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Posted by: | Posted on: abril 30, 2013

III Seminário de Catequese Indígena

Esta é a Carta-Mensagem redigida por um Padre Indígena no encerramento do III Seminário de Catequese Indígena realizado em Manaus nos dias 25 a 28 de abril de 2013

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Bispos do Brasil – CNBB

Manaus,

25 a 28/04/2013

Meu amigo e minha amiga!

A cidade de Manaus, capital do estado do Amazonas, acolheu de coração aberto as 90 pessoas, participantes do III Seminário de Catequese Indígena, de 25 a 28 de abril de 2013. “Catequese, Protagonismo Indígenae Inculturação” foi o tema muito bonito que nos desafiou.

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Posted by: | Posted on: abril 30, 2013

CONCLUSÕES DO III SEMINÁRIO DE CATEQUESE INDÍGENA

Reconhecendo que os catequistas indígenas são a base para o surgimento de uma igreja autóctone, chegamos às seguintes conclusões:

  1. Sentimos a Necessidade de uma formação permanente, específica de catequistas indígenas em vista de uma Igreja indígena, ministerial, missionária, incorporando a lógica, o conteúdo, a metodologia e as instancias próprias dos povos e culturas indígenas. Essa proposta de formação poderá ser realizada em centro de formação permanente, ou nas aldeias, ou numa combinação criativa. Os elementos de formação inculturada devem ser incorporados também aos programas de formação do clero, religiosos e religiosas indígenas.
  2. Para os não indígenas que atuam junto aos povos indígenas é necessária uma preparação específica, em vista de uma catequese inculturada com protagonismo indígena.
  3. Queremos continuar o processo de reflexão com intercambio de experiências, conteúdos, metodologias, subsídios. Ao longo de quatro anos serão realizados encontros regionais e diocesanos, por temas específicos (indígenas na cidade), para partilha de experiências e aprofundamento. Esse processo culmina com a realização do IV seminário nacional de catequese indígena em 2017.
Posted by: | Posted on: dezembro 16, 2012

MENSAGEM DE DOM DAMASCENO – “EVANGELI-JÁ”

“Ai de mim se não Evangelizar” (1Cor 9,16)

Caríssimo(a), a paz e a bênção de Nosso Senhor Jesus Cristo estejam convosco!

Sou Dom Raymundo Damasceno Assis, Cardeal Arcebispo de Aparecida e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dirijo-me pessoalmente a você para apresentar a Campanha de Evangelização 2012. Assim como o Apóstolo Paulo que evangelizou com amor e dedicação, somos chamados a evangelizar com esta grandiosa ação em nossas dioceses, paróquias e comunidades que promovem a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos fazer uma Campanha de Evangelização do tamanho do Brasil. E precisamos da ajuda do tamanho da sua Fé.

Em um país como o Brasil, onde a estrutura da Igreja Católica forma uma das maiores bases sociais para a população, é preciso que todos nós ajudemos a Igreja em sua missão e propagação do Evangelho. Nossa Igreja é formada por homens e mulheres; jovens e idosos; religiosos e religiosas; leigos e leigas. Juntos, somos a maior instituição benfeitora e promotora de caridade do Brasil. Alimentamos quem tem fome e tratamos quem procura por nossos hospitais. Ninguém distribui mais alimentos do que nossa gente, o povo de Deus!

Educamos mais alunos que qualquer outra instituição de ensino desse país, como as crianças em nossas creches e os idosos em nossos lares de convivência. Ninguém distribui mais bolsas para a educação do que nossos colégios e faculdades com mais de 2 milhões de alunos. Por isso, estamos presentes em todos os municípios do Brasil levando amor, unidade e esperança para todas as pessoas de fé, de todas as raças, guiados pela Boa Nova da verdade e da paz, sempre na defesa do bem e da dignidade da pessoa humana e firmes o propósito de evangelizar, como nos ordenou o Mestre.

