Eucaristia,

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Posted by: | Posted on: abril 21, 2014

Simbolos da Fé – Memorial

A TV Aparecida preparou um vídeo sobre a Instituição da Eucaristia, o Memorial da nossa Fé. É um vídeo que, por meio de uma encenação simples, nos fala sobre a última Ceia e a Instituição da Eucaristia, a instituição do Sacerdócio e o Lavapés realizados por Jesus.

É um vídeo muito útil na Catequese, para ensinar as crianças e adolescentes sobre esse Memorial. Com certeza ele vai animar o debate sobre o tema e alimentar a reflexão daqueles que se preparam para receber a Eucaristia, ou mesmo para receber o Crisma.

FONTE: REDE APARECIDA
A TV de Nossa Senhora

Posted by: | Posted on: agosto 14, 2012

Manuais de Formação Litúrgica

Antônio Francisco Bohn

O autor nos oferece três manuais que vão auxiliar na formação das pessoas que estão diretamente envolvidos nas Celebrações Litúrgicas nas comunidades paroquiais. Essa formação é muito importante e não deve ser menosprezada.

Manual de formação de ministro da Eucaristia

A colaboração de ministros extraordinários da comunhão é imprescindível nas paróquias. Este manual, dedicado a eles, foi preparado para colaborar na formação dos ministros e aprofundar alguns temas, como: ministros extraordinários da comunhão; ministérios litúrgicos; o ano litúrgico, as cores, objetos e livros litúrgicos; os sacramentos; eucaristia: fundamentos bíblico-teológicos; eucaristia: nomes e significados e, finalmente, a eucaristia e compromisso – o atendimento pastoral.

Manual de formação de coroinhas

A formação de coroinhas para auxiliar nas Celebrações Eucarística é uma necessidade das paróquias nos dias de hoje. Além da dedicação e empenho no serviço litúrgico, o grupo de coroinhas é um espaço vocacional, onde nascem e crescem inúmeros ministérios. Este manual de formação de coroinhas foi preparado para aqueles que desejam servir ao altar e os que já realizam essa função. É conveniente que haja a organização de equipes paroquiais para o estudo e aprofundamento do manual. O interesse pela casa e pelas coisas de Deus será expresso em atos litúrgicos melhor compreendidos e celebrados com dignidade. Desempenhando este serviço à comunidade paroquial, ao lado de outros ministérios litúrgicos, os coroinhas estarão atuando em sintonia e unidade.

Manual de formação de equipes de liturgia

As equipes de liturgia são fundamentais na estrutura de uma paróquia, pois a Celebração Litúrgica é inerente à comunidade eclesial. Este manual de formação prevê 11 grandes temas, subdivididos em outros, para formação das equipes. Alguns temas gerais são apresentados: a celebração do mistério cristão; buscando compreender a liturgia; comunicação e liturgia; a linguagem dos símbolos, o ano litúrgico, as cores e livros litúrgicos; os ministérios litúrgicos; a palavra de Deus na liturgia; a estrutura da celebração e, finalmente, a própria celebração.

Posted by: | Posted on: maio 28, 2012

Tríduo de Preparação para a Festa de Corpus Christi

(Esse Tríduo será realizado nos dias 4, 5 e 6 de junho, preparando a Festa que acontecerá no dia 7 de junho de 2012)

ORIENTAÇÕES GERAIS

1. O Tríduo em preparação à solenidade de Corpus Christi, poderá ser celebrado nas igrejas e também ser realizado nas famílias, nos grupos ou individualmente.

2. Preparar sempre o ambiente da Celebração providenciando: cruz, bíblia, velas, alguma foto ou cartaz sobre a eucaristia, flores e outros elementos que possam ajudar a rezar.

3. Em cada dia do Tríduo, acender velas: uma vela no 1º dia; duas, no 2º dia e três, no 3º dia (poderá ser feito um arranjo semelhante à Coroa do Advento, em formato triangular com uma vela em cada ponta ou usar um castiçal com três braços).

4. Cada participante leve a sua Bíblia. Os cantos podem ser outros diferentes dos que são sugeridos, mas adequados ao tema e conhecidos pelo grupo.

