Catequese

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Posted by: | Posted on: junho 11, 2015

Sagrado Coração de Jesus

Para o dia da Festa do Sagrado Coração de Jesus, trazemos para vocês uma mensagem de Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues – Arcebispo de Sorocaba – com interpretação em Libras.

E também compartilhamos o link do blog “Catequistas em Formação” que traz a postagem da catequista Dinha Pinheiro, com a sugestão de um encontro de catequese cujo tema é o Sagrado Coração de Jesus. Para acessar o roteiro do encontro basta clicar no link abaixo

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS – ROTEIRO DE ENCONTRO

Posted by: | Posted on: fevereiro 19, 2012

Visita às famílias da catequese

A visita ás famílias que entregaram o pedido de catequese para seus filhos, que será realizada pelos catequistas, é de grande importância.Será o primeiro contato dos catequistas com seus catequizandos e suas famílias.

Havendo a possibilidade, o/a catequista deverá marcar a visita antecipadamente, por telefone, para que a família possa se programar, evitando que seja em horário inconveniente.

Também será muito bom se o/a catequista puder ir acompanhado por alguém da pastoral familiar (se houver na comunidade) ou por outro catequista. Lembrem-se: Jesus enviou os discípulos dois a dois (cf. Mc 6,7).

Essa visita tem por objetivo, além de levar informações e conhecer seus catequizandos, conhecer a realidade dessas famílias, saber se necessitam do apoio da comunidade para qualquer outra questão ou situação que estejam passando.

Uma comunidade catequizadora é responsável pelas famílias que catequiza e que deve cativar. Dar testemunho de Jesus é acolher o ser humano por inteiro, em todas as dimensões da sua vida, sem impor condições, apenas por solidariedade. (cf. Mc 2, 13-17; 5, 22-24.35-43; Mt 8, 5-13). É esse acolhimento integral e incondicional que atrai as pessoas para o encontro com Jesus e abre os corações à conversão.

Posted by: | Posted on: setembro 24, 2011

História de Nossa Senhora Aparecida

Essa história está em frases para que se possa usar no jogo de trilha e também podem ser usadas no
quebra cabeça
(retirando as frases que estão em vermelho).Esses jogos estão nas Atividades para o Dia das Crianças que sugerimos.

