infidelidades deste, Deus, através do profeta Oséias, destacou que não poderia ser confundido com um homem. Sua maneira de tratar os que ama não tem nada de semelhante com o jeito humano de ser: “Eu sou um Deus, não um ser humano, sou o Santo no meio de ti, não venho com terror! “.

A Virgem Maria, ao proclamar o Magnificat, devia ter diante de si as palavras que o anjo Gabriel lhe havia dito: “Aquele que vai nascer será chamado Santo”. Essa proclamação da santidade de Deus é o ponto alto de seu cântico. Maria engrandece o Senhor porque é Santo.

No início do terceiro milênio, quis o papa João Paulo II que a Igreja tivesse diante de si objetivos claros, para que pudesse resplandecer “cada vez mais na variedade dos seus dons e na unidade do seu caminho”. Em vista disso, preparou a Carta Apostólica Novo Milennio Ineunte (No início do Terceiro Milênio), rica de orientações.

Mesmo sabendo que cada diocese tem particularidades próprias, o papa assumiu o desafio de apontar algumas prioridades pastorais, válidas para todas. E, para surpresa de muitos, a primeira prioridade pastoral apontada foi a santidade.

A santidade é “o horizonte para o qual deve tender todo o caminho pastoral”. O batismo é um ingresso na santidade de Deus. Santo é o batizado que se purifica e se renova profundamente, consciente de que pertence àquele que é Santo. Paulo disse isso com palavras que não deixam qualquer dúvida: “A vontade de Deus é que sejais santos”. Devia ter diante de si os ensinamentos de Jesus no Sermão da Montanha: “Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

A santidade não é uma meta reservada a uma elite, a alguns privilegiados, mas todos os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Nenhum batizado— nenhum! — poderá se contentar com uma vida medíocre ou superficial, pois seu Senhor é Santo.

Oração

Mãe de Jesus e minha Mãe! Eis-me aqui. Como sabes, sou pecador, sou limitado. Suplico-te, filha predileta do Pai, que, durante o dia de hoje, me ensines a caminhar na santidade. Unido a meus irmãos e irmãs, devo trabalhar para construir uma Igreja santa, que viva de acordo com a vontade de Deus. Tu, desde o primeiro momento de tua existência, foste preservada do pecado original, em virtude dos méritos de Jesus, de quem deverias tornar-te Mãe. Sobre ti o pecado e a morte não tiveram poder. Intercede por mim, intercede por meus irmãos e irmãs, Mãe querida, para que sejamos santos, como Deus é Santo. Amém.

Compromisso para o dia de hoje

Preparar-se, mesmo que remotamente, para a confissão, com um exame de consciência que parta de sua vocação à santidade.

Posted by: | Posted on: maio 14, 2012

Encontro de Oração do dia 15 de maio

“O Poderoso fez para mim coisas grandiosas”

Acolhida 

  • Acolher com muita alegria as pessoas que chegam ao lugar  marcado para o encontro.
  • Criar um bom ambiente e dar as boas-vindas a todos.
  • Preparar uma imagem de Nossa Senhora, a Bíblia, flores e uma vela
  • Motivar o encontro

Maria então disse. “Todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz, porque o Todo-Poderoso fez para mim coisas grandiosas” (Lc 1,48-49).

De quantos títulos e nomes de Maria você seria capaz de se lembrar neste momento? Por mais que sua lista seja grande, será incompleta. Sim, porque seus nomes e títulos são milhares, alguns de origem bíblica, outros nascidos no coração da Igreja. Realmente, “todas as gerações, de agora em diante, me chamarão feliz…”

Essa profecia cumpriu-se ao longo dos séculos. Mas, dois mil anos atrás, ao menos até Pentecostes, Maria viveu uma situação semelhante à de seu Filho: um enaltecimento, mesmo que indireto, aqui (“Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”) e uma advertência, como a de Simeão, ali (“Uma espada traspassará tua alma!”). Ela viveu sua missão na fé, no silêncio e na simplicidade. Quando contemplava o Menino Jesus, devia experimentar um misto de admiração e mistério: era carne de sua carne, bendito fruto de seu ventre. Gestara-o por nove meses e podia apertá-lo nos braços e lhe dizer: “Meu filho!” No momento seguinte, talvez experimentasse uma sensação estranha, pois era Deus que estava ali, no seu colo. Deus com o rosto de uma criança. Poderia gritar, apontando-o a todos: “Esta criança é Deus, e Deus é meu Filho!” Quem não consegue imaginar a reação de incredulidade que suas palavras causariam…?

Não foi em vista de seu esforço ou méritos que Maria conseguiu as virtudes que a ornaram, as graças e os títulos que hoje ostenta. Maria é obra de Deus. O que podemos fazer é ficar atentos à ação do Senhor nessa sua escolhida, para descobrir os dons com que a agraciou. Foi em vista de seu Filho que nela realizou maravilhas, as “coisas grandiosas” a que Maria se referiu no Magnificat. Deu-lhe sua ternura, sua bondade e sua pureza e, olhando para a humildade dessa sua serva, chamou-a “cheia de graça”.

Os fiéis percebem a santidade de Maria e a veneram como rainha gloriosa no céu. Sabem que conheceu de perto a pobreza e foi emigrante, viu o Filho sendo julgado e condenado como criminoso, e participou de perto de seus sofrimentos. Alegram-se com ela pela ressurreição de Jesus e celebram com alegria suas festas, participam com entusiasmo de suas procissões, vão em peregrinação a seus santuários e gostam de cantar em seu louvor. Estão tão certos de que ela intercede em seu favor que imploram sua proteção: rogai por nós, pecadores!

“Todas as gerações” — também a nossa! — reconhecem o que o Todo-Poderoso realizou em Maria e a chamam de “feliz”.

Oração

Mãe de Jesus e minha Mãe! A ti a humanidade recorre em suas necessidades e invoca com inúmeros nomes e títulos. Cada um deles lembra teu amor maternal por um grupo de teus filhos, por um lugar ou todo um país. Lembra, também, tua proteção em momentos de dor de doença ou de alegria. Por toda parte és aclamada como Rainha, pois teus filhos sentem em suas vidas tua amorosa intercessão. Também eu sou  testemunha de que o Todo-Poderoso fez em ti grandes coisas. Por isso, lembrado daquele que é o fundamento de todos os outros títulos — Mãe de Jesus —, peço-te: sê para todos a Estrela que conduz a teu Filho. Amém.

Compromisso para o dia de hoje

Reze sua ladainha de Nossa Senhora com base em títulos que se lembrar, em fatos marianos que recordar, em graças que obteve através dela.

Posted by: | Posted on: agosto 9, 2010

Leitura Orante do Magnificat

MagnificatVamos fazer o passo a passo para a meditação do texto do Magnificat – Lucas 1,46-55

Coloque-se diante de Deus, em um lugar tranqüilo, onde você pode ficar em sintonia com o Pai.

  1. Abra seu coração e faça uma oração invocando o Espírito Santo
  2. Leia o texto do Magnificat; primeiro uma leitura direta, sem se deter. Depois faça outra leitura pausada, observando bem cada frase, seu significado.
  3. Medite sobre o texto: Qual é a realidade onde o cântico está inserido? O que ele diz sobre essa realidade?
  4. Reflita bem sobre o texto, deixe que ele cale fundo em seu coração. Para ajudar sua reflexão, leia o texto: 

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