DIRETÓRIO NACIONAL DA CATEQUESE – DOC 84 DA CNBB

Catequistas, a CNBB disponibilizou o download do arquivo PDF do Diretório Nacional da Catequese e nós o compartilhamos com vocês. Assim não há mais desculpa para que estudem e aprofundem a sua formação sobre o que a nossa Igreja deseja em termos de Catequese. O Diretório é o livro essencial para todos os catequistas, indispensável na formação e na missão, pois ele explicita o significado da Catequese, apresenta as exigências da ação catequizadora, traça o itinerário a ser seguido, traz as normas para o bom desenvolvimento da Catequese e fala sobre o ministério que o catequista assume.

Aproveitem bem esse material, que poderá ser baixado nos próprios computadores, e imprimidos se desejarem.

CLIQUE AQUI PARA ABRIR O DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE – DOCUMENTO Nº 84 DA CNBB

Catequese Renovada – Orientações e Conteúdo – Documento da CNBB

catequese-renovadaO Documento “Catequese Renovada – Orientações e Conteúdo” – documento nº 26 da CNBB – foi aprovado e publicado em 1983, com o objetivo de “criar unidade de princípios, critérios e temas fundamentais para a Pastoral Catequética no Brasil” (CR – apresentação).

Apesar de ser anterior ao Diretório Nacional de Catequese, que foi aprovado e publicado em 1997 pela CNBB, o documento Catequese Renovada foi a base para a elaboração do Diretório e, ainda hoje, é fundamental na formação de catequistas, que devem estudá-lo juntamente com o Diretório, além de tê-lo sempre à mão para consulta.

Assim sendo, tendo em vista o caráter de instrumento de formação do Blog da Catequese, compartilhamos aqui o texto integral, em PDF, do Documento “Catequese Renovada – Orientações e Conteúdo” disponibilizado pela CNBB.

CATEQUESE RENOVADA – ORIENTAÇÕES E CONTEÚDO

VIII Sulão de Catequese – Conferências

Apresentamos os textos de duas conferências realizadas no VIII Sulão de Catequese, que aconteceu em outubro de 2013 em São Leopoldo, RS.

A Primeira Conferência foi feita por Dom Geremias Steinmetz – Bispo da Diocese de Paranavaí – Paraná.

O tema da conferência foi:

“O PROTAGONISMO DO CATEQUISTA NO MUNDO E NA IGREJA DE HOJE”.

O PROTAGONISMO DO CATEQUISTA NO MUNDO E NA IGREJA DE HOJE

A Segunda Conferência foi realizada por Liana Plentz, Coordenadora da Iniciação à Vida Cristã
no Vicariato de Porto Alegre e Secretária da Animação Bíblico-catequética do Regional Sul 3 – CNBB
O tema da Conferência foi: “UM NOVO OLHAR PARA UMA NOVA PRÁTICA NA CATEQUESE DE INICIAÇÃO À VIDA CRISTÔ 

CONCLUSÕES DO III SEMINÁRIO DE CATEQUESE INDÍGENA

Reconhecendo que os catequistas indígenas são a base para o surgimento de uma igreja autóctone, chegamos às seguintes conclusões:

  1. Sentimos a Necessidade de uma formação permanente, específica de catequistas indígenas em vista de uma Igreja indígena, ministerial, missionária, incorporando a lógica, o conteúdo, a metodologia e as instancias próprias dos povos e culturas indígenas. Essa proposta de formação poderá ser realizada em centro de formação permanente, ou nas aldeias, ou numa combinação criativa. Os elementos de formação inculturada devem ser incorporados também aos programas de formação do clero, religiosos e religiosas indígenas.
  2. Para os não indígenas que atuam junto aos povos indígenas é necessária uma preparação específica, em vista de uma catequese inculturada com protagonismo indígena.
  3. Queremos continuar o processo de reflexão com intercambio de experiências, conteúdos, metodologias, subsídios. Ao longo de quatro anos serão realizados encontros regionais e diocesanos, por temas específicos (indígenas na cidade), para partilha de experiências e aprofundamento. Esse processo culmina com a realização do IV seminário nacional de catequese indígena em 2017.

Mensagem do Primeiro Congresso Brasileiro de Animação Bíblica da Pastoral.