  1. A história tem o seu início em meados
    de 1717, quando chegou a Guaratinguetá a notícia de que o
    conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da
    então capitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pelo
    povoado a caminho de Vila Rica, em Minas Gerais. –
    Você também vai
    esperar o conde, permaneça nesta casa até a próxima jogada
    .
  2. Querendo oferecer ao conde o melhor pescado que
    pudessem os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João
    Alves foram para o rio Paraíba do Sul e lançaram as suas redes.
    Você
    vai pescar com eles, avance uma casa
  3. Depois de muitas tentativas infrutíferas,
    descendo o curso do rio chegaram ao Porto Itaguaçú, no dia 12
    de outubro. –
    A pesca não deu resultados, volte duas casas.
  4. Já sem esperança, João Alves lançou a
    sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa
    Senhora da Conceição sem a cabeça.
    Você esperar para ver
    o que acontece, continua no mesmo lugar
    .
  5. Em nova tentativa apanhou a cabeça da
    imagem. Envolveram o achado em um lenço. Daí em diante, os
    três humildes pescadores pescaram muitos peixes.
    Isso foi um milagre,
    avance 3 casas
    .
  6. Com o barco repleto de peixes voltaram
    para casa levando junto o corpo e a cabeça da imagem encontrada.
    Você
    está voltando com eles para casa,avance 2 casas
    .
  7. Durante quinze anos a imagem permaneceu
    na residência de Filipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança
    se reuniam para rezar. –
    Você também vai rezar, permaneça nessa casa.
  8. A devoção foi crescendo entre o povo da
    região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam
    diante da imagem. –
    Você fica feliz com isso, avance uma casa.
  9. A fama dos poderes extraordinários de
    Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil e muitas
    outras pessoas das vizinhanças vinham rezar ali.
    Você vai ajudar,
    avance uma casa
    .
  10. Certa noite que o tempo estava sereno,
    repentinamente as duas velas que iluminavam a Santa se apagaram
    e houve espanto entre os devotos. –
    Você quer ver o que acontece,
    continue nessa casa
    .
  11. Silvana da Rocha quis acendê-las
    novamente, mas nem tentou, pois elas acenderam por si mesmas. Foi
    o primeiro milagre, ocorrido por volta de 1733.
    Você correu para
    contar aos outros, avance duas casas.
  12. A casa ficou pequena para tanta gente que
    vinha rezar. A família construiu um oratório no Porto de
    Itaguaçu. –
    Você
    vai ajudar na construção, continue nessa casa
    .
  13. Por volta de 1734, o vigário de
    Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos
    Coqueiros, com a ajuda do filho de Felipe, ela foi aberta
    visitação pública em 26 de julho de 1745. –
    Você também vai para
    lá, avance 3 casas.
  14. Em 20 de abril de 1822, em viagem pelo
    Vale do Paraíba, Dom Pedro I e sua comitiva visitaram a capela e
    a imagem de Nossa Senhora. –
    Você também quer ver o príncipe
    regente, espere nessa casa.
  15. Em 1834 foi iniciada a construção de
    uma igreja maior para acomodar e receber os fiéis que tinham
    aumentado muito.
    Você vai ajudar na construção, permaneça
    nessa casa por duas jogadas
    .
  16. Em meados de 1850, um escravo chamado
    Zacarias, preso por grossas correntes, ao passar pela igreja onde
    se encontrava a imagem de Nossa Senhora, pede ao feitor
    permissão para rezar. –
    Você está curioso, fique nessa casa.
  17. Recebendo autorização, o escravo se
    ajoelhou diante de Nossa Senhora e rezou fervorosamente. Durante
    a oração, as correntes, milagrosamente, soltaram-se de seus
    pulsos deixando Zacarias livre. –
    Você correu para contar o milagre
    para todos, avance duas casas.
  18. Certo dia, um cavaleiro de Cuiabá,
    passando pelo lugar a caminho de Minas Gerais, viu a fé dos
    romeiros e começou a zombar. –
    Você deu risada com ele, não vai
    jogar por duas rodadas
    .
  19. O cavaleiro dizia que aquela fé era uma
    bobagem. Quis provar o que dizia, entrando a cavalo na igreja.
    Logo na escadaria, a pata de seu cavalo se prendeu na pedra da
    escada e derrubou o cavaleiro de seu cavalo. –
    Você também caiu com
    ele, não vai jogar na próxima rodada
    .
  20. Depois desse fato, a marca da ferradura
    ficou cravada na pedra. O cavaleiro arrependido pediu perdão e
    se tornou devoto.
    Você ficou contente com o milagre, avance uma
    casa
    .
  21. A Igreja que estava sendo construída foi
    solenemente inaugurada e benzida no dia 8 de dezembro de 1868,
    quando esteve presente a princesa Isabel.
    Você vai participar
    da festa, fique ai por duas rodadas
    .
  22. Em 6 de novembro de1888, a Princesa
    Isabel visitou novamente a basílica e ofertou à santa, em
    pagamento de uma promessa, uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis,
    juntamente com um manto azul, ricamente adornado. –
    Você está admirando
    os presentes; fica nessa casa
    .
  23. No dia 8 de setembro de 1904, a imagem
    de Nossa Senhora foi coroada com a riquíssima coroa doada pela Princesa
    Isabel e foi colocado o manto anil, bordado em ouro e pedrarias,
    símbolos de sua realeza.
    Você vai à festa, avance uma casa.
  24. Nossa Senhora da Conceição Aparecida,
    foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial em 16 de
    julho de 1930, por decreto do Papa Pio XI.
    Você já sabe de quem
    é esta história, avance uma casa
    .
  25. No dia 30 de junho de 1.980, foi
    decretado oficialmente como feriado nacional o dia 12 de outubro,
    dedicando este dia à devoção de Nossa Senhora Aparecida e
    reconhecendo-a oficialmente como padroeira dos Católicos do
    Brasil. –
    Parabéns,
    você chegou ao fim da jornada. Pode descobrir a imagem de Nossa
    Senhora
    .
Posted by: | Posted on: setembro 24, 2011

Atividades para o Dia das Crianças.

Como o Dia das
Crianças é também Dia de Nossa Senhora Aparecida, podemos
fazer algumas atividades com as crianças que tenham como tema
Nossa Senhora Aparecida.