5. A cada dia, levar algum alimento para que seja partilhado com os mais pobres.

6. Se a celebração for feita na igreja/capela, destacar e valorizar a presença eucarística. Portanto, podem–se utilizar os textos aqui propostos para um momento de Adoração do Santíssimo Sacramento, acrescentando necessariamente alguns momentos de silêncio e, se for o caso, outras leituras e cânticos.

7. Após a celebração, o grupo ou família pode fazer um “ágape fraterno” (confraternização, partilha) no local da celebração.

ORAÇÃO DE ABERTURA

(para todos os dias)

CÂNTICO

  1. Embora sendo muitos, é um o nosso Deus; com ele vamos juntos, seguindo os passos seus.

Na vida caminha quem come deste pão. Não anda sozinho quem vive em comunhão.

  1. Formamos a Igreja, o corpo do Senhor; que em nós o mundo veja a luz do seu amor.

SAUDAÇÃO

D. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito

Santo.

T. Amém.

D. Vamos nos preparar para participar ativamente da grande festa de Corpus Christi, realizando com fé estes dias do Tríduo. Retomemos as palavras do Hino do 4º Congresso Eucarístico Nacional, que se realizou em São Paulo, há 70 anos atrás.

T. Filhos de uma pátria livre, livres dobramos os joelhos para, ó Jesus, te adorar solenemente, afirmando nossa fé, nossa esperança no sacramento do Altar. Por nossos bens, nossa história, por esse solo bendito onde tivemos o ser, por tudo quanto nos deste, erguemos a ti nossos braços e vimos te agradecer.  

D. O Espírito Santo renove nosso amor à presença eucarística do Senhor e nos ajude a celebrar bem esse dia do Tríduo da solenidade do Santíssimo Sacramento do Corpo e do Sangue de Cristo.

CÂNTICO

Vem, Espírito Santo, vem, vem iluminar.

1. Nossos caminhos vem iluminar.

Nossas idéias vem iluminar.

Nossas angústias vem iluminar.

As incertezas vem iluminar.

2. Toda a Igreja vem iluminar.

A nossa vida vem iluminar.

Nossas famílias vem iluminar.

Toda a terra vem iluminar.

D. Senhor Jesus Cristo, neste admirável Sacramento nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós que viveis e reinais para sempre.

T. Amém.

ORAÇÃO DE ENCERRAMENTO

(para todos os dias)

D. Rezemos em dois coros os nossos louvores:

H – Bendito seja Deus.

M – Bendito seja seu santo nome.

H – Bendito seja Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

M -Bendito seja o nome de Jesus.

H – Bendito seja o seu sacratíssimo Coração.

M -Bendito seja seu preciosíssimo Sangue.

H – Bendito seja Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento do Altar.

M -Bendito seja o Espírito Santo, Paráclito.

H – Bendita seja a grande Mãe de Deus, Maria Santíssima.

M -Bendita seja a sua santa e Imaculada Conceição.

H – Bendita seja a sua gloriosa assunção.

M -Bendito seja o nome de Maria, Virgem e Mãe.

H – Bendito seja São José, seu castíssimo esposo.

M -Bendito seja Deus nos seus anjos e nos seus santos.

ORAÇÃO

(Quem dirigiu o encontro convida os irmãos para fazerem a Oração dos Fiéis.)

Cada participante faz uma oração espontânea, rezando por si mesmo e pela comunidade, pedindo a Deus que realize em nós e na comunidade a Palavra de Deus e a da Igreja, que meditamos.

PAI NOSSO

(o dirigente convida todos a rezarem o Pai Nosso)

Pai Nosso, que estais no céu…

D. Oremos: Ó Deus, que nos destes o verdadeiro Pão do céu, concedei-nos que, pela força deste alimento espiritual, vivamos sempre em vós e ressuscitemos gloriosos no último dia. Por Cristo, nosso Senhor.

