janeiro, 2018

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Posted by: | Posted on: janeiro 31, 2018

Campanha da Fraternidade na Catequese.

Prepare encontros catequéticos sobre a Campanha da Fraternidade

Durante a Campanha da Fraternidade (CF), as crianças ocupam lugar-chave e estratégico na divulgação, propagação e reflexão do tema “Fraternidade e superação da violência”. Geralmente, as crianças levam para casa os argumentos estudados nos encontros catequéticos e, assim, ajudam os adultos a refletir sobre o assunto.

Mas como trabalhar o tema da CF 2018 nos encontros catequéticos? Confira algumas sugestões abaixo:

Comece com uma história

Crianças – e adultos também – gostam muito de histórias. Nada melhor do que criar uma narrativa envolvendo algum personagem dentro do contexto do tema da Campanha da Fraternidade. Aproveite o lema da campanha “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8) e conte uma história sobre um personagem que sofre discriminação – que é uma forma de violência muito comum. Destaque os sofrimentos do protagonista por ser rejeitado e a maneira como ele enfrentou essa dificuldade. A moral da história deve ressaltar às crianças que não podemos discriminar ninguém, pois todos somos irmãos. Read More …

Posted by: | Posted on: janeiro 30, 2018

Como viver melhor a Campanha da Fraternidade!

São muitas as formas de violência que enfrentamos dentro de casa, na rua, na sociedade. Mas o cristão não pode se acostumar com elas.

O que podemos fazer para mudar esse cenário caótico de desamor? De que maneira as comunidades podem viver melhor a Campanha da Fraternidade de 2018? Confira 10 dicas:

  • Conversão pessoal: Para mudar os que estão à minha volta, primeiramente eu devo me mudar, ou seja, se vivo em um ambiente de violência doméstica (agressividade, impaciência etc.) devo combatê-la com amabilidade e paciência por amor e por misericórdia.

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Posted by: | Posted on: janeiro 29, 2018

Sociedade enferma

Dom Paulo Mendes Peixoto

Na cultura capitalista e tecnológica dos últimos tempos, cresce a preocupação com a prosperidade econômica, esvaziando a riqueza de uma espiritualidade mais comprometida com a dignidade da pessoa. Quem mais tem, mais quer ter e está sempre insaciável no caminho do acúmulo sem nenhuma preocupação social. Por causa disso, agem de forma inescrupulosa, sem olhar a carência do outro.

As atitudes citadas acima mostram que estamos numa sociedade enferma, de práticas desumanas, e de forma generalizada, que não investe na educação, na saúde e no bem-estar social, impedindo que o Brasil seja um país querido por todos. Falta espírito de sacrifício e de partilha, porque o ter realmente sacrifica o ser e incapacita a pessoa para enxergar a dimensão de sua prática. Read More …

Posted by: | Posted on: janeiro 29, 2018

CAMPANHA DA FRATERNIDADE!

Com o início da Quaresma, entramos também na Campanha da Fraternidade (CF), uma ação organizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Selecionamos algumas informações importantes sobre o histórico da campanha, os objetivos, ações concretas, que nos faz perceber como os temas estão sempre ligados ao que o povo de Deus vive no Brasil.

1. A inspiração dos temas da Campanha da Fraternidade está sempre ligada a problemas concretos pelos quais a sociedade passa.

A ideia começou no início da década de 1960, quando padres da Cáritas Brasileira idealizaram um fundo para realizar, como Igreja, atividades assistenciais. O embrião da Campanha que temos hoje ocorreu, pela primeira vez, na Quaresma de 1962 em Natal (RN). Cresceu aos poucos e ganhou o apoio de organismos nacionais e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. Read More …

Posted by: | Posted on: janeiro 25, 2018

CELEBRAÇÃO DO 4º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A liturgia deste 4º Domingo do Tempo Comum nos mostra que Deus não admite as formas de egoísmo e de morte presente em nossa sociedade, visto que essa situação leva o ser humano a uma liberdade subjetiva, onde ele é escravizado e oprimido. Com isso Deus vem ao encontro de seus filhos e Filhas para lhes propor um novo projeto de liberdade e de vida plena.

A celebração deste 4º Domingo do TC, que foi enviada por Dom Vilson Dias de Oliveira, Bispo da Diocese de Limeira – SP, é um bom instrumento de formação bíblico-catequética, pois na reflexão das leituras propostas para esse domingo, nos traz pistas importante que nos ajudam a compreender melhor a Palavra de Deus, como também atualizá-la para nossos dias e nossa realidade.

CLIQUE AQUI para abrir a Celebração do 4º Domingo do Tempo Comum – ano B – 2018

 

Posted by: | Posted on: janeiro 24, 2018

PAULO, perfil do homem e do apóstolo

* Papa Bento XI

Personagens importantes da Igreja primitiva dedicaram a sua vida ao Senhor, ao Evangelho e à Igreja. Trata-se de homens, e também de mulheres que, como escreve Lucas no Livro dos Atos, “expuseram as suas vidas pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo” (15,26).