Essas
atividades não são para serem feitas durante a Celebração,
mas num salão ou pátio, com as crianças e pré-adolescentes.
Durante a festa para as crianças pode-se colocar estas
atividades:

Primeira
atividade: Quebra cabeça gigante

Preparação:
Se na comunidade tiver alguém com habilidade para desenho, peça
que essa pessoa faça um desenho de Nossa Senhora Aparecida em um
papel bem grande, ou em tecido, de modo que a imagem tenha
tamanho de 1 metro de altura. Caso não tenha quem faça esse
desenho, pode-se mandar fazer em uma oficina de faixas e banners
para propaganda. Essa imagem deverá ser colada em papelão ou
papel cartão grosso e depois recortada em vários pedaços (no
mínimo 1 pedaço para cada criança participante). Cortar de
forma irregular, para que sejam encaixadas depois como um quebra
cabeça. Esses pedaços não podem ser muito pequenos, mas ter um
tamanho suficiente para escrever atrás algumas frases. Numere as
peças na parte de trás, começando pelas que ficam em volta do
desenho e continuar seguindo a ordem de cada peça, deixando a
peça que tiver o rosto de Nossa Senhora por último.

À parte,
escreva a história do aparecimento de Nossa Senhora Aparecida em
frases (tantas frases quantos forem os pedaços). No Blog, na
História de Nossa Senhora Aparecida, há uma separação em
frases que pode ser usada). Depois copie cada frase nas peças,
seguindo a ordem das peças, de modo que a história estará
completa quando a imagem também estiver. Evite colocar o nome da
imagem nas frases. Somente na última peça ele será colocado.

Aplicação:
No dia da festa, convide as crianças para montar o quebra
cabeça, mas sem dizer de que se trata a imagem. Entregue uma
peça para cada criança (ou até duas peças para cada uma se
tiver mais peças que crianças, porém as peças entregues para
cada uma não devem ter numeração seguida.)

Depois que
todas as peças forem entregues, comece a montagem pela criança
que recebeu a peça número 1; ela deve ler a frase que está
atrás da sua peça e colocar no lugar. Pergunte se alguém sabe
dizer de que é a imagem. Continue a colocação das peças,
seguindo a ordem de numeração das mesmas, sendo que a criança
deve ler primeiro a frase da sua peça antes de colocá-la. Mesmo
que as crianças descubram de quem é a imagem continue com o
jogo até o final. Conclua a brincadeira cantando uma música de
Nossa Senhora Aparecida que todos saibam.

Segunda
atividade: Trilha de Nossa Senhora Aparecida

Preparação:
Primeiro prepare a história da imagem de Nossa Senhora Aparecida
em fichas, de modo que cada ficha da história corresponda a uma
casa da trilha e represente uma dificuldade ou um avanço ou a
permanência. (você encontra a história com as instruções no
Blog)

Providencie
também um dado grande para ser jogado durante o jogo (pode ser
feito de cartolina ou um dado desses de tecido e espuma por
dentro). Providencie também de seis a dez peões grandes (uma
para cada participante) que também podem ser feitos com
cartolina de cores variadas (cones de cartolinas diferentes).

No dia da
festa, desenhe no chão uma grande trilha, como do jogo que tem
esse nome, e divida essa trilha em várias casas, numerando cada
casa. No final da Trilha, coloque uma imagem de Nossa Senhora
Aparecida, mas deixe ela coberta, para que seja descoberta pelo
primeiro da equipe que chegar lá. (a sugestão de como separar a
história em fichas está no Blog, na História de Nossa Senhora
Aparecida)

Aplicação:
Se o número de crianças for grande, divida em equipes de seis a
dez participantes. Vai jogar uma equipe de cada vez, e depois
pode-se fazer um jogo com os vencedores de cada equipe. Comece
fazendo com que cada participante da equipe jogue o dado para
sortear a ordem de cada um durante as jogadas. O que tirar maior
número de pontos será o primeiro a jogar e assim por diante
até o último da rodada. O primeiro da equipe se coloca na
primeira casa e joga o dado, andando tantas casas quanto o
número que ficar para cima no dado. Chegando nessa casa vai ler
a ficha correspondente a ela e fazer o que a ficha indicar (avançar
algumas casas, voltar para trás ou ficar nessa casa mesmo).
Ganha o jogo quem chegar primeiro na última casa do jogo. O
prêmio poderá ser uma pequena imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Posted by: | Posted on: setembro 25, 2010

Encontro sobre a “Parábola do Rico e do Pobre”

Antes do encontro:

Ler as Reflexões:
“A distância que nos separa de Deus” e “O valor do Dinheiro” sobre o Evangelho
Lc 16, 19-31

Comprar balas, bombons e chocolates, em quantidades suficientes
para que todos os participantes do encontro possam comer de tudo e levar também
um bolo e refrigerantes.