T. Amém.

D. Graças e louvores se dêem a todo momento.

T. Ao Santíssimo e digníssimo Sacramento. 

(encerrar com um canto final apropriado, à escolha)

Posted by: | Posted on: maio 28, 2012

Tríduo de Corpus Christi – Primeiro dia

(Para ser realizado no dia 04/06)

A EUCARISTIA EDIFICA A IGREJA

1. Acender a 1ª vela e fazer a Oração de Abertura (ver na primeira postagem deste Tríduo);

2. Palavra do Senhor – Jo 6,53-58 ou Jo 15,1-17;

3. Para acolher a Palavra de Deus, seguir de certo modo, os passos da leitura orante:

a) Uma pessoa faz a leitura do texto proposto.

b) Em seguida, num tempo de silêncio, cada participante relê o texto na sua Bíblia, procurando entender o Deus quer lhe dizer (meditação).

c) Depois, partilhe suas descobertas, esclareça suas dúvidas e repita a frase ou a palavra que você deseja que Deus realize em sua vida.

d) Assuma um pequeno compromisso a partir da leitura (contemplação).

e) Conclua esta parte rezando o Salmo 22(23), do Bom Pastor.

4. Depois de ter acolhido a Palavra de Deus, medite a Palavra da Igreja, como abaixo.

ORAÇÃO DE ABERTURA

PALAVRA DA IGREJA

João Paulo II, Carta Ecclesia de Eucharistia, 21-25

D. Pelo sacramento do Pão Eucarístico, ao mesmo tempo é representada e se realiza a unidade dos fiéis, que constituem um só corpo em Cristo, como nos ensina São Paulo.

T. Nós somos muitos, mas formamos um só corpo, / que é o Corpo do Senhor, a sua Igreja; / pois todos nós participamos do mesmo pão da unidade, / que é o Corpo do Senhor, a Comunhão.

L1. Disse Jesus: “quem come a minha carne e bebe o meu sangue vive em mim, e eu vivo nele. Quem se alimenta de mim vai viver por causa de mim”. Por isso, podemos dizer não só que cada um de nós recebe Cristo, mas também que Cristo recebe cada um de nós.

T. Jesus fortalece a sua amizade conosco: Vocês são meus amigos. Permaneçam em Mim e Eu permanecerei em vocês (Jo 15, 4.14-15).

L2. Os Apóstolos, na última Ceia, entraram pela primeira vez em comunhão sacramental com Jesus Cristo. Desde então e até ao fim dos séculos, a Igreja se edifica através da comunhão sacramental com o Filho de Deus imolado por nós: “Fazei isto em minha memória”.

T. A Igreja vive da Eucaristia!

L3. A nossa união com Cristo, que é dom e graça para cada um, faz com que, n’Ele, sejamos parte do seu corpo total que é a Igreja. A Eucaristia consolida a incorporação em Cristo, que se realizou no Batismo pelo dom do Espírito.

T. Queremos também agora dizer o que rezamos na Oração Eucarística: “Fazei de nós um só corpo e um só espírito”!

D. São João Crisóstomo comenta: “O que é o pão? É o Corpo de Cristo. E em que se transformam aqueles que o recebem? No Corpo de Cristo; não muitos corpos, mas um só corpo De fato, tal como o pão é um só apesar de constituído por muitos grãos, e estes, embora não se vejam, todavia estão no pão, assim também nós estamos unidos reciprocamente entre nós e, todos juntos, com Cristo”.

T. O Pão da vida, a Comunhão, nos une a Cristo e aos irmãos, e nos ensina a abrir as mãos para partir, repartir o pão.

L1. Pela comunhão eucarística a Igreja consegue, cada vez mais profundamente, ser “em Cristo, como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano” (LG 1). A Eucaristia, construindo a Igreja, cria comunidade entre os homens e mulheres, dispersos pelo pecado.

T. Na vida caminha quem come deste pão. Não anda sozinho quem vive em comunhão. D. Também o culto prestado à Eucaristia fora da Missa edifica a Igreja, pois está ligado intimamente com a celebração eucarística. A adoração eucarística realiza nossa comunhão espiritual com o Senhor Jesus. Dela nos falam os santos.

L2. Santo Afonso Maria de Ligório disse: “A devoção de adorar Jesus sacramentado é a primeira de todas as devoções, a mais agradável a Deus e a mais útil para nós”. T. Louvor e glória a Cristo, hoje e para sempre.

