Marianas

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Posted by: | Posted on: dezembro 29, 2017

Celebração da Festa de Santa Maria Mãe de Deus!

Nossa Senhora com o Menino JesusA celebração da Solenidade de Santa Maria, sob o titulo de Mãe de Deus, é a festa mariana mais antiga para o rito romano. Nasceu como celebração da oitava do Natal e a reforma conciliar a preservou, recuperando seu sentido mais genuíno.

A Solenidade nos recorda o dia em que o Menino recebeu o nome, que quer dizer: “Deus salva”. Ao afirmar que o Menino, nascido de Maria, é Deus, a Igreja proclama que Maria é Mãe de Deus.

No “Dia Mundial da Paz”, iniciamos um novo ano. No mundo inteiro, a paz é desejada e suplicada como sinal de benção e da proteção permanente de Deus. É, em nome de Jesus, a plenitude, que invocamos a benção para o novo ano que começa.

A Celebração dessa Solenidade foi enviada por Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira. Ela traz uma boa catequese para orientar a nossa reflexão nesse dia dedicado a Maria e à Paz Mundial.

CLIQUE AQUI para abrir a Celebração da Festa de Santa Maria – Mãe de Deus – 2018

Posted by: | Posted on: agosto 18, 2017

Celebração da Assunção de Nossa Senhora

No dia 15 de agosto, nossa Igreja celebra a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. No Brasil, essa festa é celebrada no domingo seguinte à essa data, neste ano de 2017 será no dia 20 de agosto.

A Assunção de Nossa Senhora, pelos merecimentos de Cristo, vem lembrar-nos que não temos aqui na terra morada permanente, que nosso destino é o céu. É preciso contemplar a eternidade presente no meio de nossa humanidade. Gostamos de contemplar tantas coisas bonitas no mundo, mas a eternidade não pode ficar esquecida por nós. Maria é a Arca da Aliança e ela antecipa com sua assunção a glória a que todos estamos destinados. Contemplemos Maria, que é nossa Mãe e Mãe da Igreja peregrina.

Essa solenidade possui duas celebrações específicas, para a Vigília (sábado após as 16 horas) e para o dia (domingo). Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira, nos enviou as duas celebrações, que vocês encontram aqui, em PDF:

CLIQUE AQUI para abrir o arquivo da Missa da Vigília da solenidade da Assunção de Nossa Senhora – 2017

CLIQUE AQUI para abrir o arquivo da Missa do Dia da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Posted by: | Posted on: janeiro 1, 2015

Solenidade da festa de Santa Maria Mãe de Deus

A celebração da Solenidade de Santa Maria, sob o titulo de Mãe de Deus, é a festa mariana mais antiga para o rito romano. Nasceu como celebração da oitava do Natal e a reforma conciliar a preservou, recuperando seu sentido mais genuíno.

A Solenidade nos recorda o dia em que o Menino recebeu o nome, que quer dizer: “Deus salva”. Ao afirmar que o Menino, nascido de Maria, é Deus, a Igreja proclama que Maria é Mãe de Deus.

No “Dia Mundial da Paz”, iniciamos um novo ano. No mundo inteiro, a paz é desejada e suplicada como sinal de benção e da proteção permanente de Deus. É, em nome de Jesus, a plenitude, que invocamos a benção para o novo ano que começa.

Com o Ano novo, acolhemos um tempo de graça, de renovação de nossos anseios, colocando a segurança de nossa vida em valores que transcendem o tempo e a história. O amor, a alegria, a paz e a concórdia são razoes suficientes para sorri e lutar, abrindo um horizonte de esperança e de boas realizações.

A CNBB definiu o ano de 2015 como ao Ano da Paz no Brasil, que teve inicio no Primeiro Domingo de Advento e encerra-se na celebração do Natal do corrente ano.

D. Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira – nos enviou a Celebração da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, que vocês encontram postada no link abaixo:

Celebração da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus

Posted by: | Posted on: outubro 13, 2014

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida

N. Sra AparecidaCelebrando a memória da Festa de Nossa Senhora Aparecida, neste domingo, estamos celebrando também a grande invocação em favor da vida. É ela a grande intercessora que advoga em favor da vida do povo. É a rainha que ouve os pedidos em favor do povo. É a mulher grávida, geradora da vida, protegida por Deus. É a Mãe que intercede ao Filho, na festa que inaugura o início de um novo modo de viver. Coloquemos todas as crianças do Brasil e do mundo sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida.