No dia do encontro:

Depois da acolhida e da oração inicial, inicie o encontro
com a “Dinâmica dos Ricos e Pobres”.

Explique que eles vão representar o trabalho numa Empresa.

Escolha um dos participantes para ser o/a Presidente da
Empresa;  outros/as dois para serem os diretores/as;
mais quatro para serem gerentes; mais 6 ou 8 para serem funcionários, operários
(mais ou menos de acordo com o número de catequizandos) e deixe dois ou três
para representarem os desempregados.

O/A catequista será a/o tesoureiro que vai fazer o pagamento
do salário.

Primeiro os desempregados vão falar com os diretores para
pedir emprego (mas não haverá emprego). Depois os operários procuram os gerentes
para pedir aumento de salário (mas não haverá aumento).

Em seguida, o tesoureiro vai fazer o pagamento do salários
de cada um (com metade  bombons e
chocolates e as balas divididos em saquinhos – guarde os melhores chocolates, o
bolo e os refrigerantes, sem deixar que vejam)

O presidente, que é o dono da empresa vai receber vários
chocolates e alguns bombons.

Os diretores receberão alguns chocolates e vários bombons.

Os gerentes receberão alguns bombons e várias balas.

Os funcionários receberão apenas algumas balas que sobraram.
E os desempregados receberão apenas uma bala cada um na mão, sem saquinho.

Deixe que abram os saquinhos e mostrem para todos  o que ganharam. Depois observe o que fazem, se
alguém divide o que ganhou com quem ganhou menos ou se agem com egoísmo.

Perguntar o que sentiram, porque uns ganharam mais que os
outros e como cada um agiu.

Depois chamar para o centro os que representaram os
desempregados e lhes dar chocolates maiores,  o bolo e refrigerante; fazer o mesmo com os
que eram funcionários  e que ganharam
pouco.  Se alguns deles dividiram o que
ganharam, dar a esses também  o bolo e
refrigerantes, premiando os que souberam partilhar.

Deixar que falem sobre o que aconteceu, o que sentiram.

Ler o Evangelho e deixar que façam  a ligação entre a dinâmica e o ensinamento de
Jesus.

Antes de terminar o encontro dividir o bolo e os refrigerantes
entre todos.

Posted by: | Posted on: setembro 9, 2010

O perdão e o amor de Deus

Encontro de catequese – O Perdão e o Amor de Deus – Lc 15,1-32

O-pai-misericordioso-e-os-dois-filhosEste encontro é ideal para crianças e adolescentes, na faixa etária dos 9 aos 12 anos. Vamos trabalhar o Evangelho em duas partes, procurando envolver as crianças para que possam perceber o sentido da mensagem de Jesus nas suas próprias vidas. A dinâmica do diálogo envolvente, isto é, que faz com que se sintam parte da história, ajudará os catequizandos a apreender bem a mensagem.

Primeira Parte: O Perdão (primeiro encontro sobre o tema)

Depois da Acolhida, comece contando uma história:

Era uma vez um garoto chamado Lucas que tinha uma gatinha chamada Mimi.

Mimi teve seis gatinhos lindos e cuidava deles com todo carinho, amamentava e protegia todos eles. Mas quando ficaram maiores, o mais levado deles saiu de perto de Mimi e aventurou-se pelo jardim. Quando Mimi percebeu que um de seus filhotes havia se distanciado, ela ficou com muito medo que ele se perdesse. Então recolheu os outros para a caixinha que Lucas havia preparado para eles, e saiu procurando por aquele extraviado. Read More …

Posted by: | Posted on: setembro 3, 2010

Encontro de Catequese: Ser discípulo de Jesus

Ser discípulo de Jesus – Lc 14,25-33

Reflexão
sobre o tema:
Leia os dois textos sobre o tema, “O
Seguimento” e “A exigência do Ser Discípulo” que estão
na página Reflexões.

