quarta-feira, fevereiro 7th, 2018

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Posted by: | Posted on: fevereiro 7, 2018

CARNAVAL! FESTA PAGÃ OU FESTA CRISTÃ?

Você conhece a origem da festa de carnaval?

A festa do Carnaval é uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. Esses festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades.

Há quem diga que essa festa tenha surgido na Grécia por volta do ano 520 a.C, onde o vinho era fundamental e as pessoas se reuniam em nome do deus Dionísio, com a intenção de se divertirem, celebrar a chegada da primavera e a fertilidade.

Mas também há quem diga que provavelmente ele tenha sua origem em uma festa ancestral realizada na Roma antiga em exaltação a Saturno, deus da agricultura: as “saturnais”. Na época dessa celebração, as escolas fechavam, os escravos eram soltos e os romanos dançavam pelas ruas. Havia até mesmo uma espécie de “bisavô” dos atuais carros alegóricos, carruagens que levavam homens e mulheres e eram chamados de carrum navalis, algo como “carro naval”, devido ao formato semelhante a uma embarcação. Alguns pesquisadores enxergam aí a origem da palavra “carnaval”. Read More …

Posted by: | Posted on: fevereiro 7, 2018

Autoridade e compaixão

Dom Paulo Mendes Peixoto

Duas palavras envolventes na vida social. Dizemos que a autoridade, equiparada ao poder, normalmente deve vir de Deus, mas quando conquistada de forma legítima. É base para todo tipo de sociedade organizada, principalmente no âmbito do mundo político. A compaixão, ou compreensão do estado emocional, que temos do outro, seja uma prática com intenção de aliviar os seus sofrimentos.

Compreendemos esse fato na vida de Jesus. Ele agia com autoridade, porque testemunhava com sua vida o que realizava. Suas palavras tinham força de ação e conquistavam o coração dos ouvintes e seguidores. Olhava as pessoas com compaixão, porque entendia os seus problemas e curava os doentes. Para Jesus, o ser humano e a sua dignidade, estavam acima de quaisquer outros interesses.

A força de quem tem autoridade precisa levar em conta também o aspecto da compaixão, e agir de forma integradora, olhando para a coletividade, sem discriminação. Não pode ser uma prática que desconhece a identidade da classe marginalizada. Assim fez Jesus, com poder infinito nas mãos, e sensível para com as pessoas mais vulneráveis e sofredoras da sociedade de seu tempo. Read More …