terça-feira, agosto 1st, 2017

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Posted by: | Posted on: agosto 1, 2017

O PERDÃO DE ASSIS

porciúnculaNo calendário litúrgico franciscano, o dia 2 de agosto é dedicado à celebração da Festa de Nossa Senhora dos Anjos, padroeira da capela restaurada por São Francisco de Assis, que popularmente é conhecida como “Porciúncula”. Na introdução do texto litúrgico do missal e da liturgia das horas, se diz o seguinte:

“O Seráfico Pai Francisco, por singular devoção à Santíssima Virgem, consagrou especial afeição à capela de Nossa Senhora dos Anjos ou da Porciúncula. Aí deu início à Ordem dos Frades Menores e preparou a fundação das Clarissas; e aí completou felizmente o curso de seus dias sobre a terra. Foi aí também que o Santo Pai alcançou a célebre Indulgência , que os Sumos Pontífices confirmaram e estenderam a outras muitas igrejas. Para celebrar tantos e tão grandes favores ali recebidos de Deus, instituiu-se também esta Festa Litúrgica, como aniversário da consagração da pequenina ermida”.

A propósito da Porciúncula, o Santo Padre se expressou recentemente nos seguintes termos: “O caminho espiritual de São Francisco teve início em São Damião, mas o verdadeiro lugar amado, o coração pulsante da Ordem, onde a fundou e onde, por fim, entregou sua vida a Deus, foi a Porciúncula, a ‘pequena porção’, o cantinho junto à Mãe da Igreja; junto a Maria que, por sua fé tão firme e por seu viver tão inteiramente do amor e no amor com o Senhor, todas as gerações a chamarão bem-aventurada.”

(Frei Régis Daher, OFM)

Como São Francisco pediu e obteve a indulgência do perdão

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Posted by: | Posted on: agosto 1, 2017

Uma história de violência e dor transformada pelo perdão e misericórdia

 

Na abertura da Solenidade do Perdão de Assis, neste ano em que se encerra o VIII Centenário do Perdão de Assis, Frei Michael Perry, Ministro Geral dos frades menores, contou uma emocionante história, de dor e sofrimento, para falar do perdão e da misericórdia.

LEIA  NA ÍNTEGRA A HOMILIA

Queridos irmãos e irmãs, o Senhor vos dê a Sua paz e Sua misericórdia!

No mês passado, ao visitar os frades na região de Chiapas, no México, perto da fronteira com a Guatemala, conheci uma família que estava fugindo de seu país de origem, El Salvador. Seu exílio foi causado por um acontecimento muito preocupante: o espancamento e o desaparecimento de seu filho Emílio de 15 anos. Desde a idade de 11 anos, o menino foi forçado a unir-se a uma das gangues. Durante quatro anos, o pai, soldador de profissão, e sua mãe tentaram manter a família unida. Havia três outros irmãos: uma filha de 13 anos, um filho de 9 e uma menina de 4. Um dia, chegou  a notícia de que seu filho tinha sido espancado publicamente por uma gangue rival, teve os dedos amputados e, depois foi levado para um lugar desconhecido. Os pais chamaram a polícia para  obter ajuda, mas não aconteceu nada. Eles passaram quatro meses sem uma palavra a respeito do filho. Foi, então, que seu pai decidiu que não podia mais correr o risco continuar vivendo em El Salvador. O que havia acontecido com seu primeiro filho poderia acontecer com o segundo. Temia também por sua esposa e suas filhas. Com a ajuda de traficantes pagos, a família mudou-se para uma pequena cidade no México, na região de Chiapas, longe da fronteira com a Guatemala. A família pensava que seu pesadelo de violência estivesse acabado, e que o sonho de encontrar um lugar de reconstruir suas próprias vidas estivesse se tornando realidade. Read More …

Posted by: | Posted on: agosto 1, 2017

A Primeira Vocação é o chamado à Vida!

“Antes mesmo de te formar no ventre materno, eu te conheci; antes que nascesses, eu te consagrei …” (Jer 1,5)

Eu não pedi para nascer! … Muitas vezes essa frase está na boca de adolescentes e jovens que acreditam ser responsabilidade dos pais o seu nascimento e, por isso, terem direito a tudo.

No entanto, nossos pais são apenas instrumentos de transmissão da vida, escolhidos por Deus para continuar a sua obra criadora e dar à luz aqueles que Ele mesmo chamou à vida.

Certamente essa colaboração dos pais, e de modo particular da mãe para com Deus precisa de consentimento, pois se, a exemplo de Maria, nossa mãe não tivesse dado o seu “SIM”, talvez fôssemos abortados, e ninguém sentiria falta de nós, nem poderia notar a nossa ausência. Read More …