ROTEIRO DE ORAÇÃO NA VIDA DIÁRIA – para ABRIL de 2016

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O Papa Francisco, falando sobre a leitura da Palavra, nos disse:

“O Evangelho é palavra de vida: não oprime as pessoas, ao contrário liberta… O Evangelho muda o coração, muda a vida, transforma as inclinações ao mal em propósitos de bem. O Evangelho  é capaz de mudar as pessoas!

Recordai-vos sempre de que o Evangelho tem a força de mudar a vida! Não vos esqueçais disto. Ele é a Boa-Nova, que transforma unicamente se nos deixarmos transformar por Ele. Eis porque vos peço sempre que tenhais um contato diário com o Evangelho, que o leiais todos os dias, um trecho, uma passagem, que o mediteis e que o leveis convosco por toda parte … alimentai-vos todos os dias nessa fonte inexaurível de salvação. Não vos esqueçais!” (Papa Francisco)

Para auxiliar na disposição de atender a esse pedido do Papa Francisco, disponibilizaremos a vocês o Roteiro de Oração na vida Diária – todos os meses de 2016 – preparado pela comunidade jesuíta ANCHIETANUM. Continue lendo

CURSO DE FORMAÇÃO: ITINERÁRIO CATEQUÉTICO

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itinerario-catequeticoestudo-cnbb-97Estimados(as) Catequistas, vamos compartilhar com vocês um excelente Curso de Formação para catequistas, que tem por base o ESTUDO DA CNBB nº 97 e o livro da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB “ITINERÁRIO CATEQUÉTICO“.

Este curso foi preparado e disponibilizado em vídeo pela Arquidiocese de Campo Grande em parceria com a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico Catequética. São nove vídeo-aulas com duração de, aproximadamente, 1 hora cada uma. São aulas bem didáticas, com apresentação de slides em datashow e com assessores capacitados. É um material precioso para todas as comunidades, principalmente aquelas que têm dificuldade de encontrar pessoas para dar uma formação desse gabarito aos catequistas. Continue lendo

CELEBRAÇÃO DO TERCEIRO DOMINGO DA PÁSCOA

pesca-milagrosa-postalO Tempo da Páscoa integra o Grande Dia Pascal, o Dia que o Senhor fez para nós. Neste período, a Igreja se deixa encontrar por seu Senhor e busca contemplá-lo e reconhece-lo mediante os mesmos gestos que Ele já realizava enquanto estava na sua companhia. A liturgia celebrada nos dá acesso a estes gestos de maneira que permaneçamos unidos a Jesus corporalmente, assumindo na história humana o posto de sacramento daquele que é Morto-Ressuscitado.

Na celebração da páscoa nesta semana, o Evangelho vai mostrar que os apóstolos fizeram a experiência de Cristo Ressuscitado e que nós cristãos ao celebrarmos o grande período da Páscoa do Senhor, fazemos esta mesma experiência, crescendo na fé e na escuta da Palavra a cada semana.

Jesus convida Pedro a apascentar o seu rebanho, a cuidar de sua Igreja. É uma contínua profissão de fé passada pelos séculos, onde a autoridade do Papa germina no amor que se faz serviço, pois Cristo não está morto, mas vivo e ressuscitado.

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC – Bispo da Diocese de Limeira, nos envia a celebração deste Terceiro Domingo da Páscoa. Um excelente subsídio para aprofundarmos a reflexão das leituras desse dia e também de nos prepararmos para a catequese semanal.

CLIQUE AQUI para abrir a CELEBRAÇÃO DO 3º DOMINGO DA PÁSCOA – ano C – 2016

Exortação Apostólica Pós-sinodal “AMORIS LAETITIA”

papa-exorta-apostolica“A Alegria do Amor” (Amoris Laetitia) é o título da Exortação Apostólica pós-sinodal que o Papa Francisco assinou em 19 de março passado, Solenidade de São José, e que foi apresentada nesta sexta-feira, 8 de abril, no Vaticano.