O primeiro deles, chamado pelo próprio Senhor, pelo Ressuscitado, para ser também ele um verdadeiro Apóstolo, é sem dúvida Paulo de Tarso. Ele brilha como estrela de primeira grandeza na história da Igreja, e não só da primitiva. São João Crisóstomo exalta-o como personagem superior até a muitos anjos e arcanjos (cf. Panegirico, 7, 3). Dante Alighieri na Divina Comédia, inspirando-se na narração de Lucas feita nos Atos (cf. 9,15), define-o simplesmente “vaso de eleição” (Inf. 2,28), que significa:  instrumento pré-escolhido por Deus. Outros chamaram-no o “décimo terceiro Apóstolo” e realmente ele insiste muito para ser um verdadeiro Apóstolo, tendo sido chamado pelo Ressuscitado ou até “o primeiro depois do Único”. Sem dúvida, depois de Jesus, ele é o personagem das origens sobre a qual estamos mais informados. De facto, possuímos não só a narração que dele faz Lucas nos Atos dos Apóstolos, mas também um grupo de Cartas que provêm diretamente da sua mão e sem intermediários nos revelam a sua personalidade e o seu pensamento. Lucas informa-nos que o seu nome originário era Saulo (cf. At 7,58; 8,1, etc.), aliás em hebraico Saul (cf. At 9,14.17; 22,7.13; 26,14), como o rei Saul (cf. At 13,21), e era um judeu da diáspora, estando a cidade de Tarso situada entre a Anatólia e a Síria. Tinha ido muito cedo a Jerusalém para estudar profundamente a Lei moisaica aos pés do grande Rabi Gamaliel (cf. At 22,3). Tinha aprendido também uma profissão manual e áspera, era fabricante de tendas (cf. At 18,3), que sucessivamente lhe permitiu sustentar-se pessoalmente sem pesar sobre as Igrejas (cf. At 20,34; 1Cor 4,12; 2Cor 12,13-14). Read More …

Posted by: | Posted on: janeiro 22, 2018

O profeta hoje

Não basta a capacidade de prever o futuro para ser profeta. No Antigo Testamento eles marcaram seu tempo e seu papel, porque falavam de modo confiável, em nome de Deus. Por isso que Jesus foi chamado de “grande profeta”. As suas palavras tinham total credibilidade, não eram distorcidas e nem mal-intencionadas. “Este homem era verdadeiramente filho de Deus” (Mc 15,39).

Há uma grande desconfiança no que as pessoas dizem hoje, principalmente quando são políticos, autoridades, ou no mundo dos negócios. Convivemos com duplicidade e sensacionalismo nas palavras. São usados inúmeros formatos para ludibriar a prática da justiça, fazendo com que a inverdade se torne verdade. É o tempo das incógnitas, servindo de base para uma cultura de descarte.

O esvaziamento na força da palavra desabona a identidade das autoridades. Elas deixam de ser sinais de confiança, e passam a dificultar a esperança das pessoas. Mas o povo precisa encontrar nelas a figura de um verdadeiro profeta, pessoas de confiança e de coerência em sua administração. A marca que as define é o interesse pelo bem comum, superando práticas individualistas e pessoais. Read More …

Posted by: | Posted on: janeiro 19, 2018

Papa Francisco fala sobre o “clericalismo” e o “laicato”

Neste ano de 2018 em que, no Brasil, a Igreja celebra o “Ano do Laicato”, as palavras do Papa Francisco, em seu discurso aos Bispos no Chile, têm um especial valor, pois mostram a preocupação do Papa com a questão dos leigos. O Papa não deseja uma Igreja clericalizada, e isso ele já havia deixado claro, em março de 2016, em uma carta enviada ao cardeal Marc Ouellet, presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina e o Caribe.

O Papa disse na carta: “geramos uma elite laical acreditando que são leigos comprometidos apenas aqueles que trabalham em coisas ‘dos padres’ e esquecemos, ignorando-o, o fiel que muitas vezes queima a sua esperança na luta cotidiana para viver a fé”.

“Ninguém foi batizado padre nem bispo. Fomos batizados leigos, e esse é o sinal indelével que nunca ninguém poderá apagar”. Read More …

Posted by: | Posted on: janeiro 17, 2018

Celebração do 3º Domingo do Tempo Comum

Neste domingo, fazemos memória do chamado feito por Jesus aos seus apóstolos, dando início à sua missão de profeta e servidor do Pai. Recordamos todas as pessoas e comunidades que se sentem chamadas e, sem mania de grandeza, colocam-se a serviço do evangelho e da construção da paz. O Senhor nos visita e, nessa celebração, renova seu chamado a cada um de nós. Ele quer nos livrar da tentação de poder e grandeza, nos dar a graça de confiar na sua força, que sempre se revela nos fracos e pequenos, para sermos anunciadores e anunciadoras humildes, disponíveis e alegres no seu Evangelho: “novos pescadores de gente”.

A Celebração deste 3º Domingo do Tempo Comum, enviada por Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira, que postamos aqui, vai nos ajudar a refletir sobre a Liturgia e a prepará-la melhor.

CLIQUE AQUI para abrir a Celebração do 3º Domingo do Tempo Comum – ano B – 2018

 

Posted by: | Posted on: janeiro 17, 2018

A Espiritualidade do Catequista de Iniciação à Vida Cristã.

Muito se fala de espiritualidade e há quem identifique um determinado tipo de espiritualidade. Ora, a espiritualidade é fruto da vida no Espírito, isto é, da vida que é dirigida pelo Espírito Santo. Quando nos deixamos guiar pelo Espírito que procede do Pai e do Filho, nos tornamos pessoas espirituais, cheias do Espírito de Cristo, pois o Espírito nos invade por inteiro, invade todo o nosso ser e o nosso agir.

“A espiritualidade cristã não pode ser entendida simploriamente como um conjunto de práticas espirituais (orações, exercícios ascéticos, regras e normas), mas como algo tão novo e tão inesperado, tão vigoroso e transformador, que leve à afirmação de que Deus está se tornando presente, de maneira singular, entre os homens. É certo que essa espiritualidade não se explica sem a presença operativa do Espírito, que não é Espírito abstrato, mas o Espírito de Cristo, que nos leva ao Espírito de Deus”. (Dicionário de Conceitos Fundamentais do Cristianismo – Espiritualidade – Teologia Fundamental – Paulus) Read More …