L3. O Beato João Paulo II deixou-nos seu testemunho: “É bom demorar-se com Ele [Jesus eucarístico] e, inclinado sobre o seu peito como o discípulo predileto, deixar-se tocar pelo amor infinito do seu coração. Como não sentir de novo a necessidade de permanecer longamente, em diálogo espiritual, adoração silenciosa, atitude de amor, diante de Cristo presente no Santíssimo Sacramento? Quantas vezes, meus queridos irmãos e irmãs, fiz esta experiência, recebendo dela força, consolação, apoio!”

T. Louvor e glória a Cristo, hoje e para sempre.

D. A Eucaristia é um tesouro inestimável: não só a sua celebração, mas também o permanecer diante dela fora da Missa permite-nos beber na própria fonte da graça, contemplar melhor o rosto de Cristo, e faz perdurarem e se multiplicarem os frutos da comunhão do corpo e sangue do Senhor.

T. Louvor e glória a Cristo, hoje e para sempre.

ORAÇÃO DE ENCERRAMENTO

(publicada no primeiro post do Tríduo)

Posted by: | Posted on: maio 28, 2012

Tríduo de Corpus Christi – Segundo Dia

A PARÓQUIA, COMUNIDADE EUCARÍSTICA

1. Acender as duas velas e fazer a Oração de Abertura (ver no início deste roteiro);

2. Palavra do Senhor – At 2,37-47;

3. Para acolher a Palavra de Deus, seguir de certo modo, os passos da leitura orante:

a) Uma pessoa faz a leitura do texto proposto;

b) Em seguida, num tempo de silêncio, cada participante relê o texto na sua Bíblia, procurando entender o Deus quer lhe dizer (meditação);

c) Depois, partilhe suas descobertas, esclareça suas dúvidas e repita a frase ou a palavra que você deseja que Deus realize em sua vida;

d) Assuma um pequeno compromisso, a partir da leitura (contemplação);

e) Conclua essa parte rezando o Salmo 22(23), do Bom Pastor;

4. Depois de ter acolhido a Palavra de Deus, meditar a Palavra da Igreja.

ORAÇÃO DE ABERTURA

PALAVRA DA IGREJA

Carta Pastoral de Dom Odilo Pedro Scherer – Cardeal Arcebispo de São Paulo (2011)

T. Queremos ser uma Igreja verdadeiramente discípula e missionária de Jesus Cristo na nossa cidade.

D. Tomemos, pois, uma consciência renovada sobre o significado da PARÓQUIA.

L1. Ela é o rosto mais visível e concreto do Mistério da Igreja, “Sacramento da salvação” no mundo; é uma comunidade de batizados, congregados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, vivendo a fé, a esperança e a caridade.

T. Sim, a Paróquia é o rosto mais visível e concreto do Mistério da Igreja!

L2. Ela se reúne ainda hoje em torno de Jesus Cristo Salvador, Senhor e Pastor da Igreja, representado visivelmente pelo Ministro ordenado, que está no meio dela e à sua frente para servi-la e conduzi-la na caridade.

T. Abençoa, Senhor, nossos Bispos, nossos Padres e Diáconos; fortalecei os seminaristas e dai-nos muitas e santas vocações sacerdotais.

L3. A Paróquia é “casa de Deus” no meio das casas dos homens, templo de Deus edificado com pedras vivas, que são todos os batizados. Ela é o “corpo de Cristo”, através do qual Ele continua a se expressar, a ir ao encontro das pessoas e a realizar no mundo sua tríplice missão de servir, ensinar e santificar.

T. Importa viver, Senhor, unidos no amor, na participação, vivendo em comunhão.

D. A Paróquia é o concreto e visível “povo de Deus”, que irradia no mundo a luz de Cristo, difunde o sal e o fermento benéfico do Evangelho e vai fazendo aparecer os sinais do Reino de Deus, anunciado por Cristo e já presente no meio de nós.

L1. Ela é a “comunidade missionária dos discípulos de Cristo” no meio do mundo. É comunidade de pequenas comunidades de irmãos. E é também o conjunto de organizações, estruturas e iniciativas pastorais a serviço da vida e da missão da Igreja.