A Palavra de Deus é Viva e
Eficaz

  1. Com o coração repleto de
    alegria, nós, os 500 participantes do Primeiro Congresso
    Brasileiro de Animação Bíblica da Pastoral, em
    Goiânia, de 08 a 11 de outubro de 2011, saudamos
    fraternalmente a todos, celebrado com toda a Igreja que
    está no Brasil com quem partilhamos a riqueza da Palavra
    de Deus experimentada nesses dias de convivência,
    reflexão e comunhão. A Palavra de Deus é viva e
    eficaz 
    (Hb 4,12). Por Ela, Deus se revela, se
    comunica, vive em nós e conosco, pois Ele se doou por
    completo a nós, em Jesus Cristo, nascido da Virgem Maria,
    verdadeiro Deus e verdadeiro Homem (Jo 1,1.14). Ele é a
    Palavra Encarnada visível, audível, tocável,
    princípio de todas as coisas; Palavra salvadora,
    transformadora, libertadora, que ilumina, alimenta e leva
    a resistência na defesa integral da vida e da dignidade
    humana. Palavra que É e dá sentido a tudo o que somos e
    temos. Palavra que alimenta a fé,  fortalece a
    esperança e concretiza o amor.
  2. Nestes dias de graça,
    resgatamos a memória do caminho que a Palavra fez
    conosco e do caminho que fizemos com Ela na história.
    Lemos os Sinais dos Tempos nos desafios e oportunidades
    da civilização em mudança, na qual estamos inseridos.
    Entendemos que a Animação Bíblica da Pastoral é uma
    dádiva de Deus, capaz de reavivar na Igreja a
    consciência de que a sua identidade e missão derivam da
    Palavra de Deus; capaz de renovar e dinamizar a vida, as
    estruturas e a ação da Igreja em sua totalidade.
    Sentimo-nos provocados a construir, em nós e na
    comunidade eclesial, uma postura aberta e condizente com
    o divino processo transformador e revitalizador das
    pastorais, dos movimentos, das CEBs e das pequenas
    comunidades, estabelecendo inter-relação, inter-dependência
    e cooperação entre os pastores e os fiéis em todas as
    iniciativas pastorais, impulsionando o dinamismo, o
    crescimento e a irradiação dessa Palavra. Cabe-nos
    agora assumir, com coragem e juntos, a tarefa de fazer
    acontecer a Animação Bíblica de toda a Pastoral.
  3. O Papa Bento XVI alerta-nos:
    Não se trata de acrescentar qualquer encontro na
    paróquia ou na diocese, mas de verificar que, nas
    atividades habituais das comunidades cristãs, nas
    paróquias, nas associações e nos movimentos, se tenha
    realmente a peito o encontro pessoal com Cristo que se
    comunica a nós na sua palavra. Dado que a ignorância
    das Escrituras é a ignorância de Cristo (São Jerônimo),
    então podemos esperar que a Animação Bíblica de toda
    a Pastoral ordinária e extraordinária levará a um
    maior conhecimento da pessoa de Cristo, Revelador do Pai
    e plenitude da Revelação divina
    ” (VD no. 73).
  4. Irmãs e irmãos invoquemos
    o Espírito Santo, para que nos dê, a todos nós a
    atitude do discípulo, que escuta para colocar em
    prática o que o Senhor diz, e nos dê a graça de
    dinamizarmos a Animação Bíblica da Pastoral. Para isso,
    propomos:

a) que a conversão pessoal e
pastoral, solicitada pelo documento de Aparecida, seja fortemente
alimentada pela leitura diária e a vivência da Palavra de Deus,
priorizando o método da Leitura Orante;

b) que a iniciação à vida
cristã, formando verdadeiros discípulos missionários, seja
alimentada e dinamizada pela Palavra de Deus;

c) que a família e as
comunidades se congreguem ao redor da Palavra de Deus e, à sua
luz, reforcem as suas relações de vida e de comunhão;

d) que todas as iniciativas em
nossa Igreja partam da Palavra de Deus, por ela se iluminem, se
alimentem e se avaliem;

e) que todas as Igrejas
Particulares invistam na formação bíblica dos leigos e leigas
e na formação bíblico-pastoral dos seminaristas e
dospresbíteros;

f) que a leitura das Sagradas
Escrituras nos converta ao acolhimento, à convivência fraterna
e à colaboração mútua de todos os cristãos promovendo um
verdadeiro ecumenismo;

g) que nós, convertidos pela
Palavra de Deus, sejamos agentes transformadores da sociedade, a
favor dos mais necessitados, tendo em vista o Reino de Deus que
também é nosso.