Acolhemos milhões de pessoas em nossas casas, trazidas pela fé que anima a nossa Igreja. Nossos carismas são inspirados pelo Espírito Santo e estão presentes em mais de duzentas mil comunidades pregando o Evangelho, sob a intercessão e proteção de Maria, nossa Mãe e Mãe de todos os povos. Por isso, como batizados, somos convidados a favorecer cada vez mais o bem comum e colaborar com a nossa Igreja. Precisamos da sua ajuda. Venha dividir um pouco do que é só seu para multiplicar o que podemos fazer por todos.

Lembre-se que há mais de 500 anos evangelizamos o Brasil, guiados pela nossa profissão de fé em Cristo Jesus. Nossas missões estão nos quatro cantos do país e do mundo. Enquanto todos já se esqueceram do Haiti, nossos missionários e nossas missionárias permanecem por lá ajudando quem necessita, sob o Evangelho de Jesus Cristo. Somos mais de 130 milhões unidos em uma só família: a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil. Este é o sinal que nos faz criar laços de comunhão fraterna, favorecendo uma Igreja presente e atuante em nossos tempos. E todos devem conhecer e colaborar com isso. É um compromisso de solidariedade e fraternidade com os nossos irmão e irmãs em Cristo!

Nesse sentido, a CNBB quer caminhar bem perto e junto com você e a Campanha para a Evangelização significa a abertura de um caminho para despertar a solidariedade de todos os católicos no sustento da missão da Igreja em nosso país. E em outros países mais necessitados. Entre no site da Campanha www.evangelija.com e faça sua doação, colabore com a sua generosidade e seja também um benfeitor e promotor da caridade de nossa amada Igreja Católica! Em Cristo Jesus!

Dom Raymundo Damasceno Cardeal Assis – Arcebispo Metropolitano de Aparecida, SP – Presidente da CNBB

www.evangelija.com

Posted by: | Posted on: outubro 6, 2012

CAMPANHA “VOTO CONSCIENTE – ELEIÇÕES 2012”

As eleições municipais são um momento fundamental para a consolidação de uma democracia a serviço da população. Nelas entram em disputa os projetos que discutem os problemas mais próximos do povo do campo e da cidade. Elas são o momento eleitoral de maior participação, porque os/as candidatos/as ficam mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores e eleitoras. Por isso, a missão de votar bem nestas eleições não pode ser ignorada por nenhum eleitor.

Votar bem significa, antes de tudo, colocar na urna o voto limpo e, com ele, a consciência de que cada voto tem consequências para a vida do povo e o futuro do país.

Para o cristão, viver o processo político com dignidade é viver o mandamento da caridade, como real serviço ao “outro”. A missão do eleitor vai muito além do ato de votar. É seu dever também acompanhar os eleitos, seguindo os seus passos após as eleições. Read More …

Posted by: | Posted on: outubro 5, 2012

Eleições Municipais 2012 – Voto consciente e limpo

CONFERÊNCIA NACIONAL

DOS BISPOS DO BRASIL

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília de 25 a 27 de setembro, considerando as eleições municipais do próximo mês de outubro, vem reforçar a importância desse momento para o fortalecimento da democracia brasileira. Estas eleições têm característica própria por desencadear um processo de maior participação em que os candidatos são mais próximos dos eleitores e também por debater questões que atingem de forma direta o cotidiano da vida do povo.

A Igreja louva e aprecia o trabalho de quantos se dedicam ao bem da nação e tomam sobre si o peso de tal cargo, em serviço de todas as pessoas (cf. GS 75). Saudamos, portanto, os candidatos e candidatas que, nesta ótica, apresentam seu nome para concorrer a um cargo eleitoral. Nascido da consciência e do desejo de servir com vistas à construção do bem comum, este gesto corrobora o verdadeiro sentido da atividade política.

Estimulamos os eleitores/as, inclusive os que não têm a obrigação de votar, a comparecerem às urnas no dia das eleições para aí depositar seu voto limpo. O voto, mais que um direito, é um dever do cidadão e expressa sua corresponsabilidade na construção de uma sociedade justa e igualitária. Todos os cidadãos se lembrem do direito e simultaneamente do dever que têm de fazer uso do seu voto livre em vista da promoção do bem comum (cf. GS 75).

