MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES

No dia 23 de agosto de 2016, nossa Igreja comemora o Dia Mundial das Missões. Tendo em vista essa data e comemorando 90 anos da sua celebração, o Papa Francisco escreveu uma mensagem destinada a toda a Igreja, Povo de Deus.

Nessa mensagem, o Papa “convida-nos a olhar a missão ad gentes como uma grande, imensa obra de misericórdia quer espiritual quer material”. E também “a ‘sair’, como discípulos missionários, pondo cada um a render os seus talentos, a sua criatividade, a sua sabedoria e experiência para levar a mensagem da ternura e compaixão de Deus à família humana inteira”.

A íntegra da mensagem do Papa Francisco está em PDF no link abaixo, e deverá ser lida nas missas, em todas as comunidades, no domingo em que se celebra o “Dia Mundial das Missões”

CLIQUE AQUI para abrir a MENSAGEM PARA O DIA MUNDIAL DAS MISSÕES 2016

Carta Apostólica do Papa Francisco às Pessoas Consagradas

LOGO DO ANO DA VIDA CONSAGRADANa abertura do “Ano da Vida Consagrada”, o Papa Francisco envia uma mensagem a todas as pessoas que dedicam sua vida integralmente à Vida Consagrada.

Nessa mensagem, ele elenca três objetivos primordiais:

  1. A necessidade de “olhar para o passado com espírito de gratidão” por forma a fazer permanecer viva a própria identidade sem nunca fechar os olhos perante as incoerências, frutos da fraqueza humana, mas também fruto do esquecimento de alguns aspectos essenciais do carisma da vida consagrada;
  2. A “necessidade de viver o presente com paixão” vivendo plenamente o Evangelho no espírito de comunhão.
  3. E “abraçar o futuro com esperança” sem nunca deixar-se desencorajar pelas inúmeras dificuldades que afetam a vida consagrada, a começar pela crise das vocações.

No link abaixo vocês encontram o texto completo dessa carta:

CARTA APOSTOLICA ÀS PESSOAS CONSAGRADAS

“Carta às Mulheres” do Papa João Paulo II

joao paulo IIIniciando o mês de maio, mês de Maria e mês das Mães, o Blog da Catequese disponibiliza para todos os catequistas que nos seguem mais um Documento importante do Papa João Paulo II. É a “Carta às Mulheres” que foi publicada em junho de 1995.

Como sempre exortamos, a leitura e compreensão dos Documentos da Igreja é imprescindível para todos que desejam conhecer bem o que diz o Magistério. Quem não conhece esses Documentos não tem condições de dar razão consciente da própria fé.

A “Carta às Mulheres” foi obtida no site do Vaticano, com texto em língua portuguesa. Foi revisada e adaptada ao português do Brasil pela nossa blogueira, Maria Aparecida de Cicco. Está publicada em PDF e pode ser acessada clicando no link:

CARTA DO PAPA JOÃO PAULO II ÀS MULHERES

CARTA PASTORAL POR OCASIÃO DO ANO DA FÉ

Neste dia 11 de outubro de 2012, acontece a abertura oficial do Ano da Fé, instituído pelo Papa Bento XVI. Será um tempo oportuno para que todos nós, cristão católicos, possamos refletir e avaliar a nossa fé em Cristo e nos seus ensinamentos, reavivando nossa vocação a sermos discípulos de Jesus, anunciadores do Reino.

Para ajudar a nossa reflexão, D. Paulo Mendes Peixoto, que muito colabora com nosso Blog, escreveu uma Carta Pastoral para o povo de Deus da Arquidiocese de Uberaba, da qual ele é Pastor, e nós a reproduzimos aqui para que todos possam dispor dessa reflexão.

 Carta Pastoral por Ocasião do Ano da Fé

Aos padres, religiosos, religiosas, seminaristas, lideranças leigas e a todo o povo da Arquidiocese de Uberaba.

 Na dimensão do Novo Plano Diocesano de Pastoral, celebramos os indicativos do Papa Bento XVI sobre o Ano da Fé. O momento é de enfrentamento dos desafios da nova cultura, supondo o empenho por uma Nova Evangelização. É hora de ir às fontes da fé, à Palavra de Deus, aos Documentos do Concílio Vaticano II e ao Catecismo da Igreja Católica, ambos solidificados pelo Espírito Santo na História e na Tradição da Igreja.

Na Carta “Porta Fidei” descobrimos que “a Fé é a Porta”, porta de entrada, que “implica embrenhar-se num caminho novo que dura a vida inteira” (Porta Fidei, 1), que evidencia a necessidade do encontro pessoal e permanente com Jesus Cristo. E Jesus mesmo disse: “Eu sou a porta” (Jo 10, 9). Porta que depende de fé viva, principalmente sabendo que Ele é sempre “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14, 6).

Será que já entramos pela Porta da Fé, tornando-nos cristãos praticantes e comprometidos com o Reino de Deus? Já fizemos o caminho de iniciação à vida cristã como estão pedindo os bispos nas atuais Diretrizes Evangelizadoras na Igreja do Brasil? Como diz Bento XVI: Estamos preocupados com as consequências sociais, culturais e políticas da fé, deixando de lado a fé em si mesma, que pode ser até uma negação dela?