O ENCONTRO

Preparação:

1.  
Prepare o local com muito cuidado. Disponha as cadeiras ou bancos
em forma circular, de modo que todos possam ver uns aos outros.
Nenhum lugar deve se destacar, pois, lembre-se de que o trabalho
do catequista ou da catequista é apenas levar os catequizandos a
se tornarem protagonistas no processo de educação e
amadurecimento da fé.

2.No
centro do círculo, coloque uma toalha bonita, e sobre ela arrume
um vaso de flores, a Bíblia e uma imagem de Nossa Senhora.

3.Providencie
papel e lápis coloridos, para que os catequizandos possam fazer
um belo desenho.

4.Cada
catequizando deverá ter um diário, um caderno onde vai colocar
sua meditação a cada dia.

Objetivo do
Encontro:

Levar
os catequizandos a perceber que para ser discípulos de Jesus, é
necessário se desapegar de tudo, vivendo como pessoas livres,
mas com amor no coração. Esse encontro é apropriado para
adolescentes, jovens ou adultos.

Acolhida:

  • Faça a acolhida dos catequizandos e catequizandas
    expressando a alegria pelo encontro.
  • Anime-os a se cumprimentarem e a trocarem um abraço
    fraterno.
  • Depois, convide-os a se colocarem em seus lugares e a
    fazerem uma oração silenciosa de agradecimento a Deus
    por tê-los chamados para esse lugar. Depois de alguns
    minutos convide-os a rezarem todos juntos uma oração (pode
    ser o Pai Nosso, o Creio ou outra oração de abertura do
    encontro)

Vivência:

  • Encerrada a oração, peça-lhes para fazerem o desenho
    de uma flor, bem bonita.
  • Depois, peça-lhes que escrevam ao lado da flor uma
    dedicatória, oferecendo aquela flor para uma pessoa que
    seja especial para elas (explicar que essa pessoa não
    precisa estar ali, pode ser alguém que já tenha
    falecido, e pode até mesmo ser o próprio/a catequisando/a).
    A dedicatória deve dizer por que essa pessoa é
    importante para ele/ela.
  • Enquanto isso, coloque um cartaz bem visível com as
    palavras: carinho, perdão, compreensão, egoísmo,
    vaidade, doação, interesse.(pode acrescentar outras, se
    quiser)
  • Depois que todos prepararam a dedicatória, cada um deve
    mostrar sua flor e ler em voz alta a sua dedicatória.
  • Os outros colegas da turma, deverão escolher uma das
    palavras do cartaz para classificar a dedicatória, de
    acordo com o que percebem nas palavras.
  • Depois que todos leram suas dedicatórias, pedir que cada
    um diga como classificou o texto cada colega, e o porquê.
    Anotar a classificação de todos.

Refletindo:

Ler o texto do
Evangelho Lc 14,25-33 e perguntar a eles o que entenderam. Deixar
que falem sobre suas dúvidas e ajudar a reflexão sem impor nada.

Olhando para
dentro:

Peça
que façam um paralelo entre o que diz o evangelho, e a escolha
da pessoa que ganhará a flor e da dedicatória de cada um. A
classificação que os colegas fizeram poderá ajudar cada um a
perceber até que ponto sua escolha foi uma escolha livre ou foi
uma escolha que demonstra que está preso por sentimentos humanos,
contrários ao projeto de Jesus.

Rezando:

Convide
à oração, cada um deve formular uma oração pessoal, a partir
de uma frase do Evangelho.

Vivendo a Fé:

  • Peça a cada um que cole em seu diário o desenho que fez
    e escreva um compromisso para a semana.
  • Lembre a eles que todos os dias, durante a semana, devem
    reservar um tempinho para refletir sobre como estão
    vivendo o compromisso que assumiram, escrevendo no
    diário os progressos ou fracassos diante do plano de
    Deus. 
Posted by: | Posted on: agosto 25, 2010

A Festa que agrada a Deus

A Melhor Festa

[Essa fábula pode ser usada para um encontro catequético]

Certa vez, em uma pequena cidade do interior, que ficava num vale, próximo de uma grande montanha, chegou a notícia de que um senhor muito importante estava vindo visitar a cidade, e que ficaria por um dia e uma noite. A notícia dizia que ele queria conhecer o povo da cidade.