A lei que combate a compra de votos (9840/1999) e a lei da Ficha Limpa (135/2010), ambas nascidas da mobilização popular, são instrumentos que têm mostrado sua eficácia na tarefa de impedir os corruptos de ocuparem cargos públicos. A esses instrumentos deve associar-se a consciência de cada eleitor tanto na hora de votar, escolhendo bem seu candidato, quanto na aplicação destas leis, denunciando candidatos, partidos, militantes cuja prática se enquadre no que elas prescrevem.

A vigilância por eleições limpas e transparentes é tarefa de todos, porém, têm especial responsabilidade instituições como a Justiça Eleitoral, nos níveis Federal, Estadual e Municipal, bem como o Ministério Público. Destas instâncias espera-se a plena aplicação das leis que combatem a corrupção eleitoral, fruto do anseio popular. O resgate da ética na política e o fim da corrupção eleitoral merecem nossa permanente atenção.

O político deve cumprir seu mandato, no Executivo ou no Legislativo, para todos, independente das opções ideológicas, partidárias ou qualquer outra legítima opção que cada eleitor possa fazer. Incentivamos a sociedade organizada e cada eleitor em particular, passadas as eleições, a acompanharem a gestão dos eleitos, mantendo o controle social sobre seus mandatos e cobrando deles o cumprimento das propostas apresentadas durante a campanha. Quanto mais se intensifica a participação popular na gestão pública, tanto mais se assegura a construção de uma sociedade democrática.

As eleições são uma festa da democracia que nasce da paixão política. O recurso à violência, que marca a campanha eleitoral em muitos municípios, é inadmissível: candidatos são adversários, não inimigos. A divisão, alimentada pelo ódio e pela vingança, contradiz o principio evangélico do amor ao próximo e do perdão, fere a dignidade humana e desrespeita as normas básicas da sadia convivência civil, que deve orientar toda militância política. Do contrário, como buscar o bem comum, princípio definidor da política?

A Deus elevemos nossas preces a fim de que as eleições reanimem a esperança do povo brasileiro  e que, candidatos e eleitores, juntos, sonhem um país melhor, humano e fraterno, com justiça social.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, abençoe nossa Pátria!

Brasília, 27 de setembro de 2012

Cardeal Raymundo Damasceno Assis – Arcebispo de Aparecida – Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva – Arcebispo de São Luís – Vice-presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner – Bispo Auxiliar de Brasília – Secretário Geral da CNBB

Posted by: | Posted on: setembro 8, 2012

Segundo Dia do Congresso Teológico Nacional

Hoje, dia 8 de setembro de 2012, vivemos o segundo dia do Congresso Teológico Nacional, O dia teve início com a Oração das Laudes e a Celebração Eucarística da festa de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira da Arquidiocese e da cidade de Curitiba, onde o Congresso se realiza. A Celebração foi presidida por D. Jacinto Bergmann, Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB. Read More …

Posted by: | Posted on: setembro 7, 2012

Congresso Teológico Nacional

vinte anos do Catecismo da Igreja Católica e O Ano da Fé.

Curitiba – 7 a 9 de setembro de 2012

Começou hoje, sexta-feira 7 de setembro, o Congresso Teológico Nacional que tem como tema os 20 anos do Catecismo da Igreja Católica e também o Ano da Fé. Quase 300 pessoas, entre presbíteros, religiosos e religiosas, leigos e leigas comprometidos com o trabalho pastoral catequético estão participando desse Congresso que deseja olhar para o caminho percorrido até agora e refletir o que se poderá fazer daqui em diante.

O dia teve início com a Oração das Laudes, na capela da PUC-PR onde acontece o Congresso. Em seguida todos se dirigiram para o auditório, onde o Pe. Antonio Luiz Catelan deu as boas vindas aos participantes e depois chamou os membros da mesa diretora: D. Moacir José Viki, Arcebispo da Arquidiocese de Curitiba e Chanceler da PUC-PR; D. Raimundo Damasceno, Arcebispo de Aparecida do Norte e Presidente da CNBB; D. Luiz Francisco Ladária, Secretário da Congregação da Doutrina da Fé; Ir. Clemente Juliatto, Reitor da PUC-PR; D. Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB; e D. Jacinto Bergmann, Arcebispo de Pelotas e Presidente da Comissão para Animação Bíblico Catequética da CNBB. Read More …

