quarta-feira, novembro 1st, 2017

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Posted by: | Posted on: novembro 1, 2017

A Vida da Morte

Uma dificuldade que sempre encontramos na vida, mesmo que seja uma vida vivida na fé, é falar sobre a questão da morte.

Este vídeo, que foi sugerido pela Revista Online “Catequese Hoje”, é bem apropriado.

A morte “ronda” a todos. Faz parte da vida de todos nós. No vídeo, a morte se encanta com a vida de uma gazela e a acompanha o tempo todo, a ponto da gazela perder o medo dela. E, chega um tempo em que a gazela sem medo, faz um carinho na morte, que enfim a abraça. A morte que a acompanhou em todas as estações da vida, agora não mais a amedronta.

Bela metáfora para lembrar que a morte faz parte da vida, morremos um pouco a cada dia, até o dia em que, enfim, sem medo, a ela nos entregamos num abraço definitivo.

É uma excelente sugestão para usar nos encontros da Catequese que antecedem ou que sucedem o “Dia de Finados”, pois na iniciação à vida cristã, educar para encarar a morte com mais naturalidade e com espírito cristão, de quem crê verdadeiramente na ressurreição, é despertar a esperança no coração.

The Life of Death from Marsha Onderstijn on Vimeo.

Posted by: | Posted on: novembro 1, 2017

Celebração da Solenidade de Todos os Santos

No dia em que nossa Igreja celebra Todos os Santos, a liturgia traz o Evangelho das Bem-aventuranças, não por acaso, mas como caminho de vida cristã.

As bem-aventuranças são, sem dúvida, um dos textos mais conhecidos do Evangelho. De fato, ser discípulos de Jesus significa ser santo como é santo Deus, nosso Pai (Mt 5,48). As oito bem-aventuranças apresentam o ideal cristão, traduzido nas atitudes fundamentais de quem se propõe ser santo seguindo a Jesus. O discípulo deverá depositar sua confiança em ser solidário compartilhando os sofrimentos dos outros; como o Senhor, ter um relacionamento cordial com os demais; desejar ardentemente e saciar a sede de justiça neste mundo; ter um coração íntegro e livre de toda ambiguidade; ser aberto e acolhedor; empenhar-se para que aconteça a paz como consequência da justiça.

A celebração de todos os santos, num, certo sentido, é a festa da santidade anônima. Da santidade entendida, em primeiro lugar, como dom de Deus e resposta fiel da criatura humana. O calendário da Igreja está pontilhado de grandes nomes dos mestres da santidade. Todavia, tornar-se impossível enumerar todos os santos, tidos como sinais da manifestação maravilhosa da ação de Deus.

Celebremos com alegria a vida eterna de todos os santos que, vivendo neste mundo, deram testemunho de amor a Deus e de vida cristã.

A Celebração de Todos os Santos foi enviada por Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira

CLIQUE AQUI para abrir a Celebração da Solenidade de Todos os Santos – 31º Domingo do Tempo Comum – ano A – 2017