O arquivo com a Celebração que nos foi enviada por D. Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira, encontra-se no link abaixo:

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida – ano A

Posted by: | Posted on: outubro 11, 2013

Celebração da Festa de Nossa Senhora da Conceição Aparecida

12 de outubro de 2013

N. SRA. APARECIDAO olhar de Maria sempre foi brilhante, repleto da luz de Deus. Um olhar que era capaz de perceber as dificuldades das pessoas, como viu os noivos nas Bodas de Caná. Peçamos neste dia em que comemoramos o Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida, que o olhar carinhoso da Mãe Aparecida esteja sobre todo o povo brasileiro. Hoje lembramos também o Dia das Crianças, por isso vamos colocar todas as crianças do Brasil e do mundo sob a proteção de Nossa Senhora Aparecida.

Celebração enviada por D. Vilson Dias de Oliveira – Bispo da Diocese de Limeira

Solenidade de Nossa Senhora Aparecida – ano C – 2013

Posted by: | Posted on: dezembro 31, 2012

Celebração do Ano Novo – Festa de Santa Maria Mãe de Deus

01 de janeiro de 2013

“Quando Chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher”

Leituras:

Números 6, 22-27;

Salmo 67 (66), 2-3.5-6.8 (R/cf. 2a);

Carta de São Paulo aos Gálatas 4, 4-7;

Lucas 2, 16-21.

COR LITÚRGICA: BRANCA OU DOURADA

Nesta primeira celebração do ano de 2013, o Mistério do Natal do Senhor nos introduz na contemplação da Maternidade de Maria. Rendemos graças a Deus por esta maternidade, pois gerando Jesus, possibilitou que a Salvação fosse uma realidade em nossa vida. Agradeçamos por este ano que termina e peçamos que o novo ano possa trazer as bênçãos de Deus.

1. Situando-nos

Estamos vivenciando as festas natalinas, com a celebração da manifestação do Senhor em nossa vida e história. Nossa atenção se volta ao mistério da Mãe do Senhor sob o título de “Mãe de Deus”.

Ao afirmar que o Menino, nascido de Maria, é Deus (por exemplo, cf. Gl 4,4), em decorrência disso, a Igreja proclamou que Maria é Mãe de Deus. E isso não é de agora. Desde muito, nós cristãos honramos “… Maria sempre Virgem, solenemente proclamada santíssima Mãe de Deus pelo Concílio de Éfeso, para que Cristo fosse reconhecido, em sentido verdadeiro e próprio, Filho de Deus e Filho do homem, segundo as Escrituras” (UR, n.15: Decreto conciliar sobre a reintegração da Unidade dos cristãos).

Neste dia Mundial da Paz, iniciando um novo ano, a paz é desejada, suplicada como sinal da benção e da proteção permanente de Deus. É em nome de Jesus, a plenitude da benção, que invocamos bênçãos de paz sobre nós e sobre os povos em conflito.

Com o exemplo de Maria no seu sim incondicional, vamos assumir “de boa vontade” a proposta de Jesus de sermos promotores da paz em nossos lares e na sociedade em que vivemos.

2. Recordando a Palavra

O texto do evangelho pertence às narrativas da infância (caps. 1-2) e mostra que os pastores, após terem recebido a Boa Notícia do nascimento de Jesus, se dirigem às pressas a Belém. Encontram na simplicidade de Maria, de José e do recém-nascido, o sinal da salvação vinda de Deus. Tornam-se, assim, anunciadores do Salvador, da luz que resplandece para todos os povos.

“Quando o viram, contaram as palavras que lhes tinham sido ditas a respeito do menino” (2,17). O testemunho dos pastores leva outras pessoas a fazerem a experiência da salvação, aderindo a Jesus. “Maria guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração” (2,19).

Ela permanece na escuta da palavra para compreender o plano divino de amor revelado em Cristo. A atitude meditativa da mãe, atenta à missão do Filho, ensina a viver com fidelidade o caminho do discipulado.

Os pastores “voltam louvando e glorificado a Deus por tudo o que tinha visto e ouvido” (2,20). Retornam às atividades e à missão, transformados pelo encontro com o Senhor, manifestado na simplicidade e na pobreza.