Todos ficaram alvoroçados, quem seria esse senhor que queria conhecê-los? Ah, talvez fosse um rico negociante que desejava vender suas mercadorias ou mesmo comprar o que se fabricava ali, ou talvez fosse um político interessado em ajudar a cidade para angariar votos. Ninguém sabia dizer quem era esse senhor, mas todos queriam conhecê-lo.

Então, começaram a se organizar para recebê-lo, queriam que ele tivesse uma boa impressão da cidade, na esperança de conseguirem algum favor ou alguma recompensa.

O prefeito da cidade organizou um grande almoço e convidou os vereadores, os secretários, o juiz e o delegado, todas as autoridades da cidadezinha, para participarem do banquete.

O padre, que também queria conhecê-lo na esperança de conseguir dinheiro para a reforma da igreja, organizou um café da manhã, pois queria ser o primeiro a homenageá-lo. Convidou as famílias mais piedosas da cidade.

O diretor da escola não quis ficar atrás e organizou uma tarde cultural, com música, poesia e teatro para alegrar a tarde daquele visitante ilustre. E convidou os melhores alunos, das famílias mais ricas da cidade.

Os empresários também queriam lhe prestar uma homenagem e por isso organizaram um jantar dançante, convidando todos os comerciantes e industriais da região.

Dessa forma, estava pronta uma grande festa, onde todas as famílias mais importantes da cidade poderiam conhecer o tal visitante.
Mas os trabalhadores não queriam ser excluídos da festa, por isso se organizaram para receber aquele senhor assim que chegasse na cidade com muitas palmas e acompanhá-lo pela cidade cantando durante todo o percurso.
E assim foi feito.

Nas primeiras horas do dia, o povo já estava a postos, todos vestindo a melhor roupa, com bandeiras e cartazes de boas vindas. Mal a visita apontou ao longe começaram a cantar e quando esta se aproximou da entrada da cidade passaram a aplaudir.
Aquele senhor era simpático, conversava com todo mundo, tirava fotos ao lado deles e caminhava com eles enquanto cantavam e dançavam com muita alegria, até chegar à Igreja.
Na porta da Igreja, o padre o convidou para entrar e participar da missa que seria rezada em sua homenagem. Foi uma missa linda, cantada.

Depois foram para a casa paroquial para o “café da manhã” que havia sido preparado com muito carinho pelas famílias. A conversa estava tão boa que se estendeu até quase a hora do almoço.

Quando ele saiu, o povo novamente seguiu com ele, cantando e dançando, até a prefeitura, para o grande almoço. E assim foi o dia todo, muita festa, muita comida, muita alegria. Todos olhavam o homem com curiosidade, enquanto ele observava o que todos faziam. Da prefeitura foi à escola, da escola foi ao jantar dançante, sempre acompanhado do povo.

Quando terminou o baile, ele já havia conhecido quase todos os moradores da cidade.
Despediu-se de todos e saiu, bastante cansado e sem saber onde iria dormir, pois ninguém o convidara para ficar. Ao sair encontrou apenas uma família bem pobre esperando por ele. A família estava meio envergonhada, mas o pai se adiantou e se apresentou. Depois apresentou sua mulher e seus filhos.

O senhor lhes perguntou o que faziam ali, pois já era tão tarde.
O pai disse que queriam muito conhecê-lo, mas como eram pobres não puderam participar das festas, pois não tinham roupas adequadas e nem dinheiro para colaborar.
O senhor lhes perguntou onde moravam, e responderam que era na periferia da cidade, num bairro muito pobre. Então o senhor perguntou se eles poderiam hospedá-lo naquela noite, pois estava muito cansado e não tinha onde dormir.
A família, um pouco encabulada, disse-lhe que seria um prazer, embora sua casa fosse muito modesta. E levaram o senhor para sua casa.