5. Isso exige, por parte dos
bispos, dos presbíteros, dos diáconos, dos religiosos e
religiosas, dos ministros da Palavra, dos agentes de pastoral e
de todos os leigos e leigas uma firme decisão e um sólido
compromisso que concretize a Animação Bíblica da vida e da
pastoral nas nossas Igrejas particulares. Isso se realizará na
medida em que a Palavra continuar o seu mistério de encarnação
em cada um de nós como em Maria.

6. Que a Palavra de Deus,
lâmpada para os nossos passos e luz para o nosso caminho, guie
todos os esforços para que Cristo Jesus seja tudo em todos.

Goiânia, 11 de outubro de
2011.

FONTE: 
www.cnbb.org.br

Carta da COMISSÃO PARA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA DO REGIONAL SUL 1

Amigos/as catequistas do
Regional Sul 1: bom dia!

Segue abaixo a Carta da
última reunião da
COMISÃO PARA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA
DO REGIONAL SUL 1
.

Dom Vilson

domvilson@uol.com.brwww.diocesedelimeira.org.br

CARTA COMPROMISSO DA COMISÃO PARA
ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA REGIONAL SUL 1 – CNBB

“Encontramos o Senhor! vem e vê!”
(Jo 1, 41b.46.c)

Queridos catequistas do Regional Sul 1:
queremos saudar a todos vocês e apresenta-lhes as conclusões do
VII Sulão de Catequese:

Algumas pistas de ação sugeridas pelo VII Sulão
de Catequese, ocorrido de 19 a 21 de agosto de 2011, na Diocese
de São José do Rio Preto, para nossas Igrejas Particulares
baseadas no Diretório Nacional de Catequese, nas temáticas
trabalhadas na recente Assembléia Geral dos Bispos, bem como,
nas novas Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no
Brasil
com ênfase à Iniciação à vida Cristã (um
processo de Inspiração catecumenal) e Animação Bíblica da
Pastora
l, que poderão nos ajudar a
implementar na pastoral orgânica, uma catequese bíblico-vivencial-mistagógica,
na caminhada do Regional SUL1.

1- NA LINHA DA FORMAÇÃO: Assumir,
na formação dos catequistas e na comunidade eclesial, a
Iniciação à vida Cristã, um processo de Inspiração
Catecumenal, com uma metodologia adequada, despertando-os para o
compromisso missionário e vivencial; ter a missão de envolver-se
na experiência fascinante com Cristo, ser engajado na comunidade;
investir na formação de novos catequistas com dimensão
catecumenal.

2- NA LINHA DA
PEDAGOGIA CATEQUÉTICA:
 Repensar e propor
uma pedagogia iniciática de acompanhamento; dar atenção
especial ao Processo Catequético, pois o desafio da transmissão
da fé nesse universo virtual exige hoje de nós, atenção
especial aos processos mais que aos programas; exige acentuar o
Método Vivencial deste Processo.

3. NA LINHA MISTAGÓGICO-LITÚRGICA: Organizar
um itinerário mistagógico passando da catequese orientada para
os sacramentos à catequese que introduza no mistério de Cristo
e na vida eclesial; cultivar a dimensão litúrgica na catequese;
a catequese mistagógica é, sobretudo, litúrgica, pois tem
cuidado especial com a vivência nas celebrações dominicais.
Enriquecer a dimensão litúrgica na catequese através dos
momentos celebrativos, valorizando os ritos e símbolos de nossa
fé, tendo a Sagrada Escritura como fonte essencial para o Povo
de Deus na vida da comunidade.

4. NA LINHA BÍBLICA: Acentuar a
Palavra de Deus como fonte, inspiração e fundamento da
Catequese, bem como de toda Pastoral; educar os interlocutores
catequizandos na prática da leitura orante da Palavra de Deus.

5. NA LINHA TESTEMUNHAL-MISSIONÁRIA: Criar
uma nova consciência discipular e missionária em toda a
comunidade, envolvendo especialmente famílias, catequistas e
catequizandos (interlocutores); levar os nossos catequistas ao
compromisso de formar novos discípulos que se reconheçam
discípulos-missionários.

Que todos os catequistas se sintam chamados e
motivados a trabalhar para que o Reino de Deus aconteça em nossa
caminhada e missão catequética.

Que Deus abençoe a todos e todas, acolhendo os
desafios de nossa caminhada sob a proteção de Maria, a Virgem
do Silêncio e do Serviço.

          Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo Ref. da Comis.
Bíblico – Catequética CNBB-Sul 1
    
Pe. Paulo Gil

Assessor da  Comis. Bíblico -
Catequética
CNBB-Sul 1

Como a nossa Igreja lê a Bíblia

Muitas pessoas pensam que a leitura da Bíblia deve ser feita do mesmo modo que se lê outros livros de história, que basta abrir e ler do começo ao fim para saber o que Deus nos disse.
A Palavra de Deus está por trás das palavras humanas contidas na Bíblia, nos disse o Frei Carlos Mester, renomado biblista popular da Igreja Católica no Brasil.
Entre os muitos documentos escritos sobre a Bíblia, a Pontifícia Comissão Bíblica do Vaticano produziu um documento chamado “A Interpretação da Bíblia na Igreja“, onde apresenta pontos fundamentais que não podem ser esquecidos quando fazemos a leitura da Palavra de Deus.
No discurso de apresentação do documento, o Papa João Paulo II, procurando ajudar os católicos a fazerem uma leitura mais fiel da Bíblia, diz que “A interpretação da Bíblia traz conseqüências diretas na relação que homens e mulheres de hoje têm com Deus“. Ele se refere às diferentes imagens que as pessoas têm de Deus por causa do modo como lêem a Bíblia, e como isso influencia o seu modo de agir em relação com as outras pessoas.
O Papa João Paulo II diz que isso acontece por causa do “Mistério da Encarnação“, isto é, na encarnação Deus assume a vida humana integralmente, e se comunica através do jeito humano de ser. Na encarnação de Jesus, ele se encarna na realidade humana do judeu, e se comunica como um judeu do seu tempo, pois esse é a verdade da encarnação, fazer-se gente como a gente, assumindo concretamente tudo o que é humano.
Assim também acontece com a Palavra de Deus contida na Bíblia, ela se encarna nas palavras humanas, no jeito humano de falar, de se comunicar.
O Papa diz : “Na Bíblia, o humano e o divino aparecem juntos“, isto é, a mensagem que Deus quer nos transmitir aparece em linguagem humana, conforme os recursos da cultura do povo, que sentia a presença de Deus nos fatos de sua vida, e falava sobre essa experiência através do seu jeito de se expressar. Por isso o Papa disse haver “Duas atitudes que podem levar a uma falsa idéia de Deus e da Encarnação: a) Dar valor absoluto a todas as palavras da Bíblia; b) ignorar os condicionamentos humanos do texto”.
Isso significa que não podemos fazer uma leitura da Bíblia ao pé-da-letra, ler como se cada palavra escrita fosse ditada por Deus. A Bíblia é inspirada por Deus, Ele põe a semente da sua mensagem no coração do homem, que a transmite com suas palavras humanas, com seu jeito de falar daquilo que Deus inspira em seu coração. Fazer uma leitura “fundamentalista” é perigoso, nos diz o documento, porque as pessoas podem se enganar com interpretações ilusórias, dando falsas certezas e impedindo o pensamento, que deveria encarnar a mensagem de Deus na vida das pessoas.
Assim, é importante que na Catequese se busque ajudar os catequizandos a ler a Bíblia conforme a nossa Igreja orienta, e orientando para que cada um procure formação bíblica adequada para não cair na tentação de ler ao “pé-da-letra“.

Documentos sobre a Catequese da Igreja no Brasil.

A partir do Concilio Vaticano II e da
Conferência Latino Americana de Medellin, 
a catequese no Brasil recebe um grande impulso, e inúmeros são os
documentos produzidos tanto pela CNBB, quanto pelos Regionais, Dioceses e
Arquidioceses.

Um dos principais documentos publicados
que deu novo rosto à Catequese no Brasil foi o Documento “CATEQUESE RENOVADA.
Orientações e conteúdo” (26) – CNBB – 1983

Com este documento a catequese assumiu alguns
eixos centrais: a Bíblia como texto principal; o método Ver – Julgar – Agir; os
momentos celebrativos; o princípio de interação fé e vida; o valor e a
importância da caminhada da comunidade de fé como ambiente e conteúdo de
educação da fé. (cf. Diretório Nacional da Catequese n.12)

Nesse mesmo ano, 1983, é formado o GRECAT
- Grupo Nacional de Reflexão Catequética, que vai aprofundar os temas da
Catequese renovada e produzir  muitos
outros documentos que vão abrindo novos caminhos para uma catequese mais
enraizada na vida.

Como a relação dos documentos sobre a
Catequese no Brasil é grande, neste primeiro momento vamos apenas apresentar
esses documentos de forma sucinta, para posteriormente falarmos sobre cada um
deles.