T. Ela é a imagem visível daquilo que é a Igreja de Jesus Cristo, na sua totalidade e no seu mistério humano-divino.

L2. Como a Igreja inteira, assim também cada paróquia poderia ser comparada ao corpo, com uma só cabeça, uma única vida, mas muitos membros, órgãos e funções: todos a serviço da vida e da missão do único organismo (cf. Gl 6,15; 2Cor 5,17).

T. Nós somos o Corpo de Cristo, animado por um mesmo Espírito, o Espírito Santo, que dá unidade e coesão ao corpo todo. Em cada paróquia, somos o povo de Deus, com a riqueza e a variedade de dons e carismas que o Espírito Santo concede para a vitalidade de todo o corpo eclesial.

D. Na paróquia torna-se presente e se realiza a tríplice missão de Cristo – o anúncio da Boa Nova, a santificação da humanidade e o serviço pastoral – que é a razão de ser da vida e da ação de toda a Igreja e também de cada paróquia.

L1. Anunciar a Palavra de Deus e testemunhá-la pela vida é a primeira e mais importante missão da paróquia; é Jesus Cristo que, através da Comunidade paroquial, e nela, quer continuar a ser o anunciador e mestre da Boa Nova. A Igreja vive da Palavra de Deus, como vive da Eucaristia, Pão da Vida.

T. Sem um constante e amoroso serviço de anúncio, escuta e acolhida da Palavra de Deus, a fé esfria, a moral se desvia, as organizações eclesiais perdem seu sentido e a comunidade fica desorientada. Seria como uma árvore que não recebe mais água…

L2. A paróquia tem a missão de proporcionar a todos os fiéis os meios para a santificação, mediante a celebração dos Sacramentos, especialmente a Eucaristia e a Penitência, o cultivo da oração pessoal e comunitária, o incentivo à escuta atenta e à prática da Palavra de Deus.

L3. É preciso recuperar a centralidade da celebração dominical para revitalizar a Paróquia. Domingo é o dia em que o Senhor Ressuscitado quer encontrar seus discípulos e se manifestar a eles; é dia de Missa e de encontro alegre com os irmãos. Domingo é também o dia da grande manifestação da Igreja, do testemunho, dia de buscar o alimento da fé, esperança e caridade.

T. A Paróquia é a comunidade dos “santificados” pela graça de Deus, chamados a viver vida santa e a santificar o mundo com sua presença, sua ação e testemunho.

D. A comunidade paroquial é significada e tornada visível, de modo especialmente profundo, na celebração eucarística dominical.

L3. Convocados pela Palavra de Deus, os fiéis respondem com fé e acorrem, no “Dia do Senhor”, à reunião em torno de Cristo Ressuscitado, proclamando os “Mistérios da Fé” na Palavra de Deus, na Eucaristia e na oração em comum, alegrando-se na esperança e aprofundando a caridade.

T. A assembléia eucarística é a expressão mais visível e sacramental da Igreja.

D. O próprio Senhor Jesus Cristo se faz presente “onde dois ou mais estão reunidos em seu nome” (cf. Mt 18,20) e, com eles, apresenta o perfeito louvor e adoração ao Pai; pela pessoa dos seus Ministros, Ele nos instrui na Palavra de Deus, alimenta-nos com o Pão da Vida e nos envia novamente em missão ao meio do mundo.

T. A assembléia eucarística é a expressão mais visível e sacramental da Igreja. Por isso, é da máxima importância que a participação na celebração da Eucaristia dominical seja valorizada plenamente por todo o povo nas paróquias.

L1. A paróquia deve ser, também, o lugar da acolhida de todos, do interesse alegre pelas pessoas e da atenção delicada em relação a todos os que sofrem, da busca daqueles que estão distantes, enfim, da prática de todas aquelas belas qualidades do Bom Pastor, que reúne, acolhe, conhece, chama pelo nome, conduz, defende, corrige, procura, ama até entregar a vida pelas ovelhas.

L2. Por isso, devem existir na paróquia as diversas “pastorais”, como expressão concreta da caridade de Cristo e da Igreja.

T. Eu vim para que todos tenham vida, que todos tenham vida plenamente. (bis)

D. A paróquia pode realizar muitas atividades sociais, culturais e religiosas.

L3. Mas seu objetivo primordial é proporcionar aos seus membros uma rica e variada experiência da fé cristã católica, alimentada nas fontes da fé e da vida cristã e eclesial, que são a Palavra de Deus, a Tradição viva da fé da Igreja, a Liturgia e a riqueza mística do seguimento de Cristo, no Evangelho, manifestada através da vida dos santos.