Tornam-se testemunhas da glória de Deus, revelada em Jesus; anunciadores de sua mensagem, num clima de alegria e de celebração. O louvor caracteriza a experiência dos que se deixam envolver pela solidariedade de Deus, manifestada em Jesus.

O menino é circuncidado no oitavo dia, como sinal da aliança (cf. Gn 17) e da inserção na história do povo. Ele recebe o nome de Jesus que significa “Deus salva”. Esse nome, escolhido pelo próprio Deus (1,31), destaca que Jesus é enviado para ser o Salvador da humanidade.

Ele é o Emanuel, isto é, o Deus conosco, sempre presente na vida e na história humana (cf. Mt 1,23; 28,20). Desde a encarnação até a ressurreição e glorificação junto ao Pai, Cristo se manifesta como dom gratuito da salvação, como portador da “vida em abundância”, para todas as pessoas (cf. Jo 10,10).

A primeira leitura, do livro dos Números, é uma fórmula de bênçãos. Os sacerdotes costumavam invocar a benção do Pai no final das grandes solenidades litúrgicas, sobretudo, na festa do ano novo. A repetição do nome do Senhor, no início de cada versículo, enfatiza que a eficácia da benção provém dele. O Senhor abençoa, proporcionando a força da salvação.

O Senhor faz resplandecer a sua face como gesto favorável de bondade. Nos tempos de aflições, no exílio, acreditava-se que Deus tinha escondido a sua face e abandonado o povo. O Senhor abençoa e guarda, é benevolente e concede a paz, “shalom”, que abrange todos os dons. O ser humano pode invocar o nome Deus, a sua benção, pois Ele é a fonte de toda a vida.

O Salmo 67(66) agradece pelas colheitas e suplica a benção, o favor divino, para o ano que começa. O Deus da aliança abençoa fazendo a terra produzir frutos abundantes para todas as pessoas. Ele julga o universo com justiça e governa os povos com misericórdia e retidão.

Paulo, na segunda leitura da carta aos Gálatas, acentua que “quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher” (4,4). Deus intervém na historia humana e envia seu Filho para realizar suas promessas de salvação. O Filho vem “para resgatar os que estavam sob a Lei, a fim de que todos recebêssemos a adoção filial” (4,5).

O Espírito, que conduziu a vida de Jesus, nos proporciona viver na liberdade de filhos e filhas e aclamar de forma carinhosa, confiante e filial: Abba, Pai. Já não somos escravos, porque a ternura do Pai, revelada em Cristo, nos libertou para sermos filhos e herdeiros. O fato de sermos filhos e um mesmo Pai nos torna irmãos uns dos outros, solidários, como Cristo.

3. Atualizando a Palavra

A palavra de hoje ressalta a imposição do nome de Jesus, sua inserção na sociedade humana. Como o Filho de Deus, nós também recebemos um nome ligado à nossa existencial e à nossa missão.

A Atitude dos pastores nos ensina a acolher e anunciar a Boa Notícia da presença do Salvador em nosso meio. Com Jesus, nos tornamos herdeiros da salvação e podemos clamar: Abba, Pai, vivendo fraternalmente como irmãos e irmãs.

Maria, a mãe de Jesus, é imagem da comunidade fiel e comprometida com o plano da salvação. “Modelo para todo fiel de acolhimento dócil da Palavra divina, ela conservava todas estas coisas, ponderando-as no seu coração (Lc 2,19; cf. 2,51) e sabia encontrar o nexo profundo que une os acontecimentos, os atos e as realidades no grande desígnio divino.

Na figura da mãe de Deus, encontramos de forma sublime os passos do lectio divina, a leitura orante da Palavra de Deus. Começa com a leitura (lectio) do texto que suscita a interrogação sobre um autêntico conhecimento do seu conteúdo: o que diz o texto bíblico em si?

Segue-se, depois, a meditação (meditatio), durante a qual nos perguntamos: o que nos diz o texto bíblico? Cada um pessoalmente, mas também como realidade comunitária, deve deixar-se sensibilizar e pôr em questão, porque não se trata de considerar palavras pronunciadas no passado, mas no presente.

Sucessivamente chega-se ao momento da oração (oratio) que supõe a pergunta: que nós dizemos ao Senhor, em resposta à sua Palavra? A oração enquanto pedido, intercessão, ação de graças e louvor, é o primeiro modo como a Palavra nos transforma.

Finalmente, a lectio divina conclui-se com a contemplação (contemplatio) durante a qual assumimos como dom o seu próprio olhar, ao julgar a realidade, e interrogam-nos: qual é a conversão da mente, do coração e da vida que o Senhor nos pede?

Há que recordar ainda que a lectio divina não está concluída, na sua dinâmica, enquanto não chegar à ação (actio) que impele a existência do fiel a doar-se aos outros na caridade?”

Invoquemos com confiança a benção do Senhor, o Deus de bondade, sobre todos os povos e nações, neste Dia Mundial da Paz. Que ele guarde, ilumine, mostre a sua face de Pai e dê a paz a todos. Com Jesus, o Filho de Maria, a maior benção da salvação para toda a humanidade, nos comprometemos a trabalhar alegremente na construção da paz.

4. Ligando a Palavra com a ação eucarística

No oitavo dia de Natal, a Igreja celebra a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus e, nela o mistério da salvação em Cristo Jesus. O núcleo desta solenidade é a benção dada à humanidade e prometida a Abraão: “Em ti serão abençoadas todas as famílias da terra” (Gn 12,3).

Esta benção se cumpre em Maria quando saudada pelo anjo, como “cheia de graça” (Lc 1,28), declara-se a humilde “serva do Senhor”, acolhendo em seu seio a benção por excelência, o próprio Filho de Deus, “pelo qual a humanidade toda foi abençoada com toda bênção espiritual em Cristo” (Ef 1,3).

Em sentido bíblico, a paz é o dom por excelência, é a salvação trazida por Jesus, é a nossa reconciliação e pacificação com Deus. Um valor humano a ser realizado no campo social, político, econômico, ético, religioso, etc. Queremos que nosso país seja repleto de benção, nação justa, celeiro de paz. “Felizes os promotores da paz, porque serão chamados filhos de Deus!” (Mt 5).

Na liturgia eucarística, rendemos a ação de graças ao Pai que nos plenificou de bens, através de seu Filho feito homem, que por nós morreu e ressuscitou, vencedor do pecado e a morte. Ele é o “Santo” (Mt 1,21-23), anunciando o nascimento de Jesus, salvação divina, o evangelista identifica “Jesus” como a “salvação”: porás nele o nome de Jesus, porque ele vai salvar o seu povo dos seus pecados.

Enviado por D. Vilson Dias de Oliviera, DC – Bispo da Diocese de Limeira

Posted by: | Posted on: outubro 9, 2010

Celebração de Nossa Senhora Aparecida

[Este poema, dedicado a Nossa
Senhora Aparecida, pode ser usado em um jogral, apresentado pelas crianças e
adolescentes na Celebração de Nossa Senhora, no dia 12 de outubro. Para fazer o
jogral, escolha quatro meninas e quatro meninos. As meninas leem a primeira e
terceira estrofes, e os meninos a segunda e a quarta estrofes. A última estrofe
será lida por meninas e meninos]

Poema à Mãe
Aparecida

[menina 1]                        Nossa
Senhora Aparecida,

[menina 2]                        Nas
águas do rio Paraíba surgida,

[menina 3]                        Por
lama tão escura revestida,

[menina 4]                        Imagem
cheia de graça escondida,

[todas as meninas]         Que aos pobres foi oferecida.

 

[menino 1]                        Teu
corpo em duas partes cortado,

[menino 2]                        Expunha
a dor do pobre açoitado,

[menino 3]                        Que
pela escravidão vivia acorrentado

[menino 4]                        E
pelos ricos senhores era explorado,

[todos os meninos]        Sem esperança de ser libertado.

 

[menina 1]                        Por
pobres mãos foi pescada

[menina 2]                        A imagem que ao rio foi
jogada,

[menina 3]                        Tendo do corpo a cabeça
separada.

[menina 4]                        Veio devolver à vida
desamparada

[todas as meninas]         A felicidade de ser abençoada.

 

[menino 1]                        A luz da esperança ela
acendeu.

[menino 2]                        Os grilhões da
escravidão ela rompeu.

[menino 3]                        De homens sem fé o
coração converteu.

[menino 4]                        A visão da menina pobre
ela devolveu.

[todos os meninos]        Poe ela uma imensidão de milagres se
deu.

 

[todas as meninas]         O clamor do pobre e do escravo Deus
ouviu

[todos os meninos]        E por amor a eles, do rio Maria surgiu,

[todas as crianças]          Devolvendo a confiança ao povo do
Brasil.