Relação de Documentos
sobre a Catequese no Brasil:

TEXTOS E MANUAIS DE CATEQUESE:
orientações sobre sua elaboração, análise e avaliação – Estudos CNBB  53 – 1987

PPRIMEIRA SEMANA BRASILEIRA DE CATEQUESE
- Estudos  CNBB 55 – 1987

FORMAÇÃO DE CATEQUISTAS : critérios
pastorais – Estudos CNBB 59 – 1990

ORIENTAÇÕES PARA A CATEQUESE DE CRISMA -
Estudos CNBB  61 – 1991

CATEQUESE PARA UM MUNDO EM MUDANÇA -
Estudos CNBB 73 – 1994

O HOJE DE DEUS EM NOSSO CHÃO – Estudos
CNBB 78 – 1998

COM ADULTOS,CATEQUESE ADULTA – Estudos
CNBB 80 – 2001

ITINERÁRIO DA FÉ NA ‘INICIAÇÃO CRISTÃ DE
ADULTOS’ – Estudos CNBB 82 – 2001

SEGUNDA SEMANA BRASILEIRA DE CATEQUESE -
Estudos CNBB 84 – 2002

CRESCER NA LEITURA DA BÍBLIA – Estudos
da CNBB 86 – 2003

LER A BÍBLIA COM A IGREJA: comentário
didático popular à Constituição dogmática 
DEI VERBUM – Projeto Nacional de Evangelização ” Queremos ver Jesus…”
- 2004

OUVIR E PROCLAMAR A PALAVRA: SEGUIR
JESUS NO CAMINHO – a catequese sob a inspiração da Dei Verbum – Estudo CNBB 91 -
2006

DIRETÓRIO NACIONAL DE CATEQUESE -
Documento 84 da CNBB – 2006. Este é um Documento muito importante, pois trata da
natureza e finalidade da catequese, traça critérios de ação catequética,
orienta, coordena e estimula a atividade catequética nas diversas regiões. Ele
pretende delinear uma catequese litúrgica,bíblica, vivencial, profundamente
ligada à mística evangélico-missionária, mais participativa e comunitária”(cf. na
Introdução do DNC).

CATEQUISTAS PARA A CATEQUESE COM ADULTOS
- processo formativo – Estudo CNBB 94 – 2007

MINISTÉRIO DO CATEQUISTA – Estudo CNBB
95 – 2007

CATEQUESE,CAMINHO PARA O DISCIPULADO – Texto
Base – Ano Catequético Nacional – 2008.

INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ – Um processo de
inspiração Catecumenal  - Estudo 97 da
CNBB – 2009 –

TERCEIRA SEMANA BRASILEIRA DE CATEQUESE
- “Iniciação à vida cristã” – Comissão Episcopal pastoral para a animação
Bíblico-Catequética – CNBB – 2009

Desde 2007, a CNBB vem publicando os
Cadernos da coleção “Catequese à Luz do Diretório Nacional de Catequese”,  uma publicação em linguagem popular dos temas
do Diretório, elaborados pelo GRECAT – Grupo de Reflexão Catequética. Essa
coleção já está no 4º caderno, publicado em agosto de 2010, com o título de “Um
Caminho para formar Discípulos – Missionários”, que é uma versão simplificado do
Estudo 97 da CNBB intitulado “Iniciação á vida Cristã”. O primeiro caderno
dessa coleção foi “Como ler o Diretório Nacional de Catequese” publicado em
2007. Ainda em 2007, foi publicado o 2º caderno “Catequese: Um Ministério
Eclesial”.  Em 2008 foi publicado o 3º
caderno, intitulado “Celebrar e Crescer na Fé – Catequese e Liturgia”. Estão
previstos ainda o 5º caderno, intitulado “Catequese e Bíblia”, a ser lançado em
2011 e o 6º e último caderno “Catequese e Espiritualidade” com lançamento
previsto para 2012.

Documentos da Igreja sobre a Catequese

Desde os primórdios, a Igreja sempre se preocupou com a difusão da mensagem de Jesus Cristo, tendo o cuidado de preservar sua verdade e de orientar os discípulos para que pudessem exercer seu ministério seguindo os passos do Mestre.

Assim, começando pelos Pais da Igreja, nos primeiros séculos, a comunidade cristã produziu documentos e catecismos para a evangelização.

O primeiro documento de que se tem notícia foi a DIDAQUÊ, o catecismo dos primeiros cristãos, escrito no século I da nossa era. Esse documento continha a doutrina que orientava os passos das primeiras comunidades.

Muitos outros catecismos e orientações pastorais foram dando impulso à missão catequizadora da Igreja, especialmente nos últimos séculos, e de forma mais intensiva após o Concílio Vaticano II.

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