D. A paróquia é o lugar onde fazemos a experiência pessoal e comunitária do encontro com Deus por meio de Jesus Cristo, no dom do Espírito Santo. Por isso, ela tem a missão de formar nos caminhos do Evangelho todos os batizados para que permaneçam fiéis e unidos a Cristo e à Igreja e se tornem, de fato, missionários do Evangelho para o mundo.

T. A experiência do encontro com Cristo também é favorecida pelo testemunho luminoso dos santos e mártires, que nos precederam na fé e enriqueceram a vida da Igreja com seu exemplo.

D. Quanta coisa bonita temos em nossa Igreja para ser acolhida e vivida como dom e graça, para ser expandida de maneira missionária ao nosso redor, para que nossas comunidades paroquiais sejam verdadeiramente missionárias!

T. Uma coisa é certa: o futuro de nossa Igreja e da paróquia depende de nosso ânimo missionário hoje. Um grande trabalho missionário será realizado quando os pais cristãos fizerem bem a sua parte, iniciando os filhos nas coisas da fé e introduzindo­os na vida da Igreja.

ORAÇÃO DE ENCERRAMENTO

(publicada no primeiro post do Tríduo)

Posted by: | Posted on: maio 28, 2012

Tríduo de Corpus Christi – Terceiro Dia

A EUCARISTIA E A IGREJA EM MISSÃO

1. Acender as três velas e fazer a Oração de Abertura (ver no início deste roteiro);

2. Palavra do Senhor – Mt 28,1-10.16-20;

3. Para acolher a Palavra de Deus, seguir de certo modo, os passos da leitura orante:

a) Uma pessoa faz a leitura do texto proposto;

b) Em seguida, num tempo de silêncio, cada participante relê o texto na sua Bíblia, procurando entender o Deus quer lhe dizer (meditação);

c) Depois, partilhe suas descobertas, esclareça suas dúvidas e repita a frase ou a palavra que você deseja que Deus realize em sua vida;

d) Assuma um pequeno compromisso, a partir da leitura (contemplação);

e) Conclua essa parte rezando o Salmo 22(23), do Bom Pastor;

4. Depois de ter acolhido a Palavra de Deus, meditar a Palavra da Igreja, como abaixo;

ORAÇÃO DE ABERTURA

PALAVRA DA IGREJA

Bento XVI, Homilias (26/05/2005)

D. Na festa de Corpus Christi, a Igreja revive o mistério da Quinta-Feira Santa à luz da Ressurreição. Jesus, naquela noite santa, sai, é entregue pelo traidor e, precisamente assim, vence a noite, vence as trevas do mal. Só desta forma, o dom da Eucaristia, instituída no Cenáculo, encontra a sua realização: Jesus entrega realmente o seu corpo e o seu sangue.

T. A carne torna-se, para todos os séculos, o pão de vida!

L1. Na Quinta-Feira Santa, após a Missa, a Igreja acompanha Jesus, em procissão eucarística, ao monte das Oliveiras: a Igreja orante sente um desejo profundo de vigiar com Jesus, de não o deixar sozinho na noite do mundo, na noite da traição, na noite da indiferença de muitos.

T. Vigiem e orem, para que não entrem em tentação.

L2. Na festa de Corpus Christi, retomamos esta procissão, mas na alegria da Ressurreição. O Senhor ressuscitou e vai à nossa frente. “Não tenham medo”, disse o Anjo às mulheres. “Vão depressa e digam aos discípulos de Jesus: ‘Ele ressuscitou, e vai adiante de vocês para a Galileia’. Lá vocês irão vê-lo”. E na Galileia, no monte, os discípulos vêem Jesus, o Senhor, que lhes diz: “Vão a todos os povos e façam com que todos sejam meus discípulos” (Mt 28, 19).