Posted by: | Posted on: agosto 23, 2012

MENSAGEM AOS/ÀS CATEQUISTAS DO BRASIL

Neste ano de 2012, o que dizer, de coração, celebrando o Dia do/a Catequista dentro do Mês Vocacional, a todos/as os/as catequistas do nosso querido Brasil? Ano de 2012: ano que teve como Tema Central da 50ª Assembléia Geral da CNBB e resultou no Documento 97: “Discípulos e Servidores da Palavra de Deus na Missão da Igreja”?; ano que vivenciará o início do “Ano da Fé”, proclamado pelo Papa Bento XVI, marcando o 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II e o 20º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica?; ano que terá a XIII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos com o tema “A Nova Evangelização para a Transmissão da Fé Cristã”? Só estes três eventos, ligados diretamente ao nosso ministério bíblico-catequético, já fazem esse ano de 2012 especial!

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Posted by: | Posted on: agosto 13, 2012

Principais atividades do Ano da Fé

A CNBB divulgou as principais atividades do Ano da Fé, nesta segunda-feira, dia 13 de agosto de 2012.

A Igreja vai celebrar o “Ano da Fé” entre 11 de outubro de 2012 – 50º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II – e 24 de novembro de 2013, conforme anunciou o Papa em 16 de outubro de 2011, durante a Missa conclusiva do primeiro encontro internacional de novos evangelizadores. Diversas atividades marcam o calendário do Ano,entre as quais estão aquelas que o Papa vai presidir.

Veja abaixo a programação que terá início no próximo mês de outubro.

2012

6 de outubro – Pátio do gentios

A primeira atividade associada ao Ano da Fé será uma edição da iniciativa “Pátio dos Gentios” em Assis, Itália, com o tema “Deus, esse desconhecido”, o encontro entre crentes e não crentes antecipará a abertura oficial do Ano.

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Posted by: | Posted on: junho 11, 2012

Encontro de Catequetas

É impensável uma caminhada pastoral, que supõe formação e prática da Palavra de Deus, sem levar em conta o valor da catequese e sua dimensão na vida da comunidade, principalmente no nível paroquial. Isto significa que todos os agentes de pastoral, os bispos, os párocos e lideranças devem investir na catequese.

Existe um grupo bastante significativo de pessoas trabalhando na área formativa ligada ao tema da catequese. São os chamados “Catequetas”, intelectuais e especializados para isto. Eles levam avante, com esperança, uma reflexão partilhada e dentro das propostas dos ricos documentos da Igreja em toda a sua história.

Aconteceu, em São Paulo, de 8 a 10 de junho, organizado pela Comissão Nacional de Catequese, mais um desses Encontros de Catequetas do Brasil. É mais um passo significativo na reflexão catequética, com momentos de convivência, de partilha das experiências vividas nas comunidades e de estudo de formação.

Além de outros encaminhamentos, também de importância para nossa catequese, fundamos a “Sociedade Brasileira de Catequetas”, cujo nome ainda é provisório, fato que já vinha sendo proposto em diversos Encontros passados. Foram dados os primeiros passos. Agora é organizar sua estrutura conforme o que é exigido.

A intenção desta Sociedade é ser um ponto de convergência e de aglutinação dos diversos especialistas na área catequética espalhados por todo o Brasil. Existe esta riqueza, mas que está recolhida em seus ambientes restritos, deixando de dar uma maior contribuição para a catequese em todo o país.

Agora e colocar a mão na massa, dando os passos necessários para sua estruturação, seu estatuto e os encaminhamentos exigidos para uma Sociedade como esta. Certamente estamos iniciando um projeto que poderá enriquecer muito o itinerário catequético no caminho de iniciação à vida cristã.

Avaliamos o Encontro como muito rico e frutuoso, superando todas as nossas expectativas.  Concluímos que as iniciativas e práticas na catequese têm sido muito relevantes onde o espírito da nova catequese conseguiu atingir realidade ideal. Sabemos também das dificuldades para superar o modelo tradicional para atingir a nova forma de catequizar.

Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo da Diocese de Uberaba.