Estamos conscientes de que o caminho da fé só é possível com a força de Deus, o amor de Cristo no dom do Espírito Santo. É importante esta certeza, porque só com as forças naturais somos incapazes de percorrer um caminho que defenda a vida com dignidade e em conformidade com o projeto da Palavra de Deus. Devemos ir ao poço como o fez a samaritana através do encontro com Jesus (Jo 4, 14).

Ser discípulo exige intimidade com a Palavra de Deus e ter gosto por ela, tê-la como alimento para nossa fé. Por isto deve ser lida, escutada, meditada, rezada, contemplada e colocada em ação na convivência comunitária. No caminho do Ano da Fé, a Leitura Orante da Palavra de Deus é muito significativa e sugestionadora de novas atitudes de vida. É como beber na fonte de água pura e que dura para sempre.

Um destaque importante no Ano da Fé é a Celebração da Eucaristia. É espaço de contato com Cristo na Palavra ali proclamada e no Pão partilhado. É fundamental que as Celebrações sejam bem preparadas e participadas, revelando a riqueza da vida sacramental, capaz de abastecer a vida de fé e os compromissos que o cristão deve assumir como construtor da vida em Deus na nova cultura.

Necessitamos de uma Igreja que reza para dar vitalidade a sua fé. Oração pessoal, comunitária e litúrgica, sabendo que tudo isto expressa sintonia com os compromissos do batismo, no caminho de salvação. Quando rezamos, é a Igreja que reza. Que o Ano da Fé seja de mais oração e de maior compromisso com o conteúdo perene da fé contido e proclamado na recitação, ou na profissão de fé, isto é, no Credo.

Diz o Papa que “o Ano da Fé seja uma ocasião para intensificar o testemunho da caridade”, porque a fé sem caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento sujeito a dúvidas. Fé e caridade são fontes de testemunho de vida cristã, capaz de atrair outros a entrar pela porta da fé. Só na caridade que a nossa fé se torna testemunho que anuncia a salvação e atrai as pessoas para a vida cristã.

Acreditar em Deus significa aceitar livremente o mistério da fé. Para isto temos que usar todos os momentos formativos, tendo como uma das fontes o Catecismo da Igreja Católica. Estando conscientes, devemos ir ao encontro daqueles que ainda não fizeram a experiência de crer. A “Nova Evangelização” exige que, neste ano, seja reavivado o nosso zelo apostólico, que é sempre a alegria de partilhar a esperança com quem ainda não percebe os mistérios de Deus.

Esperamos que toda nossa Arquidiocese se mobilize, de forma efetiva, dentro do pedido de Bento XVI para o Ano da Fé. Isto deve acontecer nas celebrações, na catequese, nos momentos formativos, nos encontros de casais, de jovens, nos grupos de reflexão, na convivência familiar e comunitária etc. É um tempo privilegiado da ação do Espírito Santo na vida da Igreja e, de modo especial, para nossa Igreja Particular.

Maria, a Mãe de Jesus Cristo, e nossa Mãe, a “Estrela da Evangelização”, também da “Nova Evangelização”, seja o itinerário do Ano da Fé para todos nós. Ela, aberta ao convite do Anjo e determinada no seu SIM, seja nossa guia, com o título de Nossa Senhora da Abadia, padroeira da cidade de Uberaba e de paróquias de nossa Arquidiocese. Que Deus, através dela, nos abençoe.

Uberaba, 11 de outubro de 2012.

Dom Paulo Mendes Peixoto – Arcebispo Metropolitano

Carta da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude

Brasília, 01 de maio de 2012.

CJ nº 0369/12

Caros irmãos,

Vigários Paroquiais e demais Presbíteros.

“O Espírito Santo virá sobre você […] Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”.

É Maio! Mês de recordar e celebrar com alegria a presença edificante de Maria que, em plena juventude, respondeu positivamente ao chamado de Deus, dando sentido a sua vida e revolucionando a história da humanidade. E ela agiu assim impulsionada pela ação do Espírito Santo! Coincidentemente, no mês de Maria deste ano teremos também a Solenidade de Pentecostes!

Esta é a terceira carta que lhes escrevo e quer ser um forte convite para contemplarmos, em clima de Jornada Mundial da Juventude, os jovens que Deus nos confiou para amar e servir! Continue lendo

Domingo de Ramos: dia da Coleta Nacional da Solidariedade

No próximo domingo, dia 1º de abril, dioceses, paróquias e comunidades de todo país celebrarão o Domingo de Ramos, dia em que cristãos e cristãs fazem memória a entrada de Jesus em Jerusalém. É nesta data que a Igreja realiza a Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, em que todas as doações financeiras realizadas pelos fiéis farão parte dos Fundos Nacional e Diocesanos de Solidariedade.

Voltado para o apoio a projetos sociais, os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõe o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% são destinados para o Fundo Nacional de Solidariedade. O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade de todas as celebrações do Domingo de Ramos será encaminhado à respectiva diocese.

Em 2011, somente o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) apoiou 320 projetos sociais em todo Brasil.

Em 2012, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, a Campanha da Fraternidade (CF) reflete junto aos seus fiéis temas como a atual situação do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o texto base da CF 2012, dados do IBGE mostram que enquanto os mais ricos usam a maior parte de seu orçamento com saúde no pagamento de planos privados, os mais pobres têm os remédios como item de maior consumo de seus gastos com saúde.

Participe da Coleta Nacional da Solidariedade e contribua para a promoção e o apoio a projetos sociais de todo país e de sua diocese.

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC– Bispo Diocesano de Limeira