T. Vai trabalhar pelo mundo afora! Eu estarei até o fim contigo! Está na hora, o Senhor me chamou! Senhor, aqui estou!

L3. Ir à Galileia é sair pelos caminhos do mundo, levando o Evangelho a todas as nações, levando o dom do seu amor aos homens de todos os tempos. Por isso o caminho dos apóstolos prolongou-se até aos “confins da terra”. Assim, São Pedro e São Paulo foram até Roma, cidade que na época era o centro do mundo conhecido, e o Beato José de Anchieta chegou, com seus companheiros, ao Brasil, Terra de santa Cruz, aqui em São Paulo.

T. Vai, vai, missionário do Senhor, vai trabalhar na messe com ardor. Cristo também chegou para anunciar: não tenhas medo de evangelizar.

D. A procissão da Quinta-Feira Santa acompanhou Jesus na sua solidão, no caminho da cruz, ao Calvário. A procissão de Corpus Christi, ao contrário, responde de maneira simbólica ao mandamento do Ressuscitado: “Vão até aos confins do mundo, levem o Evangelho a todas as nações”. A força do Sacramento da Eucaristia vai além das paredes das nossas Igrejas. Neste Sacramento, o Senhor está sempre conosco a caminho, no mundo.

T. O Povo de Deus, no deserto andava, mas à sua frente, alguém caminhava. O Povo de Deus era rico de nada, só tinha a esperança e o pó da estrada. Também sou teu povo, Senhor, e estou nesta estrada. Somente a tua graça me basta e mais nada.

L1. Desse modo, na procissão da grande festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo revela-se a missão da Igreja. Nós levamos Cristo, presente no Sacramento eucarístico, pelas estradas da nossa cidade. Nós confiamos as estradas, as casas e a nossa vida quotidiana na Cidade à sua bondade.

T. Que as nossas estradas sejam de Jesus! Que as nossas casas sejam para Ele e com Ele! Que Ele habite em nossa Cidade! Que nossa vida de todos os dias estejam penetradas da sua presença.

L2.  Com este gesto, colocamos sob o seu olhar os sofrimentos dos doentes e dos pobres, a solidão dos jovens e dos idosos, nossas tentações, receios e toda a nossa vida. A procissão pretende ser uma bênção grande e pública para a nossa cidade: Cristo é, em pessoa, a bênção divina para o mundo.

T. Na procissão de Corpus Christi, acompanharemos Jesus Ressuscitado no seu caminho pelo mundo inteiro; o dom de sua bênção alcance a todos nós!

L3. A comunhão eucarística é a assimilação da nossa vida à de Jesus, a nossa transformação e conformação com Aquele que é Amor vivo. Por isso, a comunhão exige a adoração, requer a vontade de seguir Cristo, de seguir Aquele que caminha à nossa frente. Por isso, a adoração e a procissão fazem parte de um único gesto de comunhão.

T. Vinde, ó irmãos, adorar; vinde, adorar o Senhor. A Eucaristia nos faz Igreja, comunidade de amor.

D. A nossa procissão iniciará na igreja de Santa Ifigênia e terminará diante da Catedral, dedicada a Nossa Senhora da Assunção. O Papa João Paulo II chamou Maria “a Mulher eucarística”.

L1. Verdadeiramente Maria, a Mãe do Senhor, ensina-nos o que significa entrar em comunhão com Cristo: Maria gerou a própria carne, o próprio sangue a Jesus e tornou-se morada viva do Verbo Eterno, deixando-se penetrar no corpo e no espírito pela sua presença.

D. Peçamos a Ela, nossa santa Mãe, que nos ajude a abrir, cada vez mais, todo o nosso ser à presença de Cristo; que nos ajude a segui-lo fielmente, dia após dia, pelos caminhos da nossa vida.

CANTO

Ensina o teu povo a rezar, Maria Mãe de Jesus, que um dia o teu povo desperta e na certa vai ver a luz; que um dia o teu povo se anima e caminha com teu Jesus.

1. Maria de Jesus Cristo, Maria de Deus, Maria mulher, ensina a teu povo o teu jeito de ser o que Deus quiser.

2. Maria, Senhora nossa, Maria do povo, Povo de Deus, ensina o teu jeito perfeito de sempre escutar teu Deus.

ORAÇÃO DE ENCERRAMENTO

(publicada no primeiro post do Tríduo)