A Exortação tem nove capítulos e a oração final à Santa Família. O documento reúne os resultados dos dois Sínodos sobre a família convocados pelo Papa Francisco em 2014 e 2015. imago-esortazione_apostolica_amoris_letitia

“À luz da Palavra”

No primeiro capítulo, o Papa indica a Palavra de Deus como uma “companheira de viagem para as famílias que estão em crise ou imersas em alguma tribulação, mostrando-lhes a meta do caminho”.

“A realidade e os desafios das famílias”

Partindo do terreno bíblico, no segundo capítulo, o Papa insiste no caráter concreto, que estabelece uma diferença substancial entre teorias de interpretação da realidade e ideologias. “Sem escutar a realidade não é possível compreender nem as exigências do presente nem os apelos do Espírito”, aponta. “Jesus propunha um ideal exigente, mas não perdia jamais a proximidade compassiva às pessoas frágeis”. Continue lendo

Reino da vida

Enfrentamos situações de morte nas diversas práticas da cultura moderna. Em tempo de Páscoa, a mente humana deveria ser totalmente empenhada na defesa e na construção da vida. Este foi o agir de Jesus Cristo, terminando na cruz para dizer que a morte pode se transformar em vida. É a doação da própria vida, para construir o bem comum, que consegue despertar vida para as pessoas.

 A missão de Jesus Cristo na terra foi de construir o Reino de Deus, reino que tem por objetivo defender a vida na sua dignidade e plenitude. Nas dimensões da sociedade de hoje, ele não pode ser um reino estéril, sem fecundidade, fruto de atitudes irresponsáveis e sem compromisso com o sentido e a dignidade da vida. Tem que ser expressão clara da verdade e da justiça como identidade.

O cristão agora é convocado pela Palavra de Deus para seguir o caminho do Reino, que passa inclusive pela doação de si mesmo e pelo martírio. Mas isto só é possível mesmo quando o amor incondicional pelo outro for colocado em primeiro plano. É preciso criar consciência sobre a riqueza do verdadeiro amor, daquele que leva a pessoa a imitar Jesus Cristo na doação, como os apóstolos. Continue lendo

Frei Antônio Moser fala sobre o “Dia da Não Violência”

Há um mês atrás, no dia 9 de março, nosso querido Frei Antônio Moser faleceu vítima da violência urbana, numa tentativa de assalto, quando descia de Petrópolis para o Rio de Janeiro. Ele estava indo para o aeroporto, para pegar um avião para São Paulo, onde iria gravar um programa na TV Canção Nova.

Alguns dias antes, no dia 15 de fevereiro, ele havia gravado um vídeo para o “Minuto do Saber” – do canal “Comunicação Livre” – sobre o “Dia da Não Violência”.

Desde de 1948, em virtude do assassinato do líder pacifista Mahatma Gandhi, o mundo celebra o dia 30 de janeiro como o Dia Mundial da Não Violência, uma iniciativa da ONU – Organização das Nações Unidas voltada à educação para a paz, à solidariedade e o respeito pelos direitos humanos.

Neste ano de 2016, vinte e três dias antes de sua morte, Frei Moser foi convidado para falar algumas palavras sobre a questão da violência no nosso país e sobre o contexto do “Dia da Não Violência”, sem imaginar que alguns dias depois ele mesmo seria vítima dessa violência. Mas sua mensagem ilustra bem a importância de se combater a violência em todos os campos, para que ninguém seja vítima dela no nosso dia a dia.

Trazendo este vídeo para vocês, queremos prestar a nossa homenagem a Frei Moser, ao lembrar que há um mês ele foi levado à Casa do Pai.

 

Celebração do Segundo Domingo da Páscoa – Domingo da Divina Misericórdia

tomeJesus: vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã. É de Jesus ressuscitado que a comunidade cristã recebe vida, amor e paz. Assim como Tomé fez a experiência com o Ressuscitado no interior da comunidade, nós também a cada domingo “Dia do Senhor” fazemos um grande encontro de amor fraterno e de vivência comunitária. Este domingo comemoramos o “Domingo da Divina Misericórdia”, pois Cristo nos salvou e santificou no mais puro amor.

A Celebração do Segundo Domingo da Páscoa nos foi enviada por D. Vilson Dias de Oliviera, DC – Bispo da Diocese de Limeira

CLIQUE AQUI para abrir a CELEBRAÇÃO DO 2º DOMINGO DA PÁSCOA – ano C – 2016

Jesus ressuscitado

RessurreiçãoNo dia seguinte ao sepultamento de Jesus, o sepulcro onde seu corpo tinha sido depositado foi encontrado vazio, a pedra estava removida e os panos mortuários dobrados ao lado. Um morto, que aparece vivo e vai ao encontro das pessoas, confirmando sua ressurreição. O espanto fez com que o apóstolo Tomé dissesse numa profissão de fé, “Meu Senhor e meu Deus!” (20,28).

Com a morte Jesus termina sua missão, como presença física, na terra. Mas Ele preparou um grupo de pessoas para dar continuidade à ação evangelizadora. Isso continua ressoando até hoje nas palavras de fé assumidas por muitos evangelizadores. O próprio Jesus disse que estaria presença nessa ação, o que daria aos pregadores a fecundidade naquilo que realmente acreditam. Continue lendo

TEMPO PASCAL

Com a Celebração da Vigília Pascal, da Ressurreição do Senhor Jesus, iniciamos o Tempo Pascal, cinquenta dias de alegria e exultação, que devem ser vividos como se fossem um só dia, isto é, como disse Santo Atanásio, como um grande domingo (Sta Atanásio; cf. Normas Universais do Ano Litúrgico, n.22).

A alegria da certeza de que Cristo ressuscitou e está vivo no meio de nós, deve permear todas as nossas ações, toda a nossa oração, todo o nosso viver. Os primeiros oito dias deste tempo, formam uma unidade, chamada oitava da Páscoa, onde todas as celebrações são solenidades do Senhor (NALC, n.24). Os demais domingos do Tempo Pascal são identificados como 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º Domingos de Páscoa.

Será muito apropriado e proveitoso se a Catequese se realizar de tal forma que, ao invés de seguir o calendário escolar encerrando o tempo de preparação no final do ano civil, a preparação puder ser realizada em um período que permita celebrar a Primeira Eucaristia dentro do Tempo Pascal (OS, N.103) Continue lendo

A tradição da Via-Sacra

Reflexão da Rádio Vaticano.

via-sacra-2Mas o que é a Via Sacra? O exercício da Via Sacra consiste em que os fiéis percorram o caminho de Jesus que carrega a Cruz desde o pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente a Paixão do Senhor. Esse rito, muito usual no tempo da Quaresma, teve origem na época das Cruzadas (entre os séculos XI/XIII): os fiéis que então percorriam na Terra Santa os lugares sagrados da Paixão de Cristo quiseram reproduzir no Ocidente a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém.

CLIQUE AQUI PARA OUVIR: Reflexão sobre a Via Sacra

 O número de estações ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no século XVI. O Papa João Paulo II introduziu, em Roma, a mudança de certas cenas desse percurso não relatadas nos Evangelhos por outras estações narradas pelos Evangelistas. O exercício da Via Sacra tem sido muito recomendado pelos Sumos Pontífices, pois é ocasião de frutuosa meditação da Paixão do Senhor Jesus.

A “Via Sacra” compreende quatorze estações ou etapas, cada uma das quais apresenta uma cena da Paixão a ser meditada.

Percorramos, portanto, rapidamente o histórico da “Via Sacra” para entendermos o significado dessa prática. Continue lendo