Lá chegando arrumaram uma cama com lençóis bem limpos e lhe deram toalhas limpas para que pudesse se banhar, depois ofereceram um chá bem quentinho para ajudá-lo a dormir bem. E o visitante passou a noite ali, naquela casa.
Pela manhã, ao acordar, sentiu um cheirinho gostoso de café e de pão quentinho. Mas ao se levantar ficou impressionado pois ao sair do quarto percebeu que aquele era o único quarto da casa, e aquela era a cama do casal, que havia dormido no chão da cozinha, pois a casa nem sala tinha.
Ao sair para fora da casa, encontrou uma mesa feita de tábuas repleta de comida gostosa e cheirosa. Além do café e do pão quentinhos, havia leite, broa de milho, mingau, rabanada, pudim de pão, ovos mexidos.

Ele ficou admirado!
Chamou a mãe da família e perguntou onde ela havia conseguido dinheiro para comprar tudo aquilo, já que eram tão pobres. A mãe respondeu que não havia gasto nada, pois tudo que estava ali tinha sido dado pelas outras famílias que, como eles, moravam ali naquele lugar. Cada um havia dado um pouquinho do que tinha e todos juntos haviam preparado aquele desjejum.
Aquele senhor ficou encantado e mandou chamar todas as outras famílias, pois queria conhecê-las.

Eram todos muito pobres, alguns doentes, outros deficientes. Ele fez questão que todos sentassem com ele para partilharem juntos aquela refeição.
Antes de sair da cidade, ele deixou uma grande recompensa para aquelas famílias e disse-lhes que iria construir ali um grande palácio e que todos estavam convidados para morar nele, pois aquela havia sido a melhor noite de sua vida e o café da manhã a festa mais alegre de que participara, porque o verdadeiro amor ele havia recebido ali.

Posted by: | Posted on: agosto 18, 2010

A quem se destina a Salvação?

O Encontro Catequético que vamos propor, a partir do Evangelho escrito por Lucas 13, 22-30, destina-se a adolescentes e jovens, mas poderá ser adaptado para adultos. Essa dinâmica de catequese litúrgica, é apropriada à catequese de iniciação cristã que busca uma educação na fé que leve à conversão e seja transformadora.

Como já dissemos anteriormente, é ideal que o Encontro aconteça na semana posterior à celebração dominical onde o Evangelho é lido e refletido.

Antes de iniciar a preparação do Encontro, o/a catequista deve dedicar algum tempo para refletir sobre o texto do Evangelho, mergulhando nele para trazer à tona o que é essencial. Para isso, na página REFLEXÃO, publicamos uma proposta de leitura orante do texto, com o título: Reflexão do Evangelho escrito por Lucas 13,22-30; essa reflexão foi publicada em 17/08/2010, e também um artigo de Dom Paulo Mendes Peixoto, Presidente da Comissão para a Animação Bíblico Catequética do Regional Sul I da CNBB, entitulado “Lugar à mesa“.

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Posted by: | Posted on: agosto 7, 2010

Encontro de Catequese – Assunção de Nossa Senhora

Sugestão de Encontro de Catequese a partir do Evangelho Dominical

A nossa proposta será a de uma catequese litúrgica, que leva para os encontros a reflexão e os ensinamentos que provêm da leitura do Evangelho Dominical e que depois se estendem para a vida de cada um. É ideal que o encontro aconteça na semana posterior, pois, tendo participado da celebração dominical, onde o Evangelho foi proclamado e refletido na homilia, os catequizandos poderão trazer seus questionamentos e sua própria contribuição a respeito do tema.

Dia 15 de agosto de 2010 – Tema: Assunção de Nossa Senhora – Lc 1,39-56

Imagem da Assunção de Nossa SenhoraReflexão sobre o tema: A Assunção de Nossa Senhora é um tema difícil de ser compreendido, tanto por crianças como por adultos, especialmente a partir da modernidade, onde a valorização da razão e da ciência questiona o espiritual.

A Bíblia não faz menção direta à assunção de Nossa Senhora, no entanto, os santos padres e teólogos da Igreja buscam nos textos bíblicos, desde o Gênesis até o Apocalipse, a fundamentação que aponta esse privilégio como decorrência das verdades ensinadas na Sagrada Escritura. Em Lucas, a saudação do Anjo no momento da anunciação “Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo, bendita és tu entre as mulheres!” (Lc 1,28), já apresenta a plenitude da graça que foi concedida à Maria, e da qual a sua assunção é o complemento. O Catecismo da Igreja Católica diz: “A Assunção da Virgem Maria é uma participação singular na Ressurreição de seu Filho e uma antecipação da ressurreição dos outros cristãos” (